quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Na Bíblia do Papa Francisco o Big Bang e Charles Darwin se harmonizam com Deus
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Vaticano discute tolerância e valorização da orientação sexual gay
Tema da matéria Uol:
Papa Francisco ainda me levará a crer em Deus
Por Josias de Souza, no UOLquinta-feira, 1 de agosto de 2013
A JMJ e o Evangelho da Marcha Ré
Com o lema “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28:19), a JMJ se diz como “mais que um encontro que reúne milhares ou mesmo milhões de jovens, a Jornada Mundial da Juventude dá testemunho de uma Igreja viva e em constante renovação.”, uma pequena mostra de que a ICAR realmente está preocupada com o avanço das outras religiões mundo a fora e em especial aqui no Brasil. O destaque é para o protestantismo que cresceu 61% entre 1990 e 2010, porém há uma diluição dos membros da ICAR em outros credos, como o espiritismo Kardecista (2%) e o ateísmo ou agnosticismo (8%). E nesse sentido, vemos que a música da vez é o tango, já que o estilo alemão de dançar foi ‘obrigado’ a renunciar e o baile polonês não durou pra sempre, embora tenha começado tudo isto.
Algo que ICAR retomou a pouco, com João Paulo II, o intuito do evento no Rio de Janeiro, foi a evangelização. Contraditoriamente em um país de maioria católica este ato se faz necessário pelos motivos de perca de membros. E como disse um amigo meu “o marketing do Vaticano é muito bom”, pois soube realmente quem colocar no pontificado para dançar conforme a música do momento, pois como bem sabemos a expressa humildade de Francisco é atraente até para os evangélicos que possuem líderes mais soberbos do que qualquer ímpio que não conhece a Cristo. Aí ficou fácil até demais agradar, porque se por um lado ‘sobra dinheiro’ ao segmento neopentecostal, falta humildade em todos os sentidos e no sentido mas amplo da palavra. Lembremos também que todo esse investimento de renovação também se expande a música, o argumento é o mesmo, ficou fácil com o cenário musica gospel do “agora é só vitória” em contraste com "tudo é do Pai".
Contudo a 28ª JMJ passou, mas alguns de seus objetivos foram cumpridos. Ao contrário do emocionalismo contido nos breves e raros momentos que algum evento protestante trouxe algo de mais chamativo, a religião romana conseguiu atrair para si a ideia de que juntamente com ela, as outra religiões podem juntamente coexistir sem divergir. E mais, podem até compactuar da visão una de que Cristo realmente morreu por todos, já que o seu amor é imensamente maior do que sua justiça e ira. Infelizmente, a teologia burra do quantitativo (e não qualitativo) evangelicalismo atual do Brasil é criança demais para comer da solidez da palavra e entender, às claras, que o catolicismo está demasiadamente distante do que Cristo realmente ensina a Palavra. A JMJ e a visita do Papa ao Brasil fizeram mais estrago ao protestantismo do que uma simples admiração cega a uma falsa humildade marqueteira. A afinidade de alguns líderes ou simples membros, ditos cristãos, com o papa é entendível: ambos estão mais preocupados com a quantidade de membros e sua hegemonia do que com a mensagem do evangelho de forma que a nova onda de ecumenismo juntou a fé e a vergonha quando a simples afirmação "somos todos irmãos" foi proferida. Em última análise, estamos voltando ao tradicionalismo onde a religião realmente não faz diferença.
“Você pode ter sido batizado na igreja, criado na igreja, servido na igreja. Pode ser que tenha se casado na igreja, morrido na igreja, ter sido velado na igreja e ainda assim acordar no inferno caso esteja meramente na igreja e não em Cristo” (Mark Driscoll) . Estar em Cristo é uma necessidade impar e transcende qualquer religião, mas não é possível ter fé se você não está em uma religião que te faça ouvir as verdadeiras palavras da fé dos evangelhos como afirma o verdadeiro apóstolo de Jesus, Paulo de Tarso, em Romanos 10.17, ponto.
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Texo é de Felipe Medeiros, sagaz e oportuno!! Fonte: UMP da Quarta.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Pastor Asaph Borba participa da Jornada Mundial da Juventude e afirma que Jesus “foi entronizado” no JMJ
O cantor Asaph Borba publicou em sua página no Facebook um texto em que compartilhou sua experiência de ministração durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), evento organizado pela Igreja Católica no Rio de Janeiro, com a presença do papa Francisco.
Evangélico, conhecido como um dos pioneiros do estilo “louvor e adoração” na música gospel nacional, Asaph vinha enfrentando críticas por sua participação no evento católico.
Num texto publicado antes de sua participação, Borba lamenta o sentimento de divisão que muitos evangélicos alimentam em relação aos fiéis católicos: “Mesmo sendo organizado pelo segmento carismático, é latente o quanto a Igreja evangélica brasileira é preconceituosa quanto à ramificação romana. Parece que, se Jesus resolvesse vir para o Rio nesta semana, em que o Papa também está por aqui, o último lugar aonde ele poderia pregar ou cantar seria em um dos eventos católicos. Apostasia, ecumenismo, se vendendo para Roma, desviado e outras, foram críticas à minha pessoa, fruto de leituras feitas por alguns dos meus seguidores, que parecem preferir que as pessoas católicas estejam isoladas do que, recebendo a palavra e ministração de um dos seus comuns, no caso eu”.
A apresentação de Asaph Borba na JMJ aconteceu na última quarta-feira, 24 de julho. Logo após o final do evento, o cantor voltou ao Facebook para compartilhar sua experiência.
“Queridos, hoje pude ver o que Deus pode fazer quando quebramos as barreiras que nos separam não apenas dos católicos, mas das vidas. Só podemos ser influência e bênção para alguém se estivermos próximos. Parece que vivemos uma GIRAD [jihad] evangélica. A transformação do Brasil sem dúvida passa pelos católicos. Hoje Cristo foi entronizado na JMJ – Rio – Sem sombra de dúvida estava no lugar certo fazendo a coisa certa – Exaltando Jesus nosso amado!”, escreveu.
Repercussão e reações
No Twitter, o cantor compartilhou sentimentos e pensamentos a respeito do evento: “JMJ – Lugar de simplicidade e de um sublime mover de Deus, só quem estava pode dizer – Obrigado irmãos o mover do Espírito foi sobrenatural”, afirmou.
Respondendo as críticas de seus seguidores por suas palavras a respeito do evento católico, Asaph expôs um comportamento inadequado de alguns evangélicos: “Por favor, irmãos e cristãos, recebo as críticas, mas não escrevam palavrões para não escandalizar os não crentes!”, pediu.
Mais tarde, o cantor voltou ao assunto, e afirmou que “sem dúvida a transformação do Brasil passa pelos católicos”, elogiando a proposta do evento e a postura da ala carismática da Igreja Católica.
[Por Tiago Chagas, para o Gospel+]
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O que reflito:
1) O Asaph orientou o seu público quanto ao único digno de receber glória e honra?
2) Asaph explanou sobre as Verdades conflitantes que representam o que é o "Reino de Cristo"?
3)Ele admoestou sobre a idolatria e a insuficiência da religião?
4) Ele alertou ao público da JMJ sobre o Evangelho da Graça de Deus?
5) Ele falou que a salvação é só em Cristo?
6) Ele amou os fiéis, ao dizê-los que só há um Mediador entre Deus e os homes?
7)A sua participação teve relevância, no sentido de que ,ficaram latentes as diferenças entre o discurso da JMJ e do Asaph Borba?
Bem, se em todas estas indagações o Asaph foi bem sucedido, eu louvo a Deus, faço côro com ele e digo que o Reino de Cristo avançou naquele lugar (lembrando que Deus já está e sempre estará entronizado). Do contrário, curvermos as nossas faces e clamemos a Deus por sabedoria e misericórdia.
Antognoni Misael, na co-edição do Púlpito Cristão, e editando o Arte de Chocar!!
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Papa chegará ao Brasil com dupla missão - Tentar conter evangélicos e arrebanhar fiéis
Em sua primeira visita ao Brasil, para a Jornada Mundial da Juventude, o papa Francisco tem pela frente uma dupla missão: tentar conter o crescimento das denominações evangélicas pentecostais e arrebanhar fiéis afastados da Igreja Católica que, em número cada vez maior, se declaram 'sem religião'.
A tarefa é especialmente desafiadora no Rio de Janeiro, local escolhido para sediar o evento, que começa na terça-feira, 23, e vai até o próximo domingo, 28 de julho. A cidade, que apresenta uma das menores proporções de católicos entre as capitais brasileiras, reflete, em maior grau, segundo demógrafos, a crise por que passa o catolicismo no país.
Maior nação católica do mundo desde meados de 1950, quando tomou o posto da Itália, o Brasil, hoje com 123 milhões de fiéis, atravessa um acentuado processo de diversificação religiosa.
Nas últimas décadas, o catolicismo, até hoje a fé dominante no país, vem perdendo terreno para as correntes evangélicas, ao passo que cresce também o número de pessoas que se definem como 'sem religião'.
Dados do último Censo, em 2010, revelaram, pela primeira vez, que o número de católicos caiu em números absolutos e relativos no Brasil.
Naquele ano, eles somavam 123,3 milhões, ou 64,6% da população, contra aproximadamente 125 milhões, ou 73,6% do total, em 2000.
Por outro lado, os evangélicos ganharam, no mesmo período, quase 20 milhões de adeptos, passando de um contingente de 26,5 milhões (15,4% da população) para 42,3 milhões (22,2% do total).
Já os que se declararam 'sem religião' cresceram de 12,5 milhões (7,4%), em 2000, para 15,3 milhões (8%), em 2010.
Para efeitos de comparação, em 1872, quando o catolicismo ainda era a religião oficial do país, 99,7% dos brasileiros se declaravam católicos.
Segundo demógrafos, o fenômeno evidencia uma mudança da hegemonia religiosa no Brasil, que deve culminar, se mantidas as atuais tendências, com o fim do catolicismo como religião majoritária da população até 2040.
Por volta desse ano, haveria um empate técnico entre o número de católicos e evangélicos no país, de acordo com um estudo intitulado A dinâmica das filiações religiosas no Brasil entre 2000 e 2010: diversificação e processo de mudança de hegemonia e realizado pelos demógrafos do IBGE José Eustáquio Diniz, Luiz Felipe Walter Barros e Suzana Cavenaghi.
'Entre os 10 maiores países do globo, isso deve acontecer somente no Brasil', afirmou à BBC Brasil o demógrafo José Eustáquio Diniz, professor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE.
'Entre 2000 e 2010, o equivalente a todo o acréscimo demográfico, em torno de 21 milhões de pessoas, foi para outros grupos religiosos', acrescentou.
Fonte: IBGE
Rio de Janeiro
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Em meio à perda de popularidade do catolicismo, a escolha da sede da Jornada Mundial da Juventude de 2013 não é mera coincidência.
Cartão-postal do Brasil, o Rio de Janeiro é o melhor retrato da transformação religiosa que o país atravessa.
Para demógrafos, o Estado consiste em uma espécie de 'termômetro' das transições sociodemográficas, antecipando como será o Brasil do futuro.
'Trata-se do Estado mais urbanizado, mais metropolizado, mais envelhecido e com as menores taxas de fecundidade do país. Também é o Estado que tem apresentado a menor percentagem de filiações católicas, a mais elevada dos sem-religião e a maior diversidade religiosa', afirma Diniz.
Segundo o levantamento coordenado por Diniz, a cidade do Rio de Janeiro estaria 'adiantada' em relação à média brasileira em cerca de 20 anos, o Estado do Rio de Janeiro, em 25 anos, e o colar da Região Metropolitana do Rio de Janeiro (que reúne os municípios da região metropolitana com exceção da capital), em torno de 30 anos.
Esta última região, destaca o demógrafo, já mostra uma situação de empate técnico entre católicos e evangélicos. Ali, os evangélicos também já são maioria entre crianças, jovens e mulheres no período reprodutivo (até 39 anos).
Motivos
Na avaliação dos demógrafos, a mudança do perfil religioso é explicada em grande parte pelas transformações socioeconômicas da população brasileira nas últimas décadas.
Comparados aos católicos, os evangélicos crescem a um ritmo mais rápido entre as mulheres, os jovens, a população urbana e entre as pessoas que se declaram negras e pardas, segmento que mais cresce no país, explica Diniz.
'O Brasil está ficando mais urbano, mais feminino, mais miscigenado, com maiores níveis educacionais e mais de classe média, em relação ao rendimento. Em todos os pontos, os evangélicos levam vantagem sobre os católicos'.
'O único segmento da população em que os católicos tem maioria absoluta é entre os idosos. Mas, ao morrerem, não serão substituídos por novos fiéis, ampliando a sangria da Igreja Católica', acrescenta.
Uma pesquisa desenvolvida pelo instituto Data Popular à que a BBC Brasil teve acesso retrata tal desafio. O levantamento ouviu 1.501 pessoas em 100 cidades brasileiras em maio deste ano.
Segundo o estudo, 44,2% dos jovens entrevistados (entre 16 e 24 anos) se declararam católicos, enquanto que a taxa chegou a 57,9% entre aqueles que tinham mais de 50 anos.
Além dos aspectos socioeconômicos, acrescenta Diniz, os evangélicos também cobrem um espectro mais amplo do mercado religioso, uma vez que são capazes de 'customizar a mensagem de fé', fortalecendo o processo de migração religiosa.
'Há muitas vertentes de igrejas evangélicas pentecostais, adaptadas para todo tipo de público', afirma o demógrafo.
Mas para o teólogo Paulo Fernando Carneiro de Andrade, professor da PUC-Rio, a missão do papa Francisco, apesar de difícil, não é impossível.
'Dado o atual contexto, a visita do Papa Francisco pode incentivar o retorno dos desgarrados a Igreja. Uma de suas qualidades é, sem dúvida, a empatia', afirmou ele à BBC Brasil Paulo.
'Nas Américas, diferentemente do que acontece na Europa, o processo de secularização não caminha para o ateísmo. Aqui as pessoas se declaram 'sem religião', mas não necessariamente não acreditam em Deus. É com essas pessoas que o Papa pode voltar a falar', acrescentou.
[BBC Brasil]
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Compartilhada do Blog Web Evangelista.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Igreja oferece perdão a quem acompanhar visita do papa pelas redes sociais #absurdo
O Vaticano anunciou que fiéis católicos que acompanharem a Jornada Mundial da Juventude - que será realizada no Rio de Janeiro entre 23 e 28 de julho, com a presença do papa Francisco - receberão perdão de pecados, mesmo que sigam o evento pelas redes sociais.
Um decreto publicado no site do Vaticano pela chamada Penitenciária Apostólica, o órgão do Vaticano responsável delas decisões relacionadas ao perdão dos pecados, diz que os fieis "legitimamente impedidos" de ir ao Rio receberão "indulgências" se acompanharem o evento com "a devida devoção" pelas redes sociais - dentre elas o Twitter -, além da televisão e do rádio.
Além disso, o decreto prevê indulgências aos fiéis "verdadeiramente arrependidos" que participarem do evento e a aqueles que, "onde quer que estejam, durante a reunião" dediquem "orações fervorosas a Deus, concluindo com a oração oficial da Jornada Mundial da Juventude" e "invocações piedosas" a Nossa Senhora Aparecida.
As indulgências são perdões totais ou parciais da pena que o fiel terá que enfrentar por ter cometido seus pecados. Elas são geralmente concedidas pela Igreja às pessoas que realizarem determinadas tarefas, como orações ou obras de piedade, penitência ou caridade.
No decreto, a Penitenciária Apostólica informa que a indulgência depende de uma confissão do fiéis e de seu comportamento, sendo "verdadeiramente penitente e contrito".
Em outras palavras, o pecador que espera diminuir seu tempo de purgatório apenas com alguns cliques de mouse irá se decepcionar.
"Você não pode obter o perdão como se tivesse comprando café de uma máquina", afirmou ao jornal Corriere della Sera o arcepisbo Claudio Maria Celli em comentário reproduzido pelo jornal britânico The Guardian.
A medida do Vaticano é mais um passo da Igreja no intuito de se aproximar de seus fiéis se aproveitando da popularidade das redes sociais, especialmente entre os mais jovens.
O papa João Bento 16 foi o primeiro pontífice católico a utilizar o Twitter para se comunicar com os católicos do mundo.
Apesar de sua renúncia não ter sido comunicada oficialmente por meio de um tuíte, a notícia da saída de um papa tomou conta do Twitter, gerando 1,5 milhão de comentários nas primeiras 36 horas, de acordo com a fundação Crimson Hexagon, que analisa o tráfego de Internet.
O papa Francisco costuma usar o Twitter para se comunicar com os seguidores em nove línguas e tem mais de 2,6 milhões de seguidores em inglês (@Pontifex).
O site oficial da Jornada Mundial da Juventude (http://rio2013.com/pt/) incentiva os participantes do evento a compartilharem as notícias do evento por meio do Facebook e Twitter, entre outras redes sociais.
[Fonte: Uol]
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Nota do Blogueiro: Fala sério! Quando penso que a Igreja Católica Apostólica Romana está dando uma passo pra frente, a vejo andando milhas para trás. Que absurdo!!
Sem mais delongas, não vou repetir a síntese das 95 de Matinho Lutero, assim como não vou discutir o que os católicos mais fleumáticos chamam de tradição católica.
Vou apenas comentar o assunto baseado nas palavras do Filho de Deus... do próprio Deus!
1) A Igreja Católica Apostólica Romana não tem autoridade nenhuma de perdoar pecados. Medite em Marcos 2:
“Filho, estão perdoados os teus pecados”— disse Jesus ao paralítico que havia sido descido pelo telhado, com a ajuda de quatro amigos, até ficar deitado, amarrado em cordas no leito, bem diante Dele, na casa onde Ele estava ensinando e conversando sobre o Evangelho do Reino de Deus.
Mas os doutores da Lei arrazoavam em seus corações:
“Por que fala ele deste modo? Isto é blasfêmia! Quem pode perdoar pecados senão um só, que é Deus?”
Note que até os fariseus sabiam desta Verdade, só Deus é quem pode perdoar nossos pecados, eles só não atentaram que Jesus era o próprio Deus, pois Ele mesmo disse, quem vê ao Pai vê a mim.
Pessoal, perdoar pecados é algo divino não somente porque só Deus pode perdoar pecados, mas também porque ninguém consegue perdoar pecados sem Deus.
2) Aos "legitimamente impedidos" de irem ao Encontro, rejeitem as indulgências. Deus habita em nós, não em lugares. Deus não é exclusivo do Papa.
Quem vê ao Papa não vê a Deus! Se você crê e recebeu Jesus como suficiente e único salvador, lembre-se que o Espírito Santo habita em você.
Se alguém perguntasse a Jesus sobre em que lugar se deveria adorar quanto ao evento da Jornada Mundial da Juventude Ele prontamente responderia que “nem lá, nem nas redes sociais, junto ao Papa, nem em lugar algum”, certamente diria o que falou a mulher samaritana quando foi perguntado sobre o mesmo teor: “importa que os adoradores o adorem em Espírito e em Verdade”! Não importa o lugar, nem com quem! Mas que seja de coração, com Ele, e para Ele! (leia esta passagem em João 4).
Que pena, a coleção de infelizes declarações sobre o Evangelho e sobre Deus continuam sendo a sina dos Papas do passado e do presente. E o futuro...
sábado, 22 de junho de 2013
Estado Laico?!!! Visita do papa ao Brasil custará R$ 118 milhões para os cofres públicos, diz jornal
O papa Francisco virá ao Rio e Aparecida (SP) no próximo mês de junho, e isso custará R$ 118 milhões em gastos públicos, incluindo verba federal, estadual e municipal. A contabilidade foi feita pelo jornal "O Globo" e publicada em sua edição deste sábado (11).
Só o governo federal desembolsará R$ 62 milhões, sendo que R$ 30 milhões serão só para as ações de segurança ao redor do sumo pontífice. O efetivo será de 10.700 homens, com a maioria dele sendo das Forças Armadas. A Igreja vai colaborar com a contratação de 2.000 seguranças particulares.
A Prefeitura do Rio e o governo estadual gastarão R$ 28 milhões cada um de seus orçamentos para a vinda papal.
As autoridades justificam o gasto por conta da mobilização popular para o evento --a visita do papa faz parte da 26ª Jornada Mundial da Juventude, que acontece de 23 a 28 de julho no Rio. A expectativa é que dois milhões de peregrinos se desloquem para a cidade.
Entre os gastos estão também as 4 milhões de hóstias que serão distribuídas durante os seis dias da Jornada. Elas serão fabricadas por seis fornecedores em todo o país.
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Ué?! E o nosso país não é um Estado Laico, como defendem os ativistas e outros pensadores? Nesta horas não dá pra entender nada...Brasil, quanta contradição em tão pouca história.
[Fonte: Uol]
sexta-feira, 31 de maio de 2013
O que o papa Francisco vem fazer no Brasil?
O que o papa vem fazer no Brasil? De acordo com o censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2010, o rebanho do catolicismo atinge 123 milhões de adeptos, no Brasil, um número ainda expressivo, mas que vem diminuindo, nos últimos anos, gerando uma crise profunda e aparentemente irreversível para o romanismo. A grande maioria dos católicos brasileiros é nominal, e uma boa parte tende para a prática do espiritismo. A fidelidade dos católicos também tem diminuído. Há alguns anos, a Igreja Católica exibia em cadeia nacional, na quarta-feira de cinzas, a fala do papa. Hoje, o pronunciamento é gravado, e as emissoras o exibem quando querem.
Em julho, o papa Francisco — o argentino Jorge Mario Bergoglio — vem ao Brasil para participar da Jornada Mundial da Juventude. Seu staff já deixou claro que a sua prioridade, ao visitar os países Brasil, Argentina e Chile, neste ano, é conter o avanço da Igreja Evangélica. Ele tentará convencer os cidadãos brasileiros da importância da Igreja Católica, mostrando a eles que não existe uma diferença essencial ou significativa entre a confissão católica e a evangélica. Como sempre, a principal razão da visita do papa ao Brasil é avivar o romanismo, combatendo o extraordinário progresso numérico dos evangélicos, especialmente do segmento neopentecostal.
O simpático papa Francisco pregará no Brasil a velha mensagem ecumênica, na esperança de ver o sonho de seus antecessores Bento XVI e João Paulo II realizado. Estes tiveram o privilégio de presenciarem a derrocada do comunismo e o fracasso das fileiras da Teologia da Libertação, mas não conseguiram parar o avanço da fé evangélica no Brasil.
Para alcançar seu objetivo, o romanismo tem empregado duas estratégias: a evangelização entre as comunidades pobres e a tentativa do estabelecimento de uma convivência ecumênica entre evangélicos, católicos e espíritas. A CNBB propaga, há um bom tempo, textos alegóricos em favor do ecumenismo. Em um deles, Jesus visita um centro espírita e, ao deparar-se com uma mãe-de-santo, afirma: “o Reino de Deus já está aqui no meio de vocês”. E ela responde: “Muito obrigada, Jesus! Mas isso a gente já sabia... Você deve ter um orixá muito bom. Vamos dançar, para que ele venha nos ajudar”. Ademais, é grande a aproximação entre astros gospel e cantores da música católica, que cantam juntos em eventos e programas de televisão.
Lembro-me de que, há uns quinze anos, a revista Veja enfatizou a razão do crescimento dos evangélicos, destacando a alfabetização de adultos, o estímulo à leitura, a realização de trabalhos de recuperação de dependentes de drogas e a prestação de ajuda a necessitados. A reportagem foi, claramente, uma alfinetada na Igreja Católica, que desde então vem assumindo um papel semelhante ao dos segmentos evangélicos.
Há alguns anos, o Vaticano abriu as portas para receber a visita do saudoso Nilson do Amaral Fanini, então pastor da Primeira Igreja Batista de Niterói, Rio de Janeiro. O objetivo da visita do respeitado líder evangélico, na época, foi traçar com o papa uma estratégia que visava a resolver antigos problemas entre católicos e evangélicos. Fanini chegou a dizer que a Igreja Batista, por ser anterior à Reforma Protestante, não deveria ser considerada uma seita evangélica pelo catolicismo.
Mas a estratégia de unir as vertentes protestante, espírita e católica, com o intuito de somar forças contra inimigos comuns, nunca dará certo. Esses três segmentos possuem objetivos, credos e motivações completamente diferentes. O evangélicos adoram ao Jesus da Bíblia, que é o verdadeiro Deus e a vida eterna (1 Jo 5.20), enquanto os católicos e os espíritas acreditam em um “outro Jesus” (2 Co 11.4), que recebe menos honra do que Maria. Esta, segundo a Bíblia, foi apenas uma crente fiel agraciada por Deus, que precisava do Salvador (Lc 1.47), e não mediadora ou redentora (1 Tm 2.5).
Na verdade, todo esse esforço do romanismo para ganhar adeptos de outras religiões, nos últimos anos, leva-nos refletir sobre o que Jesus disse em Mateus 7.13,14. A porta para a salvação é estreita, e são poucos os que entram por ela. O ecumenismo da Igreja Católica pode até envolver muitos crentes nominais, porém os poucos fiéis (Sl 12.1; 101.6) permanecerão firmes; jamais negarão a sua fé, haja o que houver (Ap 2.10; 3.11). Deus não prioriza crescimento numérico (Jo 6.60-69), a não ser que este decorra da pregação da verdade. O Senhor só tem compromisso com quem está disposto a segui-lo, andando como Ele andou (Lc 9.23; 1 Jo 2.6).
Ciro Sanches Zibordi
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Fonte: CPAD.
domingo, 26 de maio de 2013
Vaticano corrige Papa: Ateus ainda vão para o inferno
Após o papa Francisco dizer ao mundo que mesmo os ateus podem ir para o céu, o Vaticano divulgou um comunicado: ateus ainda vão para o inferno.
O Vaticano emitiu “nota explicativa sobre significado de ‘salvação”, na quinta-feira, 23 de maio, após a mídia noticiar que o papa Francisco “prometeu o céu a todos engajados em boas ações”, incluindo os ateus.
Em resposta às matérias publicadas em sites e jornais, o Rev. Thomas Rosica, porta-voz do Vaticano, disse que pessoas que conhecem a Igreja Católica “não podem ser salvas” se “recusarem-se a entrar nela ou fazer parte dela”.
(Ou seja: ateus ainda estão indo para inferno se não aceitarem Jesus Cristo como Senhor e Salvador.)
O porta-voz também disse que o papa Francisco não tinha “intenção de provocar um debate teológico sobre a natureza da salvação” na sua homilia na última quarta-feira.
A confusão teológica começou após o líder de 1,2 bilhão de católicos romanos no mundo declarar em sua mensagem que ateus iriam desfrutar da salvação se fossem boas pessoas. O papa Francisco disse:
“O Senhor redimiu a nós todos, a todos, pelo sangue de Cristo: todos nós, não apenas católicos. Todos! “Padre… os ateus também? Mesmo os ateus?” Todos!”
“Fomos criados filhos à semelhança de Deus e o sangue de Cristo redimiu a nós todos! E todos temos o dever de fazer o bem. E esse mandamento para todos fazermos bem, penso ser um belo caminho para a paz. Se nós, cada um fazendo a sua parte, fizermos o bem uns aos outros, se nos encontrarmos lá, fazendo o bem, então iremos gradualmente criando uma cultura de encontro. Devemos nos encontrar na prática do bem. “Mas eu sou ateu, padre. Eu não creio…” “Faça o bem e nos encontraremos lá.”
[Publicado originalmente na Examiner, tradução: Walter Cruz. Via Pavablog]
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Nota do Blogueiro: Imagino que Rob Bell, um dos nomes mais importantes dentro do movimento de igrejas emergentes, que faz apologia ao universalismo, deve ter vibrado ao constatar que o Papa pensa bem parecido com ele, mas com essa matéria será que ele "murchou"? Aliás, não é todo dia que se vê o Vaticano corrigindo o Papa.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Papa Francisco ignora a Cruz e “cria” outro caminho para a Salvação
Texto Original: Papa Francisco: “Todos os que fazem o bem são redimidos, até os ateus”
O papa Francisco balançou algumas mentes religiosas e ateístas ao declarar que todos foram redimidos através de Jesus, incluindo ateus.
Durante sua homilia na Missa de quarta-feira (22) em Roma, ele enfatizou a importância de “fazer o bem” como um princípio que une toda a humanidade, e uma “cultura de encontro” para apoiar a paz.
Usando um texto do evangelho de Marcos, o papa explicou como os discípulos de Jesus ficaram desapontados quando alguém fora de seu grupo estava fazendo o bem, de acordo com relatório da rádio do Vaticano.
“Eles reclamam”, disse o papa em sua homilia, porque dizem: “Se ele não é um de nós, não pode fazer o bem. Se não é do nosso grupo, não pode fazer o bem.” E Jesus os corrige: “Não o proíbam, deixem-no fazer o bem”. Os discípulos, explica o papa, “eram um pouco intolerantes”, ensimesmados na ideia de possuírem a verdade, convictos de que “aqueles que não têm a verdade não podem fazer o bem”. Isso estava errado… Jesus amplia o horizonte. Segundo o papa, “a raiz da possibilidade de fazer o bem – que todos nós temos – é a criação”.
O papa Francisco disse ainda mais em seu sermão:
“O Senhor nos criou a sua imagem e semelhança, e todos somos imagem do Senhor, e ele faz o bem e nos deu a todos esse mandamento em nossos corações: façam o bem e não o mal. Todos”. “Mas, padre, isso não é católico! Ele não pode fazer o bem.” Sim, ele pode. O Senhor redimiu a nós todos, a todos, pelo sangue de Cristo: todos nós, não apenas católicos. Todos! “Padre… os ateus também? Mesmo os ateus?” Todos! Devemos encontrar-nos fazendo o bem uns aos outros. “Mas eu sou um ateu, padre. Eu não acredito…” “Faça o bem: nos encontraremos lá.”
Respondendo à homilia do líder da igreja católica romana, o padre James Martin, S.J. escreveu em um e-mail ao The Huffington Post:
“O papa Francisco diz, mais claro que nunca, que Cristo se ofereceu como um sacrifício por todos. Essa sempre foi uma crença cristã. Você pode ver Paulo dizendo isso na primeira carta a Timóteo, ao afirmar que Jesus deu-se a si mesmo como uma “redenção por todos”. No entanto, raramente você ouve isso ser dito por católicos com tanta força, e com tão evidente alegria. E nessa época de controvérsias religiosas, é um lembrete oportuno que Deus não pode ser confinado a nossas estreitas categorias.”
É claro, nem todos os cristãos acreditam que os não-crentes serão redimidos, e as palavras do papa podem rememorar as profundas divisões da reforma protestante sobre a crença na salvação pela graça, em oposto a salvação pelas obras.
O comentário do papa também atingiu um recorde no Reddit, onde já é a segunda notícia mais compartilhada.
Publicado originalmente no Huffington Post, Via Pavablog, tradução: Walter Cruz
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Nota do Blogueiro: Quando digo que o Papa Francisco ignora a Cruz e “cria” outro caminho para a Salvação, estou apenas ratificando a crença do sumo pontífice que enfatiza: “Faça o bem: nos encontraremos lá.”
Jesus Cristo foi claro a respeito da vida eterna.
"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em Mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em Mim, nunca morrerá. Crês tu isto?" (João 11:25-26)
Mateus 7:14 diz claramente: "E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem."
Lembre-se também que “Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.” (1Jo 5:12 BRP).
"Quem crê nEle não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus" (João 3:18).
Quando o papa fala sobre fazer o bem, é bom lembrarmos que não há quem queira o bem (Rm 3:10) e quem o faça por mérito próprio, pois nossa justiça é como um trapo de imundície diante de Deus (Is 64:6), sendo assim nossas próprias ações de bondade jamais nos salvarão - elas devem ser fruto do Amor de Deus em nós. O que nos resta compreender sobre a bondade humana em atos sociais, morais e culturais, está apenas relacionado a Graça Comum de Deus, que ainda limita a maldade e rege a humanidade concedendo a ímpios determinadas dádivas para o convívio humano, contudo neste caso, tal graça não serve para salvação eterna. Esta apresenta-se taxativamente na Bíblia como só em Cristo Jesus!
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Antognoni Misael, editor do AC.
quinta-feira, 14 de março de 2013
Pedro, Paulo e Francisco
A renúncia do papa Bento XVI e a eleição do cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio para substituí-lo trazem à tona, mais uma vez, a questão da reivindicação da Igreja Católica de que o papa é o legítimo sucessor do apóstolo Pedro como cabeça da Igreja de Jesus Cristo aqui na terra. Francisco se senta no trono de Pedro. Então, tá.
Obviamente, a primeira questão a ser determinada é se o apóstolo Pedro, de alguma forma, teve algum trono, se ele foi uma espécie de papa da nascente igreja cristã no século I e se ele deixou sucessor, que por sua vez, nomeou seu próprio sucessor e assim por diante, até chegar, de Pedro, a Francisco. Eu digo “primeira questão” não somente por causa da sequência lógica da discussão, mas por causa da sua importância. Tanto católicos quanto protestantes tomam as Escrituras Sagradas como a Palavra de Deus. Portanto, é imprescindível que um conceito de tamanha importância como este tenha um mínimo de fundamento bíblico. Mas, será que tem?
É verdade que Cefas, também chamado de Simão Pedro, foi destacado pelo Senhor Jesus em várias ocasiões de entre os demais discípulos. Ele esteve entre os primeiros a serem chamados (Mt 4:18) e seu nome sempre aparece primeiro em todas as listas dos Doze (Mt 10:2; Mc 3:16). Jesus o inclui entre os seus discípulos mais chegados (Mt 17:1), embora o “discípulo amado” fosse João (Jo 19:26). Pedro sempre está à frente dos colegas em várias ocasiões: é o primeiro a tentar andar sobre as águas indo ao encontro de Jesus (Mt 14:28), é o primeiro a responder à pergunta de Jesus “quem vocês acham que eu sou” (Mt 16:16), mas também foi o primeiro a repreender Jesus afoitamente após o anúncio da cruz (Mt 16:22) e o primeiro a negá-lo (Mt 26:69-75). Foi a Pedro que Jesus disse, “apascenta minhas ovelhas” (Jo 21:17). Foi a ele que o Senhor disse, “quando te converteres, fortalece teus irmãos” (Lc 22:32). E foi a ele que Jesus dirigiu as famosas palavras, “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus” (Mt 16:18-19).
Apesar de tudo isto, não se percebe da parte do próprio Pedro, dos seus colegas apóstolos e das igrejas da época de Pedro, que ele havia sido nomeado por Jesus como o cabeça da Igreja aqui neste mundo, para exercer a primazia sobre seus colegas e sobre os cristãos, e para ser o canal pelo qual Deus falaria, de maneira infalível, ao seu povo. Ele foi visto e acolhido como um líder da Igreja cristã juntamente com os demais apóstolos, mas jamais como o supremo cabeça da Igreja, sobressaindo-se dos demais.
Para começar, o apóstolo Paulo se sentiu perfeitamente à vontade para confrontá-lo e repreendê-lo publicamente quando Pedro foi dissimulado em certa ocasião para com os crentes gentios em Antioquia (Gl 2:11-14). O apóstolo Tiago, por sua vez, foi o líder maior do Concílio de Jerusalém que definiu a importante questão da participação dos gentios na Igreja, concílio este onde Pedro estava presente (Atos 15:1-21). E quando uma decisão foi tomada, ela foi enviada em nome dos “apóstolos e presbíteros” e não de Pedro (Atos 15:22). Os judeus convertidos, líderes da Igreja de Jerusalém, e que achavam que a circuncisão era necessária para os gentios que cressem em Jesus, não hesitaram em questionar Pedro e confrontá-lo abertamente quando ele chegou a Jerusalém, após ouvirem que ele tinha estado na casa de Cornélio, um gentio. E Pedro, humildemente, se explicou diante deles (Atos 11:1-3). Os crentes da igreja de Corinto não entenderam que Pedro estava numa categoria à parte, pois se sentiram a vontade para formarem grupos em torno dos nomes de Paulo, Apolo e do próprio Pedro, não reconhecendo Pedro como estando acima dos outros (1Cor 1:12).
O apóstolo Mateus, autor do Evangelho que carrega seu nome, não entendeu que a promessa de Jesus feita a Pedro, de que este receberia as chaves do Reino dos céus e o poder de ligar e desligar (Mt 16:18-19), era uma delegação exclusiva ao apóstolo, pois no capítulo seguinte registra as seguintes palavras de Jesus, desta feita a toda igreja:
Se teu irmão pecar contra ti, vai argüi-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão. Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus (Mat 18:15-18 - itálico adicionado para ênfase).
É muito instrutivo notar a maneira como o apóstolo Paulo via Pedro, a quem sempre se refere como Cefas, seu nome hebraico. Paulo o inclui juntamente com Apolo e a si próprio como meros instrumentos através dos quais Deus faz a sua obra na Igreja (1Cor 3:22). Se Paulo tivesse entendido que Pedro era o líder máximo da Igreja, não o teria citado por último ao dar exemplos de líderes cristãos que ganhavam sustento e levavam as esposas em missão (1Cor 9:4-5). Ele reconhece que Cefas é o líder da igreja de Jerusalém, mas o inclui entre os demais apóstolos (Gl 1:18-19) e ao mencionar os que eram colunas da igreja deixa Cefas em segundo, depois de Tiago (Gl 2:9). E em seguida narra abertamente o episódio em que o confrontou por ter se tornado repreensível (Gl 2:11 em diante). Bastante revelador é o que Paulo escreve quanto ao seu próprio chamado: “aquele que operou eficazmente em Pedro para o apostolado da circuncisão também operou eficazmente em mim para com os gentios” (Gal 2:6-8). Por estas palavras, Paulo se considerava tão papa quanto Pedro!
Nem mesmo Pedro se via como um primus inter pares, alguém acima dos demais apóstolos. Quando entrou na casa de Cornélio para pregar o Evangelho, o centurião romano se ajoelhou diante dele em devoção. Pedro o ergue com estas palavras, “Ergue-te, que eu também sou homem” (Atos 10:26). Pedro reconhece humildemente que os escritos de Paulo são Escritura inspirada por Deus, esvaziando assim qualquer pretensão de que ele seria o único canal inspirado e infalível pelo qual Deus falava ao seu povo (2Pedro 3:15-16). E claramente explica que a pedra sobre a qual Jesus Cristo haveria de edificar a sua igreja era o próprio Cristo (1Pedro 2:4-8), dando assim a interpretação final e definitiva da famosa expressão “tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja”. A “pedra” referida pelo Senhor era o próprio Cristo.
Em resumo, ninguém no século I, ninguém mesmo, nem o próprio Pedro, entendeu que Jesus tinha dito a ele que ele era a pedra sobre a qual a Igreja cristã seria edificada. E nunca esta Igreja tomou medidas para achar um substituto para Pedro após a sua morte.
E isto introduz a segunda questão, que é a sucessão de Pedro. Creio que basta reproduzir aqui as palavras do próprio Pedro com relação à preservação do seu legado após a sua morte. Na sua segunda epístola ele faz menção de que tem consciência da proximidade de sua morte e que se esforçará para que os cristãos conservem a lembrança do Evangelho que ele e os demais apóstolos pregaram. E de que forma? Não apontando um sucessor para conservar este Evangelho como um guardião, mas registrando este Evangelho nas páginas sagradas da Escritura – é por isto que ele escreveu esta epístola. Confira por você mesmo:
Por esta razão, sempre estarei pronto para trazer-vos lembrados acerca destas coisas, embora estejais certos da verdade já presente convosco e nela confirmados. Também considero justo, enquanto estou neste tabernáculo, despertar-vos com essas lembranças, certo de que estou prestes a deixar o meu tabernáculo, como efetivamente nosso Senhor Jesus Cristo me revelou.
Mas, de minha parte, esforçar-me-ei, diligentemente, por fazer que, a todo tempo, mesmo depois da minha partida, conserveis lembrança de tudo.
Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade, pois ele recebeu, da parte de Deus Pai, honra e glória, quando pela Glória Excelsa lhe foi enviada a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.
Ora, esta voz, vinda do céu, nós a ouvimos quando estávamos com ele no monte santo. Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração, sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo (2Pedro 1:12-21 - itálico adicionado para ênfase).
Qual foi o esforço que Pedro fez para que, depois de sua partida deste mundo, os cristãos conservassem a lembrança do Evangelho, conforme sua declaração acima? Pedro deixa seu legado nas cartas que escreveu, e que ele considera suficientes para manter os cristãos relembrados de tudo que ele e os demais apóstolos ensinaram. Não há a menor noção de um substituto pessoal, alguém que tomasse seu lugar e transmitisse a outros sucessores o tesouro da fé cristã. Não foi à toa que a nota central da Reforma foi a rejeição do papado e o estabelecimento das Escrituras com sendo a única e infalível fonte de revelação divina.
Não questiono que Francisco seja o legítimo sucessor de Bento, como líder da Igreja Católica. O que não vejo é qualquer fundamento bíblico para aceitar que Pedro tenha sido papa e que Francisco é seu legítimo sucessor.
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Fonte: O Tempora, O Mores.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Igreja Católica anuncia o argentino Jorge Mario Bergoglio como sucessor de Bento 16
A Igreja Católica confirmou às 20h14 (16h14 de Brasília) desta quarta-feira (13) quem é seu novo papa: o cardeal Jorge Mario Bergoglio da Argentina, foi o escolhido para suceder Bento 16 no conclave que começou na terça-feira (12) e terminou hoje, às 19h07 (15h07 de Brasília), quando a fumaça branca tomou a praça São Pedro, após cinco escrutínios.
O nome do novo papa foi revelado após o famoso “Anuntio vobis gaudium, habemus Papam”, feito pelo cardeal francês Jean-Louis Tauran.
Fontes policiais dão conta de que cerca de 10 mil pessoas estão na praça São Pedro, no Vaticano.
Escolha aconteceu 13 dias após renúncia de Bento 16
Após 13 dias da renúncia de Bento 16, a quinta votação do conclave, realizada na tarde desta quarta-feira (13), terminou com a escolha do novo papa. Às 15h07 (Brasília), uma fumaça branca saiu da chaminé da capela Sistina, indicando que os cardeais chegaram a um consenso sobre o próximo líder da Igreja Católica Apostólica Romana.
Os sinos da basílica de São Pedro confirmaram que o novo pontífice recebeu ao menos dois terços dos votos dos cardeais e já aceitou a missão de comandar a Santa Sé.
O anúncio dos nomes de batismo e pelo qual será conhecido o sucessor de Bento 16 será feito na sacada da basílica de São Pedro, com a famosa frase: “Habemus Papam!”.
A escolha foi realizada por 115 cardeais, sendo cinco brasileiros: dom Raymundo Damasceno Assis, 76; dom Odilo Scherer, 63; dom Geraldo Majella Agnelo, 79; dom Cláudio Hummes, 78; e dom João Braz de Aviz, 64.
Estavam aptos a votar apenas os cardeais com menos de 80 anos. A presença deles, segundo o Vaticano, era obrigatória. No entanto, dois eleitores conseguiram a dispensa necessária para não participarem da votação, um por motivo de saúde (cardeal indonésio Julius Darmaatjadja) e outro por ter renunciou ao cargo (cardeal britânico Keith O’Brien).
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Fonte: Uol Notícias.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Novos moldes - O Cristianismo do século XXI e suas transformações
Não queria falar sobre esse assunto. Afinal, uma notícia bombástica como a renúncia do Papa Bento XVI está em todo lugar, em toda manchete e acaba saturando rapidamente. Pois repetidamente, declarações iguais são ditas e a mesmice das páginas informativas, jornais impressos e a própria TV traz cansaço aos ouvidos. Porém, quero trazer um ponto de vista um pouco diferente quanto ao fato. Sim, talvez alguém já tenha dito o mesmo que direi. Mas quero fazer uso do fato para expor meu pensamento e estas breves palavras quanto ao ocorrido.
De cara, sabemos que o pretexto dado pelo Papa não cola. É, a grande maioria do Papas, se não todos, chegam ao cargo em idade avançada. Porém, todos desfrutam de uma mordomia oferecida pela igreja católica. Não tendo eles esforço físico para realização de suas tarefas sacras. E também não quero falar de uma tal relação da renúncia dele com Apocalipse 17. A opinião mais convincente e que nos é mais possível estudar é a de opressão política do estado (Vaticano).
No entanto, a opinião que me chamou atenção essa semana foi o comentário da jornalista paraibana Rachel Sheherazade, ancora do SBT Brasil, que está sendo veiculada na internet.
Em sua crítica a apresentadora questiona qual a posição que deve ser tomada pela fé cristã. Se a fé deve se adaptar ao cristão ou se é o homem que deve se dobrar diante da fé; se a igreja deve se moldar ao mundo moderno. Logo, não há como não lembrar do texto de Romanos 12:2:
"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus".
Sim. A apresentadora está corretíssima a fazer tal questionamento. Afinal, não é a partir desse fato isoladamente que se deve chegar a essa conclusão de que a igreja está tomando rumos pecaminosos. Pois estamos lidando com uma igreja que tem buscado a qualquer custo elementos tipicamente mundanos para sobrepor à Palavra de Deus. Colocando na frente da Verdade Revelada coisas que tiram a glória de Deus para agradar ao mundo mostrando ser uma instituição simpática e avessa à totalidade da palavra de Deus, relativizando-a para moldar-se ao mundo.
"Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus". Tiago 4:4
"Quantas caras a igreja deve ter para atrair mais e mais fiéis?" Essa dura pergunta é o que deve ser o questionamento levantado para o Brasil gospel que parece ser a oposição do Brasil corrupto e imoral. Mas que na verdade tem feito alianças com o mundo construindo uma relação amistosa com práticas mundanas. Contudo, acabo a minha observação com a frase da referida jornalista: "de fato, passarão muitos Papas, mudarão costumes, dogmas. Só uma coisa não pode mudar: as palavras sagradas".
"Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão." Marcos 13:31
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O texto é de Walisson Alves. "Lalu" é amigo, irmão; escreve na UMP da Quarta, e é colaborador do Arte de Chocar.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Pastores mais ricos do Brasil entram na disputa pela vaga do Papa Bento XVI
Após a renúncia do Papa Bento XVI, alguns brasileiros se mostraram interessados em ocupar o lugar do líder religioso católico, entre eles os pastores mais ricos do Brasil: Silas Malafaia, Edir Macedo e Valdemiro Santiago.
Para tentar ocupar o lugar do Papa, o Bispo Edir Macedo pediu o apoio do Governo Dilma. Silas Malafaia não pôde tentar o apoio da Presidenta porque votou em José Serra.
Já Valdemiro Santiago, sem apoio de governo, continuará vendendo mini-tijolinhos de plástico por 600 mil reais, cada, para arrecadar fundos para a campanha rumo ao Vaticano.
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Do G17, via Pavablog.

