sábado, 6 de dezembro de 2014
PelamordeDeus: Pastor diz que gays devem ser executados por um Natal sem Aids
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Vaticano discute tolerância e valorização da orientação sexual gay
Tema da matéria Uol:
Papa Francisco ainda me levará a crer em Deus
Por Josias de Souza, no UOLsexta-feira, 20 de junho de 2014
Agora gays podem casar na igreja presbiteriana dos Estados Unidos(PCUSA)
sábado, 31 de maio de 2014
"Ser homossexual é um sofrimento, não uma escolha nem um pecado em si" [Leia a entrevista com um gay que encontrou o caminho da liberdade]
Quem dá seu testemunho é Philippe Ariño, homossexual espanhol de 34 anos, que atualmente leciona em Paris[/caption]Blogueiro e participante do universo ativista LGBT, começou-se a falar dele em 2011, quando Phillipe Ariño revelou que havia mudado de vida. Em 2013, ele guiou, em primeira linha, a batalha contra a legalização do "casamento para todos" francês; é autor do livro "L'homosexualité en vérité", que na França vendeu mais de 10 mil cópias.
Foi ele quem aconselhou Frigide Barjot, ex-porta-voz da "Manif pour tous", que não falasse de "heterossexualidade", porque "assim se perde não só a batalha, mas também a guerra".
Entrevistado por Tempi.it, Ariño explica que, "para salvar o ser humano, é preciso ir à origem do problema. É isso que tentamos fazer nas ruas com os veilleurs" (os "veladores").
Conte-nos sua história. Como você cresceu?
Eu tinha uma péssima relação com o meu pai e, na adolescência, eu não conseguia fazer amizades masculinas. Depois entendi e reconheci que minhas tendências homossexuais eram sintoma de uma "ferida": só dessa maneira meu sofrimento começou a diminuir.
Ser homossexual é um sofrimento; não é uma escolha, um pecado ou algo inócuo. Conheço mais de 90 pessoas com pulsões homossexuais que foram estupradas. Agora, o mundo LGBT me odeia porque conto isso, mas eu repito a eles também: a homossexualidade é uma ferida que não se alivia fazendo sexo. Se você não admitir isso, nunca terá paz.
Quando sua forma de entender a homossexualidade mudou?
Em 2011, descobri a beleza da continência. Eu havia começado a reconhecer que alguma coisa não estava bem e voltei à Igreja. Durante uma conferência, falei da minha situação e percebi que me ajudava. E não só isso: explicando o meu drama, consegui ajudar muitas pessoas, incluindo homens e mulheres casados.
Foi difícil?
EU encontrei um caminho, mas há muitos. Outros também conseguem superar estas pulsões; eu descobri que, reconhecendo a minha ferida e oferecendo-a a Cristo e à Igreja, minha condição dolorosa se transforma em uma festa. Ao não praticar a homossexualidade, não estou dizendo "não" às minhas pulsões, mas "sim" a Deus: é um sacrifício para ter o melhor, o máximo, algo que antes eu não tinha. Podemos pensar que o Senhor só nos ama se estivermos bem, mas acontece o contrário: Ele ajuda quem precisa dele e, se você lhe oferece os seus limites, Ele faz grandes coisas.
Por que as relações homossexuais não o faziam feliz?
Ao me relacionar com outros homens ou olhar para eles de maneira possessiva, eu sentia satisfação no momento. Mas estava sozinho e nunca me sentia completo. É então que caímos na ilusão de achar que podemos viver a sexualidade como os outros, mas, na verdade, a sexualidade só pode ser vivida na diferença sexual.
O que mudou concretamente na sua vida?
Antes, eu me sentia sempre inferior aos homens, porque a homossexualidade é invejosa. Agora, após descobrir que Deus me ama e que sou seu filho, querido e amado, não me sinto inferior a nenhum homem. Assim, depois de muitos anos, descobri a beleza da amizade masculina, que eu não trocaria pelas relações do passado – quando eu fingia estar me realizando.
Pessoas como você, que abandonam seu passado, não são muito queridas pela comunidade LGBT. Como você se relaciona com o universo que frequentava?
Eles me colocaram na lista negra. Ficam me ameaçando e me etiquetam de homofóbico, mas eu não teria sobrevivido junto deles: é um mundo de mentiras, que exteriormente se mostra alegre, mas dentro está cheio de raiva e tristeza. A maioria dos atos homofóbicos e dos insultos contra as pessoas com tendências como as minhas provêm de pessoas que têm feridas como as minhas, que gritam e vociferam porque são frágeis.
Os ativistas podem aplaudir quando você fala, mas você só é visto em sua sexualidade, como se fosse um animal ou um indivíduo de série B que precisa ter direitos especiais. É por isso que eu digo que somos os piores inimigos de nós mesmos. Na Igreja, no entanto, encontrei pela primeira vez alguém que me acolheu como pessoa, levando em consideração tudo o que o Philippe é.
Você costuma afirmar que a homossexualidade está se propagando. Por quê?
A identidade é cada vez mais frágil. Propaga-se porque o homem e a mulher, também os que moram juntos, muitas vezes não reconhecem a beleza da diferença e já não se encontram. Não sabem por que se casam, estão juntos mas ao mesmo tempo sozinhos, vivem a relação de maneira egoísta e não entram em comunhão. Só sobra o sentimento, enquanto este durar.
Por que os dois sexos se sentem tão distantes e alheios um do outro?
Penso que, quando se corta o vínculo com Deus, tudo se torna inimigo nosso, e então também surge a desconfiança entre o homem e a mulher. No entanto, as pessoas deveriam se casar para ajudar-se mutuamente a voltar Àquele que as criou: onde o homem não chega, chega a mulher. Do contrário, resta apenas a possessão que divide. E tudo isso prejudica os filhos. Se não partimos dessa consciência, nunca resolveremos o problema. Se jogamos a partida em outros campos, já a perdemos.
A que você se refere?
A ministra francesa de Justiça, Christiane Taubira, mãe da lei sobre o casamento gay, começou dizendo que era preciso distinguir entre casamento heterossexual e homossexual. Isso é uma mentira terminológica que não se ajusta à realidade e que não podemos aceitar. É preciso dizer que a heterossexualidade não existe: existem apenas o homem e a mulher, diferentes e complementares.
Além disso, não se deve excluir do debate a questão homossexual em si mesma. Se ela está se propagando, é responsabilidade de cada um de nós entender o que é e de onde vem, fazendo compreender o que estamos enfrentando. Pelo mesmo motivo, sempre digo que não é suficiente fazer um discurso cujo ponto de partida seja o direito das crianças, mas no qual se omite e tolera com indiferença as relações homossexuais. Só entendendo o sofrimento que deriva disso, e o fato de que se trata de uma amizade ambígua, incapaz de amor, se compreende que o único leito de crescimento para uma criança é a família com pai e mãe.
Inclusive nos casais do mesmo sexo mais estáveis, nos quais se busca o respeito, não há felicidade. Conheço alguns e muitas vezes são precisamente eles que me entendem. Durante uma conferência, um homem que vivia uma união estável há mais de 20 anos, me disse: "Como você tem razão!". Outros se perguntam: "Mas que vida estamos vivendo?". Quando a pessoa entende isso, já não pode dizer: "Coitados; vamos deixar que vivam como quiserem" e fazer o papel de "caridosos", como ocorre hoje.
O que acontecerá com as crianças que crescem nesse novo modelo de "família"?
Se a criança não aprende a beleza da diferença, não será capaz de amar. Uma sociedade que finge exaltar as diferenças, mas depois as trata como uma ameaça, está educando uma geração que não saberá acolher o outro. Vivemos em um mundo que se recusa a encarar a realidade, com suas contradições e limites, como os da sexualidade – vista hoje como um perigo. Esta deformação da realidade humana está conduzindo a um colapso antropológico. E quanto mais avançarmos neste sentido, mais crescerão as formas de solidão, neurose e violência.
O que se pode fazer?
Respeitar a realidade e tentar voltar a entender sua finalidade. No que diz respeito a mim, eu digo que Jesus, sua verdade e a Igreja são o caminho para amar, ser amado e servir.
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(Artigo publicado originalmente por Religión en Libertad) Via: Aleteia.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Atriz global Claudia Jimenez deixa o lesbianismo
Quando a cantora Daniela Mercury publicou em uma rede social foto com outra mulher dizendo que esta era sua marida, a repercussão na opinião pública foi imediata. A ex-estrela do Axé percorreu todos os programas, pôs tom político no discurso e se declarou lésbica, mesmo já tendo vários relacionamentos héteros e filhos. Junto com o par homossexual chegou a escrever um livro falando sobre o romance. Daniela Mercury foi ovacionada como heroína, aclamada pela militância LGBT como referência de luta pela bandeira. Tratamento diferente – bem diferente, diga-se de passagem – foi dado à atriz Cláudia Jimenez quando terminou o relacionamento de dez anos com a sua personal trainer e sócia, Stella Torreão, em 2011. “Não tinha sensualidade, era muito mais gorda do que sou hoje. Não tinha forma nem vaidade. Achava que não tinha cacife para seduzir um homem. Como tinha de ser amada, me joguei nas mulheres”, declarou a atriz numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.
As declarações da atriz, que não associa homossexualidade a algo inato à pessoa e sim a comportamento que pode ser superado, deixou a militância LGBT do país em polvorosa. O site Parada Lésbica classificou a atitude de Claudia como um “desserviço homofóbico” e ainda chamou a atriz de “medíocre”.
Em outra oportunidade, Claudia revelou o trauma sofrido na infância que a fez se afastar dos homens: um abuso que sofrera aos sete anos. “Sofri abuso quando era menina e morava na Tijuca. Um senhor me bolinava. Ele comprava muitos chocolates e me convidava para entrar na casa dele. [Quando revelei essa história aos 18 anos] foi um choque para todo mundo. O fato de esse cara ter feito isso comigo atrasou muito o meu lado. Graças a Deus, ele já morreu”, contou ao UOL.
Depois do convívio de dez anos com Stella, Claudia passou a se relacionar com homens. Os veículos de comunicação que publicaram matéria sobre o assunto foram contidos, não fizeram alardes e não manchetearam a decisão da atriz de deixar o lesbianismo, justamente o contrário do que fizeram com a cantora Daniela Mercury.
Claudia deixou nas entrelinhas que sua opção pelo lesbianismo se deveu a diversos fatores externos, como trauma de infância, rejeição e carência afetiva. Hanna Korich, uma das sócias fundadoras da Editora Malagueta, editora dedicada à literatura lésbica, também alfinetou Claudia rotulando as declarações da comediante de “homofobia internalizada”.
A militância LGBT, na busca pela liberdade, acaba oprimindo muitas pessoas com comportamento homossexual. A tolerância se torna intolerância. A cantora Adriana Calcanhoto desabafou à revista Época sobre a ação da patrulha LGBT, logo quando Daniela Mercury se assumiu lésbica: “Se Daniela ficou feliz de falar e, se falando, ajudou a causa, eu acho válido. Só não gosto da patrulha para que você precise sair do armário, isso segmenta. Eu não gosto de expor minha vida privada por temperamento.”
Walcyr Carrasco também criticou a atuação dos militantes dos movimentos pró-homossexualismo. “Recentemente, declarei que sou bissexual. Fui apedrejado por homossexuais, segundo os quais deveria ter me declarado gay. Respondi: tive relacionamentos com várias mulheres na minha vida, a quem amei. Seria um desrespeito a elas dizer que tudo foi uma mentira”, escreveu em artigo que assina para a revista Época.
Que outros sigam o exemplo de Claudia. Há saída para o comportamento homossexual.
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[Fonte: Nova Guia]
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Final de “Amor à vida” mostra primeiro beijo gay da Globo #E DAÍ??
[Fonte: Gospel Prime]
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Compartilho com vocês uma nota do amigo Thiago Oliveira que achei bem pertinente:
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Arte de Chocar.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
O "Homofóbico" que morreu em favor dos homossexuais
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Cartilha gay em porta de Escola, choca Pais e Alunos
Nota do blogueiro:
Gente, não sei nem mais o que dizer... Para não ser redundante em minha indignação, voltemos as antigas palavras de Deus, dita pela boca de Paulo:
"Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm";
[Apóstolo Paulo, em Romanos 1:24-28]
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Homossexualismo, Mídia e Bíblia
Recentemente o Brasil levantou-se contra a corrupção desenfreada que ocorre no nosso país. Entre tantos protestos, percebemos claramente o intuito da mídia em esconder os fatos realmente importantes e mostrar muitas cenas de vandalismo e violência. O povo, cansado de ouvir tanta asneira, se voltou também contra a mídia televisiva em busca de uma nova reforma no governo brasileiro e em busca de tantas outras questões e conquistas, mas no momento não falarei deste movimento necessário para o país.
Mas então, onde quero chegar? Ao longo do tempo, a mídia tem transformado “imperceptivelmente” verdades em inverdades e é isso que têm ocorrido frequentemente quando o assunto é Cristianismo e Homossexualismo. A mídia esboçou toda uma arquitetura de guerra entre os cristãos e os homossexuais desenvolvida através da palavra preconceito. Há uma semana e alguns dias, respondi a um questionário, aplicado na UFPB, que infelizmente, influenciado certamente pela mídia, não avaliou minha opinião nem me permitiu demonstrá-la. Do contrário, mostrava-se claramente, como uma tentativa de comprovar alguma forma de preconceito aos homossexuais por parte dos chamados “religiosos”, palavra na qual nem considero entrar em verdadeira harmonia com o verdadeiro sentido do cristianismo.
Neste escrito veremos que a mensagem genuinamente cristã nunca foi de guerra, mas de verdadeiro amor e compaixão para com todos. É uma mensagem de esclarecimento com a finalidade de expor os textos bíblicos sobre o assunto. É uma mensagem de quem se importa pelas pessoas e quer vê-las andando no caminho da verdade.
A Bíblia mostra explicitamente o plano de Deus para a família na qual é constituída pelo pai, mãe e filhos encarregando cada qual com seus papéis e obrigações (Ef.5:25; Ef.6:1-4; Pv.31). O padrão de Deus para a instituição da família é um homem e uma mulher.
“Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” Gênesis 2:24
No princípio, criou Deus homem e mulher, “... homem e mulher os criou” (Gn. 1:27), para que de modo natural se multiplicassem sobre a terra. Por diversas vezes, a Bíblia mostra a indignação de Deus em relação à mudança do modo natural. Observe:
“Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso, Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.” Romanos 1:25-27
“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação.” Levítico 18:22
“Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação.” Levítico 20:13a
Leiam atenciosamente todo o capítulo 19 de Gênesis e procurem entender por que Deus destrói com fogo e enxofre as cidades de Sodoma e Gomorra...
“Ainda não tinham ido deitar-se, quando todos os homens de toda parte da cidade de Sodoma, dos mais jovens aos mais velhos, cercaram a casa. Chamaram Ló e lhe disseram: “Onde estão os homens que vieram à sua casa esta noite? Traga-os para nós aqui fora para que tenhamos relações com eles”.” Gênesis 19:4-5 (NVI)
Existem ainda outros textos que poderiam ser citados, mas acredito que o fundamental neste ponto é que você que está lendo reflita sobre todos estes textos e o padrão de Deus para a vida em família.
Esta mensagem cristã é de grande compaixão e amor à verdade das Escrituras Sagradas, reflitam, se arrependam dos seus pecados e voltem-se para Deus. A mensagem é de puro amor! Se até hoje cristãos se erguem para falar sobre o tema é porque em Cristo Jesus, se importam com os homossexuais e não querem vê-los enquadrados nestes textos citados acima.
A expressão bíblica é: “Volte-se ele para o Senhor, que terá misericórdia dele; volte-se para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar.” Isaías 55:7
É uma mensagem que traz restauração, vida, esperança, satisfação plena! Que traz regeneração! Vida em abundância! Transforma o homem, pela palavra da verdade! Que vivifica! Que foi paga por um alto preço, tendo Cristo morrido na cruz para salvar aos seus! É a mensagem que traz paz, consolo e alegria para o coração de todo aquele que crer! Que tira o homem da escravidão do pecado, das trevas, e o traz para a maravilhosa luz! É uma mensagem que vai pra eternidade! Para um desfrutamento incomparável com o Senhor na glória!
Deus abençoe!
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Texto de Rhadamés Moura, escreve no UMP Guarabira.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
"Gayzismo infeliciano": ativistas insultam Marco Feliciano em voo e ainda cantam "Robocop Gay"
O tempo do debate sobre a homossexualidade parece estar chegando ao fim?
É impressão minha, ou estamos conhecendo a mais nova fase da selvageria intelectual em prol da igualdade, a fase da laicidade leviana, do ativismo fundamentalista? O que penso, e sem dúvida alguma muitos já visualizam comigo, é a ocorrência de um novo fenômeno, o histérico “gayzismo infeliciano”.
Pois é, hoje, sexta-feira (09-08-13), o pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) relatou em seu Twitter o desrespeito sofrido durante um voo de Brasília a São Paulo. Segundo ele, quando um grupo de ativistas vinculados à causa gay o identificaram na aeronave, passaram a hostilizá-lo com xingamentos e insinuações. Embalados na música “Robocop Gay”, dos Mamonas Assassinas, os indivíduos fizeram de tudo para tirar Feliciano do sério, tentando inclusive tocar em seu rosto. O deputado afirmou ainda que alguns passageiros intervieram na situação e o defenderam, contudo, com o tumulto instalado, o comandante da aeronave chegou a ameaçar retornar à capital federal, pois o voo partia de Brasília para São Paulo.
Na postagem do twitter consta o seguinte relato de Feliciano:
“Agradeço aos passageiros do voo AD5019 BSB x GRU bem como a equipe da Azul Linhas Aéreas e o apoio da Polícia Federal do aeroporto de Guarulhos. Ao decolarmos em Brasília cerca de 10 gays me constrangeram, dois vieram à minha poltrona gritando, cantando musica bizarra. Os passageiros me defenderam, o piloto ameaçou retornar pra Brasília. Sofri xingamentos o voo todo. Haviam crianças no voo, famílias. Como não reagi tocaram no meu rosto. Estes cidadãos colocaram em risco a segurança dos passageiros. Querem respeito, mas não respeitam. E assim fazem com qualquer pessoa que discorde de suas práticas. Que Deus nos guarde. Não sou contra gays, sou defensor da família natural!”, escreveu o pastor.
Então gente, vemos que a tal corja de gente insana e preconceituosa não é algo exclusivo dos héteros. Outrora, o intitulado pastor gay Marcio Retamero, chegou a até a dizer que seria capaz de “pegar em armas” para combater a ideologia dos “desgraçados” e ”fundamentalistas religiosos”, termos que usou para designar os políticos e defensores da fé cristã e da família. Portanto, gays, que se intitulam intelectuais e pacíficos, digam-me algo sobre isso! - Porque senão o "movimento" que luta por novos direitos para a classe homossexual se demonstrará cada vez mais como uma expressão de fragmentação inescrupulosa e incoerente, onde no lugar da relevância do debate da democracia, veremos emergir uma nova corrente, que culminará num outro tipo de terrorismo: o “gayzismo infeliciano”.
Veja o vídeo abaixo:
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Antognoni Misael, aquele que ama os gays, tem amigos gays, mas que abomina o ativismo desrespeitoso e contraditório dos intolerantes 'gayzistas infelicianos'.
sábado, 6 de julho de 2013
Um homossexual condena os “direitos homossexuais”
Os ativistas homossexuais do passado pediam ao governo que os deixasse em paz. Sua plataforma política consistia fundamentalmente na descriminalização de relações homossexuais entre maiores de idade. Hoje, contudo, à medida em que a tolerância social à homossexualidade cresce, os ativistas homossexuais se voltam cada vez mais para o governo a fim de impor seus interesses à sociedade. Muito embora o poder estatal tenha sido utilizado como clava contra os homossexuais desde pelo menos a Idade Média, os líderes gays de hoje subitamente parecem eles mesmos empunhar o bastão, dizendo: “Agora é a nossa vez”. Isto é uma grande ironia – e uma possível causa de problemas para os homossexuais e convulsão social para a América.
O nascimento do movimento de liberação dos homossexuais na América pode ser datado em 27 de Junho de 1969, quando clientes do Stonewall Inn, um bar para homossexuais em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia de fechar aquele estabelecimento. Durante três dias, uma rebelião da vizinhança efetivamente impediu a polícia de dar seguimento à antiga tradição de extorsão de bares “gays” e de fechamento dos que se recusavam a pagar propina. Na autuação oficial, os donos do Stonewall foram citados por não possuírem alvará para venda de bebidas alcoólicas. Mesmo que eles tivessem requerido a obtenção do alvará, contudo, dificilmente eles teriam sido atendidos: o órgão estatal responsável por este tipo de licença era notoriamente hostil a estabelecimentos voltados para homossexuais. Assim sendo, os primeiros manifestantes homossexuais modernos estavam se rebelando contra a regulação estatal. De fato, a liberdade perante o governo, genericamente considerado, era uma idéia central do movimento de liberação homossexual.
No entanto, algo fez com que o movimento gay se desviasse deste objetivo originário. Hoje, o intitulado movimento pelos direitos homossexuais vê o governo como o provedor, e não o inimigo, da liberdade. Da medicina socializada, passando pela legislação anti-disriminação e chegando às aulas obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há qualquer tipo de iniciativa para incrementar o poder governamental que estes supostos guerreiros da liberdade não apoiem.
Enquanto as relações homossexuais entre maiores de idade sejam consideradas atos ilegais em alguns estados, eu acredito que organizações dedicadas a legalizá-las têm um assento legítimo na constelação das causas em prol dos direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, contudo, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. O fato de que o movimento pelos direitos homossexuais ter assumido uma postura cada vez mais autoritária é a consequência inevitável de se basear compromissos políticos em lealdades tribais, e não em princípios filosóficos.
Numa sociedade livre não existem direitos homossexuais, apenas direitos individuais. Tanto para homossexuais quanto para heterossexuais, estes direitos se fundem num único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, o movimento pelos direitos dos homossexuais deve voltar às suas raízes libertárias. Isto iniciaria o imprescindível processo de despolitização da homossexualidade e evitaria uma perigosa guerra cultural que a minoria homossexual jamais poderá vencer.
Mesmo a “neturalidade” estatal que homossexuais “de centro” como Andrew Sullivan advogam forçaria o governo a tratar a homossexualidade como algo equivalente à heterossexualidade, como se vê nas demandas de Sullivan em prol de um pseudo-“casamento” homossexual e da admissão de gays assumidos nas forças militares. A verdadeira neutralidade, contudo, exigiria não uma aceitação, mas indiferença, desatenção, inação. Um estado neutro não penalizaria nem recompensaria a conduta homossexual. Ele não proibiria nem legitimaria juridicamente o casamento homossexual. Num ambiente militar, um estado neutro submeteria qualquer manifestação de sexualidade à mesma rigorosa regulação.
Os homossexuais devem rejeitar a idéia disparatada de que eles são oprimidos pelo “heterossexualismo”, uma ideologia vil que subordina e denigre homossexuais ao insistir no papel central da heterossexualidade na cultura humana. Não se pode fugir da biologia humana, por mais que tal projeto possa seduzir acadêmicos alienados que imaginam que a sexualidade humana é uma “construção social” alterável à vontade. Homossexuais são e serão sempre uma raridade, uma pequena minoria necessariamente à margem da família tradicional. O “preconceito” heterossexual das instituições sociais não é algo que precise ser imposto a uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma bastante natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é sectária. Se os homossexuais utilizam o poder estatal para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão se engajando num ato de beligerância que será considerado com justiça uma ameaça à primazia da família tradicional.
Mesmo vários homossexuais liberais admitem que o modelo dos “direitos gays” já serviu a todo e qualquer propósito útil que ele algum dia possa ter tido. A idéia de que os homossexuais, especialmente os homens, sejam um grupo de vítimas é tão contrária à realidade que ela já não é mais sustentável. Nos campos econômico, político e cultural, os homossexuais exercem uma influência desproporcional ao seu número em face da totalidade da população, um fato que deu origem a inúmeras teorias conspiratórias. Dos cavaleiros medievais de Malta ao misterioso “Homintern” dos tempos modernos, a idéia de uma poderosa organização secreta de homossexuais é tema persistente na literatura conspiratória, imitando a forma e o estilo da mitologia anti-semítica.
Justaposta à propaganda vitimizante dos últimos vinte anos, esta imagem de poder homossexual com ela se funde para produzir um personagem particularmente antipático: uma criatura privilegiada que não para de choramingar quanto ao seus infortúnios. Se as lideranças políticas homossexuais estão tão preocupadas quanto a um suposto crescimento de sectarismo anti-homossexual, talvez elas devam tomar o cuidado de projetar uma imagem pública menos criticável.
Na condição de contigente especializado de um exército dedicado a empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo do povo americano, o lobby homossexual se alimenta dos piores medos de suas bases eleitorais. Empunhando o espantalho da “Direita Religiosa” a fim de manter as tropas em alerta, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “sem nós, vocês não teriam a menor chance contra este sujeito”.
Entretanto, nenhum grupo religioso de peso jamais clamou por medidas legais contra os homossexuais. A Coalização Cristã, o Eagle Forum e outros grupos ativistas conservadores somente se envolveram em atividades políticas supostamente “anti-homossexuais” defensivamente, trabalhando pela rejeição de leis garantidoras de “direitos gays” que atacavam as crenças mais preciosas daqueles grupos.
Os líderes do movimento gay estão brincando com fogo. A grande tragédia é que não serão eles os únicos que sairão queimados. A volatilidade dos temas que eles vêm levantando – temas que envolvem religião, família e as mais elementares premissas do que é ser humano – cria o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados. A ousadia da tentativa de se introduzir um “currículo homossexual positivo” nas escolas públicas, a postura de vítimas militantes que não toleram qualquer questionamento, a intolerância brutal que se segue à tomada do poder pelos homossexuais em guetos urbanos como São Francisco – tudo isso, somado ao fato de que o próprio paradigma dos direitos dos homossexuais representa uma intolerável invasão da liberdade, tende a produzir uma reação da maioria.
Já é tempo de se questionar o mito de que o movimento pelos direitos homossexuais fala por todos, ou mesmo pela maioria dos homossexuais. Isto não acontece. Leis que estabelecem “direitos homossexuais” violam os princípios do autêntico liberalismo, e os homossexuais deveriam levantar sua voz contra elas – a fim de se distanciarem dos excessos deste movimento destrutivo, a fim de evitar conflitos sociais e para corrigir alguns graves males já criados. Estes males são o ataque político hoje lançado contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução homossexual; o incansável deboche religioso que permeia a imprensa gay; e o ilimitado desprezo, inerente à subcultura homossexual, por toda tradição e pelos “valores burgueses”.
A busca por uma “etnia” homossexual é tão infrutífera quanto o esforço para forjar um movimento político homossexual. Ser homossexual não pode ser comparado, de forma alguma, a, digamos, ser armênio. Não existe uma cultura homossexual à parte da cultura em geral e, apesar de alegações pseudo-científicas em contrário, não existe uma “raça gay” geneticamente codificada. Existe apenas um certo comportamento adotado por um grupo heterogêneo de indivíduos, cada um baseado em seus próprios motivos e predisposições.
Quaisquer esforços de santificação desta conduta, ou de sua explicação de forma a esvaziá-la de qualquer conteúdo moral, são contraproducentes, além de pouco convincentes. Tentar reconciliar de alguma forma a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é renunciar ao verdadeiro direito que as pessoas, homossexuais ou não, efetivamente têm: o direito de não ter que dar satisfações quanto à sua própria existência.
A obsessão em “assumir” sua própria homossexualidade e o auto-centrismo essencialmente feminino deste tipo de ritual é certamente um outro traço do movimento homossexual que deve ser eliminado. Será que nós realmente temos que conhecer as predileções sexuais de nossos vizinhos e colegas de trabalho, ou mesmo de nossos irmãos e irmãs, tios e tias?
Esperar aprovação ou sanção oficial quanto algo tão pessoal quanto a própria sexualidade é um sinal de fraqueza de caráter. Pedir (não, exigir) com a cara limpa tal aprovação na forma de um ato governamental é algo de um mau gosto sem paralelos. É também a confissão de uma falta de auto-estima tão devastadora, de um tal vazio interior, que sua expressão pública se torna inapreensível. A auto-estima não é uma qualidade que se possa extrair dos outros, nem ser criada legislativamente.
A história do movimento gay revela que Eros e ideologia são antípodas. A política, disse Orwell, é o “sexo azedado”, e a palavra “azeda” certamente descreve a visão do mundo dos dogmáticos dos direitos homossexuais. Isto fica evidente só de olhar para eles: melindrados a todo tempo por uma sociedade “heterossexualista” e normalmente muito pouco atraentes para conseguirem namorar, estas pobres almas politizaram tanto sua sexualidade que dificilmente se pode afirmar que ela ainda exista.
Ao invés do moralismo da “visibilidade” gay, uma solução sensata para a Questão Homossexual seria uma convocação de retorno aos deleites da vida privada, uma redescoberta da discrição ou mesmo do anonimato. A politização da vida cotidiana – do sexo e das instituições culturais fundamentais – é uma tendência a que devemos resistir com tenacidade: não apenas os homossexuais, mas os amantes da liberdade em todas as esferas de realização humana.
Artigo originalmente publicado na revista The American Enterprise. Por Por Justin Raimondo.
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Dica da Norma Braga via Face. Fonte: Gays de Direita.
terça-feira, 11 de junho de 2013
"Família é pai e mae, mãe e pai" - Um Rap invocado!
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Dizem que este cantor está sendo processado por causa desta canção. Se realmente estiver, onde fica a nossa liberdade de expressão?
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Memorando para Conservadores: Aceitar o “Casamento” Homossexual abre porta para o “Estatismo Ilimitado”
Nota do editor do The Pearcey Report: Enquanto a chefia da Suprema Corte ouve os argumentos no Ato de Defesa ao Casamento e California’s Prop 8 esta semana, apologistas favoráveis ao “casamento” homossexual perguntam como tal arranjo traz algum dano à sociedade. Na realidade, há muito em jogo, e negativamente, para o indivíduo e para a sociedade como um todo, como Nancy Pearcey demonstra abaixo, em observações publicadas em 2011, antes da Conferência de Ação Política Conservadora, em Washington, D.C.
A coalisão conservadora tem sempre estado instável. E a homossexualidade pode ser a questão na qual ela se estilhaça.
Muitos grupos têm anunciado que irão boicotar a Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC) no próximo mês por conta da decisão de convidar o grupo ativista pró-homossexual GOProud para participar.
Os grupos dissidentes incluem Family Research Council, Concerned Women of America, The America Principles Project, American Values, the Center for Military Readiness, Liberty Counsel e the National Organization for Marriage.
Nem todos os conservadores apoiam o boicote. No Hot Air, Ed Morrissey opina que se retirando, os conservadores sociais criam a percepção de “que eles nem mesmo querem debater sua posição sobre a homossexualidade”.
Em Commentary, Peter Wehner diz que estes grupos poderiam dar a impressão de “que eles não têm os argumentos necessários apara vencer sobre os méritos”.
Infelizmente, muitos americanos já têm esta impressão – especialmente eleitores jovens. Um estudo de 2009 da Pew descobriu que 58% dos jovens adultos entre 18 e 29 anos apoiam o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, comparado a 39% da população nacional.
Ao demonstrar que não apoiam a causa, os conservadores sociais não estão desistindo, mas tomando um posicionamento público – que cria um fórum para fazer a causa deles mais efetiva. Eles devem tomar esta oportunidade para argumentar que a prática da homossexualidade tem um impacto negativo não apenas na família, mas também nos indivíduos – e que isto expressa um profundo desrespeito a identidade biológica de uma pessoa.
Biologicamente, psicologicamente, machos e fêmeas são claramente homólogos um ao outro. A anatomia reprodutiva e sexual do macho é obviamente desenhada para uma relação com a fêmea, e vice-versa.
A prática homossexual, portanto, requer a contradição de sua própria biologia. Ela desconecta a sexualidade da pessoa da sua identidade biológica como macho ou fêmea – o que exerce uma auto alienação e efeito de fragmentação na personalidade humana.
E a lógica da alienação não parará por aqui. A aceitação de relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo já é uma metástase de uma noção pós-moderna de sexualidade como fluida e mutável com o tempo.
Por exemplo, um artigo na Utne Reader destaca indivíduos que “saíram do armário” como homossexuais, mas foram atraídos mais tarde para relações heterossexuais novamente. O artigo cita o psicoterapeuta Bret Johnson explicando que as pessoas hoje “não querem se colocar dentro de nenhuma caixa – nem gays, heteros, lésbicas ou bissexuais”. Ao contrário, “elas querem ser livres para mudar suas mentes”.
O que estamos vendo, Johnson conclui, é “um desafio para a antiga, modernista forma de pensamento ‘Isto é o que sou, período’ e um movimento em direção à versão pós-moderna, ‘Isto é o que sou agora’.”
Em outras palavras, ontem eu era hetero, hoje eu posso ser homossexual, e amanhã posso ser bissexual. A identidade psicossexual de alguém é dita como estando em constante fluxo.
No passado, homossexuais empregavam a defesa de que tinham nascido daquela forma. Mas agora eles estão começando a abraçar a ideia pós-moderna de que você pode ser o que quiser ao longo do contínuo sexual.
Isto contradiz o conservadorismo em seu cerne filosófico. O Conservadorismo baseia os direitos humanos no reconhecimento de que existem certos dados inegociáveis na natureza humana, anteriores ao estado, e que o estado é obrigado a respeitar.
Como cientista político, Philippe Beneton explica que a igualdade conservadora “é fundada no reconhecimento do que é humano”. Em contraste, no liberalismo, a igualdade “é fundada na argumentação de que nada é especificamente humano” – que a natureza humana em si é uma construção social, algo que nós elaboramos à medida que vivemos, incluindo nossa identidade psicossexual.
Neste caso, entretanto, não há nada no indivíduo que foi dado, o qual o estado é obrigado a respeitar. O Liberalismo mina a base dos direitos humanos inalienáveis.
O boicote na CAPC é uma chance de destacar o que está em jogo. Jesse Hathaway do NewsReal Blog defende a CAPC, dizendo “Estou um pouco alheio ao porquê isto importa, o que uma pessoa faz na privacidade do seu quarto, ao ponto de que isto não me afete”.
Mas isto o afeta – e a todos também. Toda prática social é a expressão de suposições fundamentais sobre o que significa ser humano. Quando a sociedade aceita e aprova a prática, isto implica em se comprometer com a cosmovisão que apoia – tanto mais se a prática está consagrada na lei.
Se a América aceita a prática de “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, no processo irá absorver a cosmovisão que acompanha – a redefinição da personalidade humana como uma construção puramente social – o que abre a porta ao estatismo ilimitado, porque não há natureza humana que possa ser ofendida por um estado opressor.
Aqueles que resistem serão compelidos pelo estado a se enquadrar, ou enfrentar penalidades por “discriminação”.
Margaret Thatcher costumava dizer, “Primeiro você vence com o argumento, então você ganha o voto”. Em vez de ceder sobre esta questão, os líderes da CAPC devem estar vigorosamente levando a frente os argumentos do conservadorismo. Não apenas ganhar o voto mas preservar a fundação da República Americana.
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Texto de Por Nancy Pearcey. Tradução: Jorge Alberto. Fonte: Anajure.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Ser gay ou não ser, eis a questão
Quem é gay e acha que isso é normal, viva sua orientação, só não me chame de homofóbico por não concordar. Quem não é, viva sua heterossexualidade, mas trate e respeite quem é homossexual, pois orientação sexual não anula a personalidade boa de alguém.
Há gays honestos, competentes, educados, piedosos, assim como há heteros quem não valem um centavo.
É preciso que se reconheça isso.
Mas...Quanto ao que a Bíblia diz, não tenho dúvidas, ela reprova sim essa orientação.
Se um gay não acha essa informação relavante, tudo bem, eu e tantos não o chamaremos de "bibliofóbicos". Afinal, Vivemos num Estado Democrático quanto a liberdade religiosa.
Sendo assim, ninguém não é obrigado a seguir a orientação padrão que a Bíblia indica.
No mais, tudo tranquilo.
terça-feira, 19 de março de 2013
ROB BELL SAI EM FAVOR DO CASAMENTO GAY E CAUSA POLEMICA
"Sim, eu sou favor do casamento. Estou a favor da fidelidade. Sou a favor do amor, seja entre um homem e uma mulher, ou entre duas mulheres, ou de um homem com outro homem (...) este é o mundo que estamos vivendo e precisamos apoiar as pessoas sem importar o modo como estejam."
Essas foram as palavras de Rob Bell, fundador da mega-igreja Mars Hill Bible Church, em Grandville, Michigan (nao confundir com a Mars Hill Church, de Seatle, cujo pastor é Mark Driscoll). O comentário se deu durante uma aparição no último domingo na Grace Cathedral, em São Francisco. A Grace Cathedral é uma igreja “inclusiva” (isto é, declaradamente gay), que é dirigida pelo dr Jane Shaw.
Bell ficou conhecido além das fronteiras dos EUA principalmente após o lançamento da série NOOMA, onde trazia reflexões sobre diversos temas. A falta de bases bíblicas solidas e a inclinação de Bell ao liberalismo (negar a literalidade dos milagres, nascimento virginal de Cristo e a salvação por meio dele), universalismo (crença de que todos serão salvos, mesmo sem nunca crer em Cristo), e teísmo aberto (Deus não é soberano, logo não sabe o que acontecerá no futuro) já podiam ser observadas na série, mas ficaram evidentes depois do lançamento do livro “Love Wins”, que lhe rendeu duras criticas de varios pastores em diversos países. Agora ele aparece novamente, e desta vez como defensor do casamento gay, e não só isso, mas também da inclusão de casais gays como membros das igrejas.
É triste ver este e outros pregadores abraçando o relativismo moral, o liberalismo teológico e a agenda gay, mas devemos lembrar que a Bíblia é clara quanto ao homossexualismo, condenando-o em varias passagens, como Levítico 18:22 –“Com homem não te deitarás como se fosse mulher; é abominação” –, e Romanos 1:26, 27 – “Pelo que Deus abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram seu uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
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Fonte: Púlpito Cristão
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Como deveriam ser os debates sobre homossexualidade
Bom, eis que volta o debate sobre a homossexualidade. Algumas considerações rápidas:
1) Um discurso sem amor, sem graça e sem evangelho não é uma resposta cristã. Moralismo, mesmo em defesa da família, não é uma resposta cristã.
2) A prática homossexual é pecaminosa. Orgulho também. Farisaísmo também. Todos enviam a pessoa para o inferno e Cristo pode salvar cada um daqueles que se arrependerem e crerem no Evangelho.
3) Um cristão deve, sim, abandonar a prática homossexual. Agora entenda, isso não é como trocar de camiseta. Ame mais do que julgue. Você tem tentações heterossexuais (e muitas vezes cai nelas) e nem por isso acha que está cortado da graça. Não seja hipócrita.
4) Estude o assunto antes de falar besteira.
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Fonte: Voltemos ao Evangelho.




