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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Jovem brasileira é a mais infiel do mundo, diz pesquisa

Fonte: Terra

Antes que a polêmica seja instaurada, vamos ao que interessa. O site de relacionamento extraconjugal AshleyMadison.com - ou seja, um site dedicado especialmente a pessoas que estão em um relacionamento, mas procuram outros parceiros -, divulgou uma pesquisa nesta quarta-feira (19), onde aponta que as mulheres brasileiras são as mais jovens quando o assunto é infidelidade.

Baseado na idade média das inscritas no serviço, de 26 anos, o diretor geral do site no Brasil, Eduardo Borges, cravou: "Dados recentes representam que as brasileiras já iniciam seus relacionamentos extraconjugais com apenas 1 ou 2 anos de casamento". Segundo ele, a "culpa" da insatisfação das jovens brasileiras pode ser da própria cultura sensual do País, que não suprime o desejo sexual.

Feita com mais de 2.500 mulheres, uma outra pesquisa mostra que 57% delas admitem ter dois ou mais amantes ao mesmo tempo. De acordo com 46%, o desejo de variedade é o principal motivador da traição e 14% se queixam da falta de sexo no casamento.

A pesquisa também faz um "top 5" das cidades que tiveram as mulheres mais jovens entrevistadas, que admitiram ser infiéis. Goiânia e Florianópolis tiveram uma maioria de 25 anos, Belo Horizonte de 26, Salvador de 27 e São Paulo de 28 anos.

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Nota do blogueiro: Tá aí mais uma prova de que uma das facetas da pós-modernidade é o hedonismo a todo custo! E o que mais me conforta é saber que tais dados não se atribuem às jovens crentes. Não é verdade?

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Ela se diz evangélica, usa bumbum como profissão e teve muro pichadopor religiosos

Recentemente o portal ego (globo) publicou a matéria “Evangélica concorre ao título de Miss Bumbum: 'Julgarão como pecado' que diz respeito a candidata Rebeka Francis a miss bumbum 2014. Leia o que o portal escreveu sobre:

Rebeka Francis, a candidata de Rondônia ao título de Miss Bumbum 2014, vem sofrendo com uma pichação ofensiva no muro do prédio onde mora, em São Paulo. Recentemente, a moça - que divide apartamento com a amiga Andressa Urach (vice miss bumbum 2012) - se deparou com a frase ‘Miss Bumbum do Capeta’ em letras garrafais na entrada do prédio.

Inicialmente foi especulado que a mensagem seria para Urach, a mais famosa participante do concurso, mas isso foi logo desmentido pela própria Rebeka, que segue a religião evangélica. “Aquilo foi pra mim, pois há dias tinham uns perfis fakes em minhas redes sociais falando sobre minha religião. Como é algo que realmente me ofende, eles acharam meu ponto fraco e quiseram me humilhar. As pessoas são maldosas e acabam não tendo noção de seus atos”, disse a Miss Bumbum Rondônia.

Rebeka contou ao EGO que sempre sonhou participar de um concurso de beleza, mas que a sua família, que segue a mesma religião, não apoia. “Mas eles aceitaram”, garantiu ela, antes de completar: “Quando entrei no concurso, foi para ir até o fim. Posso sensualizar, sim, sem problema nenhum, mas uma coisa é o concurso, outra é a minha religião. Jamais vou sensualizar em uma igreja".

Em São Paulo, a candidata ao Miss Bumbum 2014 tem frequentado a Igreja Universal com a amiga Andressa Urach, a quem é só elogios. “Conheço uma Andressa que poucas pessoas conhecem, uma pessoa batalhadora, amiga, sincera e também temente a Deus. Sinto que Deus está fazendo a obra na vida dela e me sinto muito abençoada por estar participando disso”, declarou.

Preconceito e ensaio nu

Rebeka sabe que sua opção pode não ser bem aceita pela comunidade evangélica. A candidata, porém, está dedicada a seguir seu sonho. “Não estou me vendendo, nem nada parecido. Sou empresária, estudante e participante de um concurso, mas as pessoas com certeza vão me julgar como pecadora. Quem não tem pecado que atire a primeira pedra. Sei que Deus sabe meu coração e meus sonhos, o que me importa é ir buscar a palavra e alimento para meu espírito”, afirmou.

Ela ainda confessou que ficou tímida no começo por ter que ficar tanto tempo de biquíni, mas que, mesmo com um visual mais discreto, não teria como esconder seus ‘atributos’. “Acredito que dá para ser sensual com roupas mais fechadas também, depende da pessoa. Quando você tem um corpo escultural, qualquer roupa sendo justa deixa as curvas à mostra, mesmo estando toda vestida”, opinou. Já quanto a um possível ensaio nu no futuro, Rebeka ainda está em dúvida: “Não sei se faria, por respeito a minha família, acho que não”.

Fonte: Ego Globo.

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Nota do blogueiro

Quero pontuar quatro coisas rapidamente:

1) O termo “evangélico” em nossa nação não traz mais o antigo significado de ser seguidor do Evangelho. Ele hoje é um termo ressignificado, e suas conotações perpassam por uma banalização de massa como um fenômeno de democratização do rótulo religioso, até certo ponto compreensível, quando levamos em conta o retrato de uma igreja que tem se moldado a cultura do mundo, ao invés de ser a produtora de cultura.

2) No país onde uma bunda vale mais que uma idéia, e a religião é como cardápio a gosto do freguês, não me espanta a senhora Rebeka tentar conciliar sua poupança (em todos os sentidos) com sua espiritualidade.

3) Caso a igreja que a Rebeka congrega e confessa a sua fé for realmente a IURD, isso apenas corrobora para entender que ela não é genuinamente evangélica, e que o lugar onde ela busca auxilio espiritual é sem dúvida alguma, a maior seita existente no Brasil.

4) O mais triste é notar que já existe uma tentativa de conciliar a sensualidade e erotização com a vida cristã no meio da juventude dita evangélica. Desde as famosas selfie’s, imagens de adolescentes e moças trajando apenas biquíni, e o próprio comportamento feminino dentro de algumas comunidades tem dado uma demonstração clara de que a juventude feminina cristã tem muito mais sido influenciada do que influenciadora diante das imposições feministas do atual momento.

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Antognoni Misael

segunda-feira, 14 de julho de 2014

“Porque Garotas Cristãs Postam Selfies Sedutoras” por Kristen Clark

self femQuando eu estava no ensino médio, Bethany e eu decidimos que queríamos fazer uma sessão de fotos bem legal de nós mesmas.


Colocamos as roupas mais modernas que poderíamos encontrar, nos cobrimos com jóias, colocamos duas camadas de rímel e nos dirigimos a um lugar privilegiado – o nosso telhado. Recrutamos (imploramos) uma de nossas irmãs mais novas para ser a nossa fotógrafa. Todas nós subimos ao telhado de nossa casa e ela começou a tirar as fotos.


Sim, um telhado é um lugar inusitado para fazer uma sessão de fotos, mas nós fizemos lá para que a perfeita brisa de top model soprasse direitinho o nosso cabelo. Para cada foto, nós posavámos exatamente do jeito que tínhamos visto as modelos profissionais fazerem – com os lábios franzidos, uma sobrancelha erguida, a mão no quadril e olhos sérios.


Sem que ninguém nos ensinasse como posar sedutoramente, nós fomos “profissionais” e sabíamos exatamente o que fazer. Nós postamos nossa sessão de fotos no Facebook com todo orgulho e esperamos os elogios aparecerem.


Sedução é a nova norma.


Infelizmente, vivemos em uma cultura que treina as nossas mentes para ver sedução como norma a partir de uma idade muito jovem. Basta dar uma rápida caminhada pelo shopping e você verá cartazes atrás de cartazes com modelos em pose sensual. Desde a invenção do Pinterest, Instagram e outros aplicativos, imagem sensuais estão em nossa frente mais do que nunca.


Como garotas cristãs, estamos sendo bombardeadas por mensagens de nossa cultura que sedução e poses sensuais são legais, descoladas e normais. Tirar selfies sedutoras não é mais atrevido… é aceitável e louvável. Por vivermos em um mundo caído, faz sentido que a cultura incentive as garotas a agirem assim.


Faz sentido que as supermodelos e meninas não-cristãs não tenham problema em postar selfies assim.


A pergunta que eu tenho pra você é esta: Por que razão as meninas cristãs estão postando selfies sedutoras?


Fico chocada, às vezes, quando eu entro no meu Instagram e vejo algumas das poses sensuais que minhas amigas cristãs estão postando. O que mais me surpreende é que eu leio os comentários de outros amigos cristãos que estão elogiando as imagens e chamando-as de “lindas”. Como assim? Parece uma epidemia ao longo dos últimos anos.


Por que meninas cristãs gostam tanto de postar selfies sedutoras?


Eu sei a resposta para estas perguntas, porque eu costumava ser uma daquelas meninas. Eu costumava ser a garota por trás do iPhone tirando aquelas selfies sedutoras. Eu era a garota do telhado fazendo uma sessão de fotos para que eu pudesse exibir os resultados para os meus amigos.


Quanto a mim, eu postava as fotos porque queria que os rapazes me notassem. Eu queria que as pessoas elogiassem “o quão bonita eu era”. Eu adorava ouvir o louvor e afirmação dos meus amigos. Nunca foi por um “acidente” que eu postei uma foto minha. Era sempre intencional e planejado. Eu já tinha visto imagens suficientes de modelos da moda para saber como uma foto sensual devia ser.


Muitas de vocês que estão lendo este blog, sabem exatamente do que estou falando, porque você já fez a mesma coisa.


A verdade é que, postar selfies sedutoras é apenas um sintoma exterior de uma questão muito mais profunda.


É um sinal de uma menina que anseia por algo mais. É um sinal de uma menina que está tentando encher o seu ego através dos louvores e elogios de seus amigos. Uma menina que deseja atenção de rapazes e tem a esperança de que eles vão notar uma de suas fotos. Uma menina que quer parecer confiante, mas é fraca e solitária no interior. Uma menina que gosta de seduzir os rapazes fazendo com que eles “queiram o que não podem ter.”


Selfies sedutoras são nada mais do que imagens que gritam, “Olhe para mim!”. Elas são uma oportunidade para apontar os holofotes sobre si mesma por um breve momento e esperar que alguém note.


Como garotas cristãs, Deus nos chama para um padrão muito mais elevado do que para jogar o jogo “selfie sedutora”.


Todo o propósito de nossas vidas é apontar outros a Cristo, não para nós mesmas. Esse tipo de foto nunca é centrada em Cristo, mas é sempre centrada em sí mesma. Deus nos chama a viver uma vida moralmente pura em todos os sentidos.


Postando fotos sedutoras de si mesma, você não está promovendo a pureza ou santidade dentro do corpo de Cristo.


Desde aquele dia no telhado, Deus me deu convicção de pecado acerca da motivação e condição do meu coração. Diga-me se você acha que selfies sedutoras não são erradas de acordo com Efésios 5:1,3: “Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados. Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos”.


O que você acha?


Primeiro somos chamadas a sermos imitadoras (reflexos) de Deus para o mundo que nos rodeia. Você e eu somos filhas de Deus! Precisamos refletir bem o caráter e a pureza de nosso Pai. Em segundo lugar, somos ordenadas a ficar longe de qualquer forma de imoralidade sexual e toda a impureza. Você entendeu isso? “Qualquer forma … toda a impureza”.
Selfies sedutoras não tem chance contra estes versículos.


Nossa cultura nos diz que santidade e pureza é careta e que ser rigorosa demais consigo mesma a levará a uma vida de tédio. Se for esse o caso, então por que há tantas meninas solitárias, tristes, deprimidas, inseguras e carentes?


Deus nos dá padrões de pureza e santidade, porque Ele sabe que é o que é melhor para nós. A verdadeira alegria e contentamento não virá através dos aplausos de seus amigos, ela só virá através de obedecer e honrar a Deus. “Bem-aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na lei do SENHOR. Bem-aventurados os que guardam as suas prescrições e o buscam de todo o coração” Salmo 119:1-2.


Eu sei que você quer ser abençoada por Deus. Tenho certeza! Em vez de ficar se esforçando para alcançar o aplauso vazio deste mundo, se esforce para receber os aplausos gratificantes de seu Rei.


Nada lhe fará mais feliz do que viver para a glória de Deus.


Como garotas cristãs, temos o dever de honrar nosso Rei, em todas as áreas de nossas vidas. Temos a responsabilidade de refletir a imagem de Cristo para o mundo perdido ao redor de nós.


Você vai se juntar a mim em rejeitar a tendência de selfies sedutoras? Você vai dizer não às postagens de fotos que te auto-glorificam e colocam toda a atenção em você?


Nosso mundo precisa desesperadamente de meninas cristãs que estejam dispostas a defender a verdade de Deus, exibindo algo muito maior do que elas mesmas.


Vamos tornar isto pessoal:


Você é culpada por postar selfies sedutoras? Se assim for, qual é a sua motivação por trás das publicações?


Você está disposta a pedir perdão a Deus por não refletir bem a Sua imagem? Se assim for, confesse seus pecados e peça a Deus para criar um coração limpo e puro dentro de você.


De que forma você é tentada a colocar a atenção sobre si mesma, em vez de Deus?


Eu adoraria ouvir o que você tem a dizer sobre isso nos comentários abaixo!


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Este post é uma tradução de um artigo de Kristen Clark publicado originalmente no Blog “Girl Defined”, traduzido e publicado em Português no blog Juventude Presbiteriana e reproduzido com permissão da autora e tradutora.


A Mini Biografia da autora será postada em breve.
Traduzido por: Bruna Bugana
Revisão: Flávia Silveira


Fonte: Mulheres Piedosas. Dica: Deborah Pedroso.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Será que Deus habita o meu coração e o diabo o meio de minhas pernas?


Ser mulher, cristã, adulta e não casada é, no mínimo, complicado. Além da óbvia e costumeira cobrança da família, amigos e igreja para que você brevemente se case, bem como as inúmeras tentativas bem intencionadas (será mesmo? Risos) de te encontrarem o par perfeito, a pessoa ideal, a sua outra metade da laranja, a tampa da sua panela ou a costela perdida - em bom evangeliquês - há também a questão pessoal:


Como ser solteira, cristã, adulta e santa? Entendendo “santa” como “casta” para a situação que por hora abordamos. Será possível mesmo andar em santidade-castidade quando se é um adulto cristão? Como é que se namora?


Muitos já tiveram suas experiências e afirmam que, depois que você começa, fica difícil parar e como já ouvi certa vez, para que se guardar quando não se é mais virgem mesmo? Há também o argumento de que é impossível se conter, é a natureza, são os impulsos. Totalmente compreensível, pois é difícil não ceder a um impulso que detona tanto prazer e satisfação para nosso corpo. Mas creio que a questão não está no impulso em si, mas sim no fato de que não queremos conte-lo, pois é um impulso que nos premia com sensações maravilhosas e intensas e hoje com as várias formas de prevenção e contracepção, as consequências não são, de forma geral, danosas, mas sim prazerosas.


Tratar desse assunto no contexto cristão ainda é difícil. Há o problema da cultura religiosa que trata pecados sexuais como pecados “piores” do que outros. Mesmo que pareçam imperdoáveis no ambiente eclesiástico, os pecados sexuais são pecados e ponto, nem maiores e nem piores do que qualquer outro. Afirmações de que a pessoa esteja sob a influência de um espírito maligno ou enumerar um número sem fim de maldições também não é o caminho mais viável para abordar o assunto, pois a maior parte dos casos refere-se simplesmente a algo físico e orgânico, ou seja, próprio da natureza humana saudável. Alegar também que se o casal de namorados não se guardar será afetado pelo resto de seus dias em seu casamento é cruel, reducionista e ouso dizer que inverídico.


Em meus anos de caminhada cristã tenho visto casais que não se tocaram, que oraram por meses e até anos, se casaram e vivenciaram um retumbante fracasso. Conheci outros que se arriscaram na mesma prática e deram certo. Em contrapartida há aqueles que não conseguiram segurar a onda, não se guardaram e vivem muito bem casados até hoje, e outros não. Conheço pessoas que fizeram a antiga corte, conheço os que oraram, conheço os que não oraram, conheço os que esperaram até o dia “D”, conheço os que não esperaram pelo dia “D” e o que posso afirmar de tudo que vi?


Afirmo o óbvio: não há uma regra fixa, uma lei definida. Estamos falando de relacionamentos e não de uma regra básica de matemática simples, pois sabemos que nessa conta 1+1 não é necessariamente igual a 2.


Não pretendo espiritualizar ou desespiritualizar essa questão tão polêmica e delicada em nosso meio. Como mulheres podemos vivenciar várias situações: fazer sexo achando que é amor e para sempre, fazer sexo com um amigo por achar que será menos complicado, fazer sexo por simples atração e sem encanação e nos sentirmos péssimas depois, podemos escolher não fazer sexo e esperar o casamento e acabar decidindo não casar, podemos fazer sexo solitário e até mesmo sexo virtual, podemos pensar em nunca mais pensar em fazer sexo, fazer sexo antes de nos converter, fazer sexo depois de nos converter e mais importante do que tudo o que podemos fazer ou deixar de fazer em relação ao sexo, é o fato de que podemos nos ARREPENDER por praticá-lo de uma forma que não glorifica ao PAI.


Sim, creio que em meio a tanta erotização, deturpação e banalização do sexo, em meio a tanta cobrança para praticá-lo ou não praticá-lo [você só precisa escolher por quem quer ser linchado – pelo “mundo” ou pela “igreja”], em meio a tanto falatório sobre o assunto, o que me interessa mesmo é o que o PAI pensa sobre isso e noto que a Bíblia bate forte em relação as perversões sexuais e estipula um modelo seguro para a prática do mesmo – o qual comumente chamamos de casamento.


Friso que, naquela época, o casamento não se fazia no cartório e nem na igreja. Ao contrário do que muitos hoje imaginam, não é um juiz de paz ou um clérigo que me fará ser casada e creio que o ser casado é o que justamente me dá legitimidade para a prática de um sexo puro e santo. Não desmereço o casamento no cartório ou pela igreja, são ritos válidos e lindos, mas não se engane, há pessoas que por esses ritos passaram e depois de anos juntas ainda não se sabem casadas.


Será o sexo entre eles santo e puro? E quanto aos maridos que forçam suas mulheres? E quanto as mulheres que se entregam aos seus maridos não pelo simples prazer da entrega, mas porque querem aquele agradinho a mais e sabem que isso se consegue na cama? Não seria também praticar o sexo de forma pervertida ainda que legalizada pelo casamento? Onde há legalidade há também legitimidade?


Não tenho a pretensão de ser baluarte da santidade e pureza sexual de ninguém, pois tanto casados como solteiros têm suas pressões e a diretriz do PAI é única a todos: não pequem, fujam das tentações, sejam santos como eu sou santo.


A que conclusões se pode chegar?


Sinceramente, não sou eu quem te direi. Creio num caminhar pessoal e individual com o PAI e aquilo que pode ser tranquilo e normal para você pode provocar no próximo um desmoronamento moral e um degringolar de sua santidade sexual.


Creio sim, ser possível vivermos uma sexualidade santa, sadia e plena. E, como em todas as coisas, precisamos da companhia de Cristo a nos guiar, instruir e guardar até mesmo de nós mesmos, de nossos desejos que podem até ser lícitos, mas não nos convir.


Equilíbrio, moderação, consciência do evangelho, humildade e intimidade com o PAI são alguns elementos de uma fórmula que só você pode manipular e dosar para o seu bem estar sexual, seja como solteiro, namorado, noivo ou casado.


Finalizo com um pensamento de Jonathan Edwards: “a maioria dos cristãos vive como se Deus habitasse seu coração e o diabo o meio de suas pernas”.


Sabemos que Deus nos habita por inteiro, não tenhamos medo de nossa sexualidade, não nos assombremos com essa dimensão de nossa existência, aprendamos que em nossa vida sexual como em todas as demais áreas de nossa vida: DEPENDÊNCIA DE DEUS será sempre a melhor escolha.


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Texto de Roberta Lima, organizadora do Blog Meninas do Reino.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Eu não mereço ser estuprado. Ponto!



Muita polêmica em torno do óbvio e de perguntas muito mal feitas e, consequentemente, mal interpretadas e mal usadas em diversas agendas. Digo o seguinte, e não espere uma sequência lógica de argumentos, se não um desabafo desordenado no final do dia:


1. Ninguém merece ser estuprado! Nem mulher, nem homem, nem religioso ou ateu, nem velho, nem criança, nem homossexual, nem prostituta, nem jornalista, nem tímidos ou extrovertidos... será que é preciso estabelecer categorias de quem não merece ser estuprado? Ninguém merece isso, nem o insano que pensa que outro merece ser estuprado (eles existem!).





2. Ninguém merece ser atacado. Isto vale para todos os seres humanos. É por isto que temos leis que devem ser respeitadas, inclusive aquelas que dizem respeito à moral, os bons costumes, respeito a valores que a sociedade construiu durante décadas e que encontram-se em baixa no meio da população contemporânea e que prezam mais o valor das ideias individuais do que o que diz respeito a todo mundo: “o corpo é meu e eu faço dele o que quiser”. Se assim for, tudo é permitido e as leis contra, por exemplo, drogas, deveriam mesmo ser extintas. Não é isto que querem os consumidores de drogas e abolicionistas da canabis? Isso é só o começo, mais virá a frente.


3. Ninguém merece ser ameaçado e nem intimidado. A única coisa que deve ameaçar um ser humano é sua própria consciência e a lei, que afirma quais são os direitos e os deveres do cidadão e, consequentemente, as penalidades que ‘ameaçam’ aqueles que quebram a lei. Até mesmo Deus, ao tratar com o homem, trata-o conforme a sua santa lei e a consciência, afirmando que esta o condena.


4. Ninguém merece responder as questões conforme feitas na pesquisa do IPEA. Conforme bem exposto por Felipe Moura Brasil na sua matéria A culpa do estupro não é da mulher, mas a da confusão é da pesquisa do IPEA! Essa, sim, merece ser “atacada”! Não vou me delongar aqui. A pesquisa é mal feita!


5. Ninguém merece a rápida e tola conclusão de boa parte da mídia: 65% da população pensa que mulheres que mostram o corpo merecem ser estupradas. Estou quase batendo de porta em porta aqui no meu prédio para ver se a pesquisa se confirma, mas tenho cá minhas dúvidas. Afinal de contas, o que significa “merecer ser atacada”? Tem algo de podre no reino da dilmamarca. Da tolice da pergunta, à conclusão tola, porém, óbvia e imediata, já ouvi várias vezes no rádio e televisão: 65% da população pensa que mulheres que mostram o corpo merecem ser estupradas (porque a próxima questão diz “Se as mulheres soubessem se comportar haveria menos estupros.”)


6. Ninguém merece viver numa sociedade que ataca e explora qualquer pessoa! Existe mais violência contra aquele que é mais fraco? Sim, existe! Existe mais violência contra a mulher do que o homem? Digamos que sim, que o homem, normalmente, por ter mais força física que a mulher, tende a agredir e querer resolver disputas na força física. Assim também são atacados todos, todos os dias. Hoje mesmo vi na TV a cena dantesca de uma caixa de supermercado ser assassinada a sangue frio, diante de câmeras, pela seguinte razão: nenhuma. O fato é que a vida numa sociedade sem valores, não tem valor.


7. Ninguém merece viver com leis que não são severas e realistas e governos que não usam sequer a fraca a lei para punir quaisquer crimes, inclusive o estupro! Felipe Moura Brasil publicou em outro artigo o que a população brasileira, de fato, pensa sobre estupradores: “Mas o que a população brasileira realmente pensa a respeito de estupradores? Eu conto: de acordo com uma pesquisa de 2010 do Núcleo de Estudos da Violência da USP, 39,5% dos entrevistados acham que estupradores merecem pena de morte, 34,3% defendem prisão perpétua e 11,1% apoiam prisão com trabalhos forçados. Ou seja: a imensa maioria da população defende penas tão duras aos estupradores que elas sequer estão previstas no nosso Código Penal. Ou ainda, traduzindo para o idioma do IPEA: nenhum outro criminoso “merece” tanto a pena de morte, para os brasileiros, quanto o estuprador.” Não é que nosso povo é mesmo esquizofrênico? É a favor do estupro se a mulher mostrar o corpo e depois, de aplicar a pena de morte porque o estuprador fez aquilo que a mulher merecia!?!?


Tinha ainda mais a desabafar, mas tenho que fazer o jantar. Pura opressão feminina!


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O texto de é Mauro Meister, que é professor, pastor presbiteriano e faz parte da equipe do blog O Tempora, O Mores!






domingo, 22 de dezembro de 2013

O que a bola de neve quer esconder

Igreja evangélica da prancha de surfe, frequentada basicamente por jovens, tenta censurar livro que revela o conservadorismo por trás do discurso aparentemente liberal de suas lideranças


bol1Na Bola de Neve do apóstolo Rina, (abaixo) há, segundo o historiador Maranhão Filho (acima), indicações aos fiéis sobre as posições sexuais mais e menos aceitas


bol2Rodrigo Cardoso, na IstoÉ


A Igreja Bola de Neve Church se inseriu no mercado das igrejas evangélicas brasileiras sob a aura de uma instituição religiosa amparada por uma embalagem contemporânea e liberal. É assim desde 1999, quando o surfista Rinaldo Luiz de Seixas, 41 anos, o apóstolo Rina, transformou em púlpito a prancha de surfe e abriu as portas de suas unidades, que hoje somam cerca de 200 e têm 60 mil fiéis. Mas, desde o mês passado, com o lançamento de “A Grande Onda Vai te Pegar – Marketing, Espetáculo e Ciberspaço na Bola de Neve Church” (Fonte Editorial), livro que investiga essa igreja composta majoritariamente por jovens de classe média e alta, em sua maioria internautas e fãs de gêneros musicais como reggae, rock, rap e hip-hop, ganhou evidência a filosofia de conduta conservadora com que a denominação tenta controlar o cotidiano de seus fiéis. Os pastores interferem nas escolhas dos parceiros amorosos e chegam a sugerir uma cartilha ‘informal’ sobre posições sexuais permitidas.


O historiador que assina a obra, Eduardo Meinberg de Albuquerque Maranhão Filho, foi membro da Bola de Neve entre 2005 e 2006, chegou a ser aprovado no curso de líderes de células, mas, por desentendimento com um diácono, não assumiu a função. Desde 2009, ele publica trabalhos sobre a denominação religiosa e até hoje é abastecido com informações por pessoas da igreja. Para ele, o apego a uma leitura descontextualizada da Bíblia e o moralismo em relação a questões sexuais e de gênero são os principais aspectos que evidenciam o tradicionalismo da Bola de Neve. “Para namorar um rapaz – e só pode ser um rapaz –, uma moça tem de ter a concordância do líder de célula, pastor ou apóstolo”, diz Maranhão Filho, que fala, ainda, da existência de uma espécie de guia de conduta não escrito sobre as posições sexuais permitidas. “Neuza Itioka, uma palestrante externa do ministério Ágape e Reconciliação, foi à Bola ministrar um curso de cura e libertação e pregou: ‘A boca serve para comer, mas não para fazer sexo’.”


Especialista em marketing e comunicação social, Maranhão Filho expõe ainda uma estratégia da Bola de Neve conhecida apenas no meio religioso. Em Florianópolis, Santa Catarina, onde ele passou a ter contato com a denominação, líderes da igreja relataram a ele que há um grande esforço para que a evangelização foque com mais empenho na classe universitária. “Querem formar crianças, adolescentes e universitários cristãos”, diz. “O objetivo é mudar para perto das universidades para ter gente deles dentro da academia e falar da igreja dentro e fora da instituição. É proselitismo forte”, afirma o autor, cuja obra é resultado de oito anos de pesquisa, fruto de uma dissertação de mestrado defendida na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESCC) em 2010.


A dissertação deu origem ao livro e, com isso, veio à tona outro componente conservador da denominação evangélica: a censura religiosa. A Bola de Neve tentou barrar, na Justiça, a publicação da obra. Sem sucesso na esfera legal – a ação e um agravo de instrumento foram indeferidos por um juiz e um desembargador de São Paulo –, a Bola de Neve enviou à Universidade de São Paulo (USP), onde ocorreu o lançamento do livro no dia 30 de outubro, um advogado que, acompanhado de dois rapazes, disse, segundo o autor: “Se você lançar, publicar ou divulgar o livro, vai ter problemas.” A tentativa de censura prévia chocou a comunidade acadêmica. “No mês passado, durante a 17ª Jornada de Estudos da Religião da Associação dos Cientistas Sociais da Religião do Mercosul, foi discutido o risco de um grupo religioso barrar pesquisas acadêmicas e científicas”, afirma o professor de pós-graduação em ciências da religião da Universidade Metodista de São Paulo, Leonildo Silveira Campos. Referência internacional em pesquisas sobre relações entre religiões, marketing e mídia, Campos resume o sentimento com essa manobra da Bola de Neve Church. “Há um medo por parte dos cientistas da religião de que a moda (da censura religiosa) pegue.”


Para Tais Amorim, advogada da igreja, essa ação não se trata de um episódio de intimidação, mas uma tentativa de negociar amigavelmente com Maranhão Filho a não publicação do livro, além de tomar conhecimento dele, adquirindo um exemplar. Ou seja, no mínimo, fica claro que a Bola de Neve entrou na Justiça sem ao menos conhecer o conteúdo completo da obra que repudiou. “A obra trata da entidade como uma agência mercadológica. Essa não é a igreja Bola de Neve. Ela não tem nenhuma estratégia de atuação, de marketing, para crescimento. As estratégias são divinas”, diz ela. Ironia do destino, o autor lançou sua obra em um simpósio internacional da Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR), cujo tema era “Diversidades e (in)Tolerâncias Religiosas”.


bol3


Aparentemente resignada com o lançamento do livro, a Bola de Neve diz não ter intenção de continuar sua campanha contrária à publicação. A igreja pedia, além da suspensão do lançamento e do cancelamento do simpósio, que Maranhão Filho retirasse de circulação todos os artigos sobre a instituição, excluísse a fanpage do livro no Facebook e não fizesse mais nenhum tipo de menção a ela em trabalhos futuros. Mais: estipulava uma multa de R$ 50 mil caso o livro fosse lançado e uma multa diária de R$ 10 mil após o lançamento. “Seria o início de uma mordaça cristã em relação a trabalhos sobre evangélicos?”, questiona Maranhão Filho, que, depois de passar a ser vítima de ciberbullying e receber ameaças, procurou um advogado e a polícia para garantir sua integridade.


fotos: Gabriel Chiarastelli; JOSE PATRICIO/AE


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Pamem! Vi no Pavablog.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

E se a “irmãzinha” se veste assim...aí complica né?

Johnny NunezA pornografia com todos os seus requintes de sensualidade, fornicação, prostituição, tem sido uma das epidemias do mundo moderno. Isso não é coisa nova. A Grécia Antiga apresentava uma cultura hedônica, humanista e recheada de depravação sexual. Na cidade de Corinto naquele tempo, por exemplo, em praças públicas comumente se viam orgias sexuais em favor de deuses de modo que os desejos e impulsos sexuais eram saciados naturalmente em qualquer hora ou ocasião assim como as necessidades fisiológicas, como a fome ou sede.


Corinto tinha vários templos dedicados aos deuses. No de Afrodite (a deusa do amor), por exemplo, a orgia se estendia até o pôr-do-sol; no templo dedicado a Apolo (que representava o ideal de beleza masculina), suas estátuas em diversa posições apresentavam a nudez como sinal de virilidade e inspiravam a juventude da época à depravação através da exposição de seus corpos disponíveis a todo tipo de prazer, inclusive o homossexual ou pederasta.


A boêmia em Corinto era traduzida em “fornicar”, “depravar”, extravasar o prazer!


No capítulo 7 de Coríntios notamos claramente o problema da sexualidade naquela cidade. Entretanto, tal problema não acabou por ali. Atualmente os “templos de prostituição” semelhantes aos de Corinto estão armados em todos os lugares e por todos os meios possíveis!!


Quero falar um pouco sobre a mulher moderna nos dias de hoje e o adultério masculino. De antemão, solicito aos leitores deste post que me permitam tratar desse assunto de forma mais direta e realista. Vamos lá.


- E se a “irmãzinha” aparece assim na igreja?




[caption id="attachment_3308" align="aligncenter" width="235"]saia3 Foto: http://liberdade-bom.blogspot.com.br/2012/02/mulheres-evangelicas-em-poses-sensuais.html[/caption]

Nem adoração extravagante dá pra vencer a tentação...


Várias vezes ouvi de alguns líderes repreensões acanhadas dizendo “irmãs, tenham pena de nós pregadores!”, em outros momentos também me recordo de ouvir histórias onde tal irmã sentou no banco da frente da igreja e só nas cruzadas de perna destruiu a pregação do pobre pastor.


Sabemos que estes dois relatos acima são “fichinhas” pra o que temos visto dentro de muitas igrejas, e por que não acrescentar nos Shows do Gosple (lá é que tem mesmo...). Por isso não falo nem do cotidiano nas ruas, dos ambientes de trabalho e da mídia – cujos estímulos visuais que tanto recarregam os desejos carnais masculinos se evidenciam -, mas do que se vê no meio dito cristão. Pois é, atualmente se vestir decentemente parece ser exceção.


Não é difícil encontrar uma mulher (jovem ou adolescente) na igreja que não goste de valorizar seus seios, e que de forma programada prepare o decote para ser desejada. Não é difícil encontrar uma mulher que vista um vestido longo colado ao corpo para que seu bumbum empinado seja “valorizado” e observado pela “santa macharada”. Não é difícil encontrar uma mulher que tendo suas pernas bem torneadas se aproveite para mostrar seu par de coxas, causando rebuliço no meio dos pobres mancebos. E o mais atual, não é difícil encontrar alguma “irmãzinha” que poste nas redes sociais alguma foto com segundas intenções. Da mesma forma, não é difícil encontrar um homem que tenha a disponibilidade instantânea de desejar o que se vê!


Lembro-me do caso de Davi. Aquele que ociosamente ficou em casa quando deveria estar no campo de batalha junto com seu exército (2Sa 11:1) e ali contemplou pela janela a nudez de Bate-Seba quando esta tomava banho. Vemos que o seu desejo carnal foi primeiramente alimentado pela visão, e como sabemos, a partir deste pecado, toda uma trama foi arquitetada por ele em volta do adultério com aquela bela mulher (2Sa 11), indo até às últimas consequências.


Tenho quase certeza de que nos dias de hoje não precisamos desta “janela” semelhante a da casa de Davi, outrossim, creio que haja situações em que a própria opção de não ir a "janela" se faz ausente. A “janela” de hoje é o mundo e está por todos os lados, cantos, dentro e fora do cotidiano; o fato é que quando a visualizamos rapidamente notamos o nível de depravação deste século (as tantas músicas erotizadas, as novelas que pedagogizam a traição, homossexualidade, hedonismo; a indústria pornô que não para de crescer, o grande número de viciados em pornografia pela internet e os casos mais complexos que chegam a níveis de adultério entre simples casais e entre casados).


Não pretendo aqui "crucificar" as mulheres, mas é notável que grande parte delas tem potencializado essa crise.


Ao comentar sobre a intenção de escrever sobre este tema, um amigo meu me sugeriu o seguinte título: “Mulher, o inferno na terra”. Claro que não o intitulei assim, mas compreendi o que ele bem quis dizer...


Tentando nortear o porquê de tantas mulheres, inclusive, tristemente as ditas cristãs, contribuírem para a fornicação e adultério através dos seus modos de se portar e vestir fiz uma breve pesquisa e aqui pude sugerir algumas causas, pelo menos notadas pelo meu senso comum:


1- O modismo


2 - Falta de bom senso quanto ao se vestir


3- A necessidade de se sentir desejada


4- A competitividade com outras mulheres


5- A banalização do namoro


6- A ideia da “ilusão” do casamento


7- O “direito” feminino de se emancipar sexualmente


8 - A descrença de que encontrará alguém sério para se relacionar em detrimento do sexo sem compromisso


9 - A desestrutura familiar


10 - O narcisismo


Em suma, todas estas sugestões se resumem no que a Bíblia chama de pecado!


A Palavra diz que a vontade de Deus é que seu povo seja santificado e se abstenha da imoralidade sexual (1 Ts 4:3). Cristo amplificou a realidade do problema: "Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela" (Mateus 5:28). Dá pra imaginar a gravidade da coisa?


Diante dessa violência simbólica corporal aonde quase tudo remete ao sexo e a erotização da vida em seus diversos aspectos, fico a pensar: "como não adulterar de acordo com os moldes do Novo Testamento'? Sugiro aos homens, andemos de olhos vendados! Não sejamos hipócritas, a coisa está muito séria.


***


Arte de Chocar.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Frequentar motel - Cristão Pode?

Por Márcio de Souza
Bem, se não pode, também não pode dormir em hotel. O “leito sem mácula” caros amigos não diz respeito a cama física, ou ao espaço onde o casal se deita, mas a relação do casal enquanto gente fiel aos votos matrimoniais. É um exagero sem tamanho proibir motel. É descabido e uma invasão da privacidade do outro. Conheço casais que não tem privacidade dentro de sua casa por ter muitos filhos, ou pelo apartamento ser pequeno, e recorrem ao motel como alternativa para ter um momento a dois. Negar esse momento ao casal é no mínimo um abuso de poder.

Ninguém tem direito de legislar a vida alheia. Aquele que come carne não condene quem come e vice versa, já dizia Paulo. Meu irmão e irmã, acredite, você não é menos santo porque vai a motel, nem mais santo porque não vai. Quanto ao fator higiene, tudo depende da escolha do estabelecimento. Para isso existe motel de tudo quanto é jeito. Desde o “pulgueiro” até o motel de luxo. Você como bom marido/esposa não vai passar uma noite especial num pulgueiro não é. É uma simples questão de bom senso.

A questão espiritual é até desperdício falar, mas vamos lá mesmo assim. Somos termômetro ou termostato? Somos influenciados pelo ambiente ou influenciamos o ambiente? A bíblia diz que onde pusermos a planta dos nossos pés, aquele lugar é santo e nosso. No motel não é diferente. Quando você está alí no bem bom com sua esposa, aquele lugar alí é santificado pela sua presença. Quem vive paranóico com essa ideia da geopolítica infernal, deveria se preocupar mais em conhecer Deus e não o diabo.

Não tem essa de motel ser lugar de adultério, de fornicação e de influência maligna, isso é coisa de gente dicotômica que despreza o poder de Deus e quase louva o diabo. Não há nenhum milímetro do universo onde Jesus não reivindique dizendo: “É MEU”. Não se preocupem com essa questão, o diabo não pode tocar nos servos do Senhor, muito menos reivindicar para si espaços determinados. O diabo está com a bola toda para algumas pessoas, virou até dono de motel.

Não existe lugar promíscuo, existe gente promíscua em qualquer lugar, pensem nisso antes de falar. Lugar não tem alma, nem sentimentos, só pessoas. Qualquer lugar com Deus é um paraíso gente boa, até um motel!

E no mais, tudo na mais santa paz!

Nota do blogueiro: Debate posto, vejamos o que pensam os pobres mortais crentes. Vou logo inaugurando a polêmica: "passei a lua de mel com minha esposa num leito "bem rodado", mas aparentemente super higienizado, a beira mar, desfrutando de tudo do bom e do melhor. Lá era um Hotel, então podia né"?

Antognoni Misael, o cara que não mordeu a maçã, mas ...

Rompendo certas dicotomias, sem esquecer de Romanos 14.13!

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Márcio de Souza direto do Gospel +.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Sexo oral antes do casamento pode?

(Texto: Site Yahoo)


"Sou evangélica e queria saber se é errado fazer sexo oral com seu namorado antes do casamento"

Recebi essa pergunta e notei que tenho muitas leitoras religiosas. Sexo e religião têm uma dificuldade imensa em conviver pacificamente, mas isso não é culpa da religião, mas sim das pessoas.

Religião é algo que deve nos fazer sentir seguros, amparados. Acreditar em Deus deve trazer força para que a gente consiga ultrapassar os problemas do dia a dia sentindo que tem alguém dando um empurrãozinho.

As pessoas transformaram Deus em um cara malvado, que deixa todo mundo de castigo se não fazemos o que ele quer. Mas isso é uma coisa que as pessoas criaram não as religiões.

E uma das proibições religiosas é o sexo antes do casamento. O sexo é tratado como um pecado, um problema. Algumas religiões dizem que o sexo deve ser feito apenas para reprodução e depois de casados, então você não vai poder se divertir. Só vai poder transar se quiser ter filhos. E sexo oral é proibido, assim como anal, afinal você não vai engravidar, vai?

Em algum momento as religiões notaram que estavam perdendo adeptos por causa dessas regras e então começaram a deixar as coisas mais maleáveis. Um exemplo disso são os filmes pornôs religiosos, pole dance para Jesus, sex shop para casais religiosos e swing gospel.

Voltando à pergunta: é certo? É errado? Sexo oral antes do casamento pode?

Nada é errado se sua consciência diz que está tudo bem. Você está se respeitando e respeitando as pessoas com quem convive? O que você está fazendo vai machucar, magoar ou prejudicar alguém? Se as respostas forem não, está tudo bem.

O que você deve pensar é se você tem vontade de fazer sexo oral no seu namorado, e isso vale para antes ou depois do casamento. Você só deve fazer o que sente vontade. Não é sua obrigação fazer sexo, assim como não é proibido fazê-lo em nenhum momento da vida.

De que adianta você não fazer nada, mas pensar nisso o dia inteiro? Fantasiar mil coisas, pensar em sexo, sonhar com isso... Tudo isso se compara ao ato. O que importa é o que está dentro de você, e não apenas seus atos. Não adianta interpretar a ingênua no dia a dia e ter a cabeça cheia de "assuntos adultos". Você deve ser quem você é de verdade.

É importante lembrar que qualquer tipo de sexo é sexo — e isso inclui masturbação -, então se você resolver seguir as normas religiosas que sua crença impõe é hora de cortar todas essas coisas da sua vida - incluindo pensar no assunto.

E se você escolher não fazer, seu gato deve respeitar sua decisão. Se ele pressionar dizendo que isso é prova de amor, sabe o que você deve fazer? Provar seu amor a você mesma e dar um belo pé na bunda dele.

A decisão e a consciência são suas. O momento certo é você quem decide; não sou eu, nem a religião. Deus não é um cara mau, ele é uma energia de amor e coisas positivas. E o inferno é a gente quem faz. ;)

(Fonte: Yahoo)
***
Nota do blogueiro: Colocando os pingos nos i's, sexo e Cristianismo não têm problema algum em conviverem juntos. Sexo é uma benção de Deus aos homens: "Adão e Eva após serem criados receberam de Deus uma “bênção” sobre eles; após isto, ambos “se tornaram uma só carne” (Gênesis 1:27 e 28; 2: 21-24). Portanto, o sexo faz parte da perfeita criação sendo qualificado como “muito bom” (cf. Gênesis 1:31). O grande problema é a sua banalização e a retirada do lugar devido cujo Deus o reservou.

Quando um casal apenas namora, certamente não se tornaram uma só carne e ainda não consolidaram a formação de uma nova família, sendo assim todo o desejo sexual e a sua prática deve ser resguardado para o casamento. Quando relativizamos isso, além de pecarmos, desvirtuamos o plano de Deus para o casal – imagine alguém que teve cinco namorados, e transou com os cinco, será se Deus curtiu essa conduta? Ora, sabemos que devemos ser templos do Espírito Santo.

A Bíblia fala que o pecado nos corrompeu (Rm 3.23) de tal forma que lascívia, prostituição e impureza são inclinações constantes do homem, sendo assim, se num namoro qualquer pode-se fazer o que dá vontade, como disse a autora, pergunto: será que tais vontades são puras, honestas, consequentes? É terrível quando ela diz “Você só deve fazer o que sente vontade”, mal sabe ela que se formos nos guiar pela nossa própria vontade, certamente naufragaremos diante do Senhor (Jr 17.9). O que nos difere dos animais é a nossa capacidade de racionalizar, medir, pensar. Se formos entregues aos nossos impulsos e vontades, certamente seremos iguais aos cães e cavalos.

O texto da sexóloga é de um conteúdo tosco, rasteiro, sem fundamentação algum. Um verdadeiro “Let It Be” hedonista! Uma espécie de curta o agora, e o resto que se dane! "Se der vontade, faça". Um discurso inflamado de inversão de valores, algo que está em moda hoje, contudo, bem distante do pensamento bíblico.


Sim, sobre sexo oral (no casamento), clique aqui e leia a matéria.

(Antognoni Misael, ainda pasmem. )

domingo, 15 de abril de 2012

Me masturbo pensando num quadro de Rembrandt! #SERÁ?

O Boi Abatido
(Obra de Rembrandt)
Por Antognoni Misael


Seria um exagero meu afirmar que a grande maioria dos jovens e adolescentes cristãos brasileiros são viciados em masturbação?( Não responda, por favor!)

O que sei, sem dúvida, é que se na minha época (de velhas paisagens sensuais) já era complicadíssimo lidar com determinados impulsos sexuais, fico imaginando nessa geração de hoje...!

Gente, nunca vi tanto narcisismo erotizado como atualmente. Muitos se auto personificam simplesmente para mostrar o que têm de melhor nos seus corpos - a sensualidade tem se tornado um adereço viral presente em todas as aréas do cotidiano. Não se pode mais ligar a TV; não se pode entrar num site esportivo, ou de notícias; não se pode andar pela rua olhando pra frente; não se pode adicionar algumas mulheres (inclusive evangélicas) no facebook, que a coisa fica séria. Corpo, corpo e mais corpo; estímulos, estímulos e mais estímulos.

Mas o que tem a ver masturbação com tais estímulos? - Tudo!

Talvez você comente consigo, “esse escritor deve é se masturbar muito”! (risos). Bem, não serei hipócrita em dizer que alguns estímulos visuais não me chegam à vista, porém, por ser muito bem casado a pouco mais de 4 anos, confesso que minha "disciplina a dois" ainda me faz muito bem...  Estou satisfeitíssimo! (melhor que um 5x1)

Enquanto alguns programas que se dizem educativos incentivam a masturbação como auto conhecimento e/ou um ato saudável, pouco vejo se falar dela dentro das igrejas. Posso estar errado, e por favor me corrijam, mas tenho a séria impressão de que nossos adolescentes e jovens têm passado por apuros nesta área. Certa vez, quando adolescente alguém me disse, “é melhor se masturbar e resolver o problema de vez, afinal, o que é pior: pecar no banheiro ou pecar constantemente lutando contra as paisagens sexuais na mente”? Cruzes, pensei: "isso faz sentido! - o jovem que não se masturba acumula muito desejo e tensão não podendo ver um rabo de saia que logo pira". Mas isso foi só um tipo de Síndrome de Estocolmo para com o pecado juvenil. A Bíblia não relativiza tal pecado e pensar erroneamente assim torna a coisa mais descontrolada ainda. Sem chances!

Vejamos que o ato por si só de se masturbar não configura pecado, mas o que se pensa e de onde vem o estímulo é que é o problema. Ninguém se masturba pensando no quadro O Boi Abatido, de Rembrandt - fala sério! Contudo, a Bíblia nos adverte que basta só pensar em cobiçar uma mulher para cometer adultério com ela (Mateus 5.28) - e isto gera um resultado perigoso quando culmina no ato de se masturbar.

O caso torna-se grave quando alguém passa a ser escravizado por esse pecado. O vício além ser um ato infrator perante Deus, pode causar problemas sérios para o praticante (clique aqui e leia). Portanto, aos viciados, aconselho, é bom fazer bom uso de Fp 4.8 (ocupando a mente com coisas edificantes) e converter o tempo como um super aliado. A prática esportiva, os estudos, passeios, entretenimento, o uso da internet e outras atividades precisam estar em harmonia no dia-dia para que tais estímulos sexuais compulsivos não causem dependência.

Penso que a educação sexual é pauta relevante e precisa ser posta na roda de debate cristão na atualidade. Sendo assim, ratifico, melhor que se render ao vício da masturbação é viver em santidade perante o Senhor, sabendo que a recompensa virá no futuro, seja num namoro moderado, num casamento saudável.

Termino deixando o tema em aberto para futuras problematizações pois há muito do que se falar e sugerir. Mas pra início de conversa, fica a reflexão: será se este é um problema relevante na atualidade? Além do “cardápio espiritual” Bíblia e oração, o que mais devemos fazer para sermos fiéis a Deus e ao corpo de forma integral? É possível ser cristão autêntico sem ser atingido por pecados, por assim dizer, secretos como o da masturbação?


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Antognoni Misael, que curte a arte de Rembrandt, mas não é pansexual, ok?!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Fui desprezada por quem amava. E agora, o que faço?


Por Samuel Costa


Você foi desprezada. Sonhava em ter filhos e envelhecer ao lado do “homem da sua vida” e agora esse sujeito a deixa sozinha na vida. Não é fácil! Sei que dói muito...

Ter de reaprender a viver sozinha e acreditar em você mesma, apesar das duras palavras ditas e mensagens não ditas... Você não merecia isso, mas aconteceu. A pessoa mais próxima, por quem você gastou uma vida (ou boa parte dela) agora simplesmente vai embora. Você deixou de ter significado pra ele.

O nome pra isso é desprezo...

Sim, desprezo.

O desprezo vindo de quem muito se amou não tem comparações. É amargo, paralisa minhas ações, faz com que eu não sinta minhas pernas, dissolvem meus sonhos como branda fumaça em meio a ventos fortes. O desprezo me mortifica e retira qualquer esperança de reconciliação.

Ser desprezado é pior do que ser odiado. O ódio, pelo menos considera aquele a quem se dirige o rancor, o desprezo não. O desprezo aniquila o outro, faz dele nada. E é assim que você passa a viver: como se não existisse, como se nada fosse, sem qualquer valor. Muitos (e longos) anos dedicados àquele com quem se relacionou agora nada significam, e o único registro de tudo isso são algumas fotografias no fundo da gaveta.

Não bastasse o desprezo, ainda somem os amigos. Poucos são os que querem ser vistos ao lado de pessoas desprezadas, ao lado dos que foram deixados à margem da vida.
Há uma maneira relativamente simples pra você vencer o desprezo, pra virar o jogo e passar por cima disso.

Acompanhe meu raciocínio. É importante que você saiba que pra ser desprezada você precisou ser antes alguém de valor, alguém prezada. Ninguém despreza quem não é prezado. Por isso você tornou-se alvo de desprezo. Não de todos, obviamente, mas de gente ingrata ou invejosa. Os prezados geralmente são alvos do desprezo de quem dá pouco valor a quem é precioso. Alguém de maneira egoísta pôs na cabeça que você não tinha valor e resolveu “provar” sua aparente superioridade (des)prezando-a.

Foi desprezada e quer resolver esse problema em sua vida? Então, lembre-se primeiramente que você tem muito valor. Depois coloque aos pés da cruz de Cristo não apenas os seus pecados, mas todo desprezo que foi jogado contra você. É isso mesmo. Jesus foi o mais (des)prezado de todos os homens e entende o que você está passando. O profeta Isaías registra que o Senhor “foi desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso." (Isaias 53:3). Ele, mais do que qualquer um de nós, sabe o que é desprezo.

Já que agora você sabe que tem muito valor (pois ninguém despreza o que não é prezado), e também que Jesus está disposto a carregar o desprezo dirigido a você (e não apenas os seus pecados), encerre esse momento em sua vida com uma atitude fundamental: despreze o desprezo.

Sim. Pra vencer o desprezo é preciso desprezá-lo. Não o considere, não o preze.

Despreze-o! Prezar o desprezo só o fortalece e o agiganta. Se você desprezar o desprezo vai tirar dele todas as energias e vai matá-lo de inanição. Enquanto o desprezo morre, você vive.

E fique certa, pode ser que ninguém esteja vendo a sua dor, assim como ninguém via a dor daquele cego no caminho de Jericó. Enquanto ele gritava e pedia socorro a Jesus, a multidão sequer ligava para o seu choro. Jesus, contudo, pára tudo, pois não há desprezado que passe pelo caminho de Jesus, que Ele não dê atenção. O Senhor se aproxima do cego desprezado e o cura.

Ainda dá tempo. Levante a voz ao Senhor, da mesma forma que aquele felizardo de Jericó: “Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim!”

E Ele vai te curar.

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