sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
05 COISAS NÃO PODE FALTAR NO LOUVOR DA SUA IGREJA
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
"DE UNS TEMPOS PRA CÁ" - SOBRE O AMOR ÀS COISAS E O FARDO PRA CARREGAR
De uns tempos pra cá
os móveis, a geladeira
o fogão, a enceradeira
a pia, o rodo, a pá
coisas que eu quis comprar
deu vontade de vender
e ficar só com você
isso de uns tempos pra cá
De uns tempos pra cá
o carro, a casa, o som
tv, vídeo, livros, bom...
o que em tese faz um lar
admito eu quis comprar
começo a me arrepender
pra ficar só com você
isso de uns tempos pra cá
Coisas são só coisas
servem só pra tropeçar
têm seu brilho no começo
mas se viro pelo avesso
são fardo pra carregar
De uns tempos pra cá
o pufe, a escrivaninha
sabe a mesa da cozinha?
lençóis, louça e o sofá
não precisa se alterar
pensei em me desfazer
pra ficar só com você
isso de uns tempos pra cá
De uns tempos pra cá
telefone, bicicleta
minhas saídas mais secretas
tô pensando em deixar
dê no que tiver que dar
seu amor me basta ter
pra ficar só com você
isso de uns tempos pra cá
Coisas são só coisas
servem só pra tropeçar
têm seu brilho no começo
mas se viro pelo avesso
são fardo pra carregar
[De uns tempos pra cá - Chico César]
P.S.: Dica do meu amigo subversivo, Marco Telles.
***
Antognoni Misael, professor de história, músico e policial militar. Editor do Arte de Chocar.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Keith Green, compromisso com o Reino com o seu próprio bolso?
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
U2 faz música com fé sem rótulo de rock cristão
CRISTÃO PODE IR A SHOW, OUVIR MUSICA DO MUNDO E TER BANDA SECULAR?
Yago Martins
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Abaixo, o vídeo do Vlog do Yago Martins e Felipe Cruz, onde eles elucidam com muita propriedade sobre o tema. Confira:
***
Arte de Chocar.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Marcos Almeida, o movimento gospel e a arte no mundo
“Existe uma outra forma de enxergar a fé, a espiritualidade e a arte no Brasil – e não necessariamente tem uma direção para o consumo interno da igreja (...) pra tocar no culto ou pra fazer um entretenimento religioso. Mas é profundamente cristã, profundamente relacionado com a fé, mas usa outras linguagens. Usa uma linguagem mais poética, não só isso, usa o português (...) e não em (o) ‘evangeliquês’ ”. [Marcos Almeida]
“Então a fé ela não é um colar que você coloca assim (...) um artefato pra te deixar um pouco mais bonito, pra te tornar mais agradável para um mercado religioso. A fé pra gente é um começo; é aquilo que trabalha lá no coração e ensina a gente a olhar o mundo diferente.” [Marcos Almeida]
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
O evangelista Johann Sebastian Bach
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Som da Graça: Amor Incondicional
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Bono Vox é mais relevante do que muitos artistas evangélicos! Saiba o porquê.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
"Lembra-te" - discordando teologicamente dos Arrais
Hoje quero falar sobre uma canção do Thiago e André Arrais. Antes de qualquer coisa, destaco a minha admiração musical pela dupla, em virtude de muitas de suas canções serem belas, e acredite, falarem tão bem sobre Graça (apesar de cantarem, ainda, sobre a Lei).
Espero que não me rotulem como “anti-arrais”, mas compreendam que o que hei de fazer é apenas uma análise sobre a letra de uma de suas canções.
A canção abaixo é uma apologética sabática. Nela, a dupla tenta conciliar o amor a Deus com a sustentação da guarda do sábado, e conclama que o ouvinte “Lembre-se” e obedeça a este mandamento.
Bem, não quero ser denso, nem realizar um estudo longo sobre o tema (caso alguém deseje, sugiro a boa leitura do artigo do Rev. Solano Portela, clicando aqui), entretanto desejo comentar as estrofes abaixo. Vamos lá:
Título: Lembra-te
Será que a lei quebrada foi na cruz ou anulada foi, perdeu o valor?
Mas como devo explicar que Deus não muda, que sua palavra é uma?
E como compreender que o Autor de toda a vida, separa o santo dia?
Primeiramente a resposta para a pergunta que inicia a canção é a palavra SIM - digo isto crendo no Cristo e na autoridade de Jesus. A lei foi quebrada e anulada por ter sido cumprida em Jesus e dela fomos libertos, como disse Paulo aos Gálatas 5.1.
A segunda pergunta é facilmente respondida. Deus não muda, óbvio, mas a relação que ele mantém com o seu povo (o Israel de Deus) mudou. Isto se deu por causa do seu eterno plano de redenção quando decidiu descer de sua Glória firmar um novo relacionamento com o homem (Fp 2.7).
Sobre a terceira pergunta da canção, relembremos esta passagem de Paulo aos Colossenses: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl 2.16-17).
A guarda do sábado semanal era sombra do que viria e apontava para Cristo. Veja:
“Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita. Porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei. Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo da lei. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gl 3.19-26)
Sendo assim a lei de Moisés serviu para nos conduzir a Cristo. Paulo é muito claro em sua carta aos Gálatas, por isso entendemos que ao morrermos com Cristo, morremos para a lei, haja vista que a lei não alcança os mortos.
“Agora estamos livres da lei, pois morremos para aquilo em que estávamos retidos, a fim de servirmos em novidade de espírito, e não na velhice da lei” (Rm 7.1,4,6).
Neste viés, sabemos que Jesus cravou na cruz as ordenanças nem nossos pais conseguiram suportar (Atos 15.10). Não obstante, o Apóstolo afirma categoricamente que as antigas ordenanças eram transitórias, e foram abolidas por Cristo (2 Co 3.7-14). Por isso, nós não somos mais guiados pela lei, mas pelo Espírito.
A canção continua:
"Eu sou criatura. Deus é criador
Quem cria e restaura é o Senhor.
Sábado perfeito creio e obedeço
Cravado na pedra para que eu lesse:
Lembra-te" do dia santo e da criação"
Na Nova Aliança os princípios éticos e morais foram ratificados nos Dez Mandamentos, mas, notemos, exceto a guarda do sábado. Se lermos minuciosamente o Novo Testamento não encontraremos em lugar algum a reserva do sábado. O Decálogo que corresponde a instrução na Nova Aliança apresenta-se desta forma:
“Não terás outros deuses diante de mim” (At 14.15); “não farás para ti imagem de escultura” (1 Ts 1.9; 1 Jo 5.21); “não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão” (Tg 5.12); “Lembra-te do dia do sábado para o santificar” (não mencionado no NT); “honra teu pai e a tua mãe” (Ef 6.1); “não matarás” , “não adulterarás”, “não furtarás”, “não cobiçarás” (Rm 13.9); “não dirás falso testemunho” (Cl 3.9).
Portanto, as frases da canção acima, quando confrontadas com os versos bíblica citados, não condizem com a nossa interpretação do “sábado perfeito” cantado.
"Monumento da graça do meu coração
Será que o que eu creio é mera teoria?
Idéias distorcidas?
Mas impossível é negar o que a palavra viva da força que me inspira"
O que a canção diz que Crê não é mera teoria, mas foi real na velha aliança! Ideias distorcidas? Sim, para os dias de hoje, mais ainda.
"E tendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra descansou
E abençoou Deus o sétimo dia...
Lembra-te do dia de sábado para o santificar
Seis dias trabalharás... mas o sétimo dia é o sábado do Senhor...
Aqui está está a perseverança dos santos"
As palavras acima são verdade. Porém, o sábado era um sinal, como o foi a circuncisão, entre Deus e os filhos de Israel, assim como o arco era um sinal do pacto com Noé: “Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: "Certamente guardareis meus sábados, porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações, para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica. Portanto, guardareis o sábado...aquele que o profanar, certamente morrerá” (Êx 31.13-14).
No entanto, não acho difícil notarmos que estamos na Nova Aliança, e nela a nossa aceitação diante do Pai é pela graça, mediante a fé em Jesus (Jo 3.15-18; Rm 10.9; Ef 2.8-9).
"Os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.."
" e disse-lhes Jesus: Se me amares guardareis os meus mandamentos.."
O próprio Jesus sabendo de sua missão em cumprir toda a Lei disse: Tenho-vos dito essas palavras para que a minha alegria permaneça em vós e a vossa felicidade seja completa. E o meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como Eu vos amei. (Jo.15:11)
"Me recuso a crer no que os outros dizem, no que o mundo exige
Como no passado, hoje a minoria sustenta essa doutrina
Perfeito dia em meio a lei que é eterna
Descanso na promessa"
Bem, sem mais delongas, para não ser redundante, digo, se porventura você que gosta dos Arrais e quer seguir o conselho dado por eles, não se esqueça que se porventura for guardar o sábado, o faça fielmente aos preceitos do Antigo Testamento, tipo: não saia de casa nesse dia (Êx 16.29); não compre ou venda nada neste dia (Am 8.5) não acenda o fogão (Êx 35.3); não viaje (Ne 10.31); não carregue peso (Jr 17.21), e mais, "Lembra-te" que a violação disso tudo te torna descumpridor da lei, debaixo da maldição dela e apto a pena de morte (Êx 31.15; Dt 27.11-28; Gl 5.1-5; Tg 1.23; 2.10).
***
Antognoni Misael, ao som dos Arrais.
quarta-feira, 16 de julho de 2014
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Música e religião na era do pop
O gospel é um dos fenômenos culturais mais significativos do início do século XXI. Além de constituir-se em guarda-chuva, que abriga quase todo estilo musical utilizado pelos evangélicos brasileiros, o gospel também representa novas atitudes e posturas evangélicas.
Mais do que música, o gospel passou a ser um modo de produção. O cantor gospel, que alguns chamam de levita ou adorador, tem se tornado não apenas o intérprete musical da mensagem cristã, mas também passou a ser considerado um multiplicador econômico de objetos, acessórios, roupas e eventos.
Em nossa época de entretenimento em escala industrial, a fé é um show e a religião-espetáculo não abdica da música. Nos tempos do triunfo do pop, a música gospel no Brasil demonstra uma forte interação com o mercado da música popular.
Se a mentalidade religiosa ocidental mudou e a fé ajuda a alavancar o consumo, como isso repercute na prática musical dos cristãos? Essa relação entre o gospel e o pop se dá somente no campo da letra e do estilo da canção ou também está nas estratégias de marketing e na performance dos cantores gospel? Afinal, o gospel é pop?
Foi com essas observações e perguntas na cabeça que escrevi o livro "Música e Religião na Era do Pop" (Ed. Appris). No primeiro capítulo - “Cultura pós-moderna e religião”, demonstro como as características da pós-modernidade podem explicar as novas demandas de consumo e as expectativas religiosas dos evangélicos.
No capítulo seguinte, “Os novos evangélicos: modos, mídias e músicas”, focalizo as atividades de mercado e o crescimento midiático das denominações neopentecostais (Igreja Universal, Internacional da Graça de Deus, Renascer, Sara Nossa Terra, Bola de Neve, entre outras).
No capítulo “O gospel é pop?” recupero a trajetória do gospel desde seu surgimento nos Estados Unidos até seu estágio moderno de interação entre a unção religiosa e a bênção do pop.
Em “O evangelho segundo o gospel” faço uma análise da carreira da cantora e pastora Aline Barros, estudando detalhadamente suas canções, sua performance cênica e vocal e também a publicidade comercial das empresas que usam sua trilha sonora de louvor, milagres e curas.
No capítulo “Música para diversão e salvação” abordo estilos musicais que já foram marginalizados, inclusive pela mídia secular, e recentemente foram adotados em produções musicais do gospel no Brasil, como o axé, o funk e o hip hop.
No último capítulo, “O futuro da música gospel”, falo também sobre o futuro do gospel no Brasil e menciono a existência do coro dos contrários, que não participa do cordão da euforia econômico-musical do gospel e tem restrições quanto à combinação de comércio e teologia no mundo da música cristã.
Com esse livro, desejo contribuir para a pesquisa sobre a temática da música cristã praticada no Brasil. Gostaria que os leitores notassem os mecanismos de mercantilização da religião e da música religiosa e também compreendessem o caráter historicamente dinâmico e flexível da música no Cristianismo.
Serviço: o livro “Música e religião na era do pop” pode ser adquirido pelos sites da Editora Appris ou das livrarias Saraiva e Cultura.
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Joêzer Mendonça é doutor em Musicologia e professor de História da Música na PUCPR. No blog Nota na Pauta escreve sobre arte, mídia e religião.
Fonte: Cristianismo Criativo.
sexta-feira, 28 de março de 2014
Quando estou em sua presença dá vontade de Morrer
Conclusão:
Dá vontade de chorar
Dá vontade de cair
Dá vontade de sumir
Diante de Ti
Dá vontade de morrer
Dá vontade de chorar
Dá vontade de cair
Dá vontade de sumir”
quinta-feira, 27 de março de 2014
“Beijinho no Ombro” e “Sabor de Mel”, rolou um clima #MISERICÓRDIA
Recentemente a funkeira Valeska Popozuda tem destilado seu sucesso maquiavélico com a música “Beijinho no ombro”. Na canção ela demonstra aos inimigos que com "fé" em Deus é possível superar dificuldades e inveja. Vangloriar-se diante das conquistas é o segredo para debochar com glória.
O vídeo abaixo é interessante pois em 2008, a cantora Damares alcançou as paradas do sucesso com algo bem parecido: a canção “Sabor de Mel”.
Diante desta comparação, fico a imaginar: será se foi o "sabor de mel" que inspirou o tal do "beijinho no ombro"? Quem sabe...
Que Deus tenha misericórdia disso tudo. Afinal, a nossa vitória não teve e não tem sabor de mel, mas sim derramamento de sangue; nem beijinho no ombro, mas sim, uma Cruz sem tamanho sobre aquele que levou as nossas dores.
***
Antognoni Misael, editor do Arte de Chocar.
segunda-feira, 17 de março de 2014
Qualidade musical nas igrejas: vamos conversar?
Sérgio - É verdade. Nos últimos anos tenho estado mais ocupado. No entanto, o que mais tenho visto nas igrejas locais (sejam elas reformadas ou pentecostais), nesses quase 20 anos de viagens com o Baixo e Voz, é uma grande confusão musical e teológica praticada em boa parte das equipes. Amo trabalhar com música e servir à Igreja, por isso, essa preocupação. Alguns dos motivos (aqui falo de forma generalizada, mas claro, que há exceções):
Sérgio - Nesse caso das palestras gratuitas, tive convites de denominações pentecostais (como O Brasil para Cristo) e reformadas (como a Presbiteriana). Estou aberto a convites de qualquer denominação evangélica. Sou membro da Igreja Presbiteriana do Brasil. Meu currículo Lattes tem meus dados profissionais e no nosso site (www.baixoevoz.com.br) será lançado na primeira semana de fevereiro), há um breve histórico da minha carreira na música.
Sérgio - Quem participa das equipes de música relacionadas ao louvor tem que estar presente. Apesar de não ser o foco da palestra a música coral, os cantores e regentes são bem-vindos, assim como a liderança da igreja local.
Sérgio - Entrar em contato pelo e-mail sergioemarivone@hotmail.com, enviando uma data possível (por favor, consulte nossa agenda antes, clicando aqui e lembrando que as despesas (carro/ avião, traslados, alimentação e hospedagem) serão pagas pela igreja anfitriã. Se os valores das despesas estiverem impraticáveis (moro em São Paulo, capital), ofereço uma videoconferência (skype, ou algum outro meio que não gere despesas).
sábado, 15 de março de 2014
"Deus não divide a Glória dEle com ninguém"!, exorta Rodolfo Abrantes em relação a idolatria dentro da igreja
Não conheço com detalhes a obra do Rodolfo Abrantes, mas confesso que todas as vezes que vejo os seus discursos como um cristão que lida com a música percebo uma validade e comprometimento intensos com o reino de Cristo.
Apesar de ser um vídeo curto, Rodolfo alerta sobre a cultura idólatra existente dentro das igrejas, o inchaço no número de evangélicos e crescimento do mercado gospel. No vídeo ele dá algumas declarações contundentes como:
“Multidão quer o que Deus pode dar, discípulo quer Deus por quem Ele é”.
“Eu peguei birra desse nome gospel (...) mas eu quero me curar disso, porque Gospel significa Evangelho, Palavra de Deus.”
Em relação aos artistas gospel que fazem do seu palco um altar de fama, Rodolfo, que fez caminho inverso, saindo de lá, ele desabafou:
“Não me diz que eu tava certo, e eu to numa roubada hoje tentando ser adorador” (??)
Veja o vídeo:
Rodolfo Abrantes é um dos que tem rejeitado este Evangelho embrulhado de glória, fama, show e grana! Pois então gente, vamos orar por esse cara!
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Tarde Te amei (AGOSTINHO) - Stênio Március e Diego Venâncio
Stênio Márcios e Diêgo Venâncio mais uma vez tecendo o mais belo pano pra aquecer a nossa alma.
Meu amigo Pedro Brilhante compartilhou esta canção. Daí eu fui inventar de ouvi-la. Chorei.
Aos pés do Cristo, chorei.
***
Arte de Chocar.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Quando a brasilidade encontra a nossa música
sábado, 15 de fevereiro de 2014
O paradoxo do ser, a oração do Publicano e o Teatro Mágico
1)” Meu Deus! Sei que não sei rezar. Como viver então? Não é só pra pedir por mim e por outros, mas pra confortar e acalentar e agradecer dentro de nós".










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