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sábado, 6 de dezembro de 2014

PelamordeDeus: Pastor diz que gays devem ser executados por um Natal sem Aids

O pastor norte-americano Steven Anderson disse que o mundo poderia "se livrar da Aids até o Natal caso todos os homossexuais fossem executados". As palavras, segundo o jornal "The Indepentent", foram ditas durante um sermão intitulado "Aids: o julgamento de Deus".

Em um culto realizado na Igreja Batista em Tempe, Arizona (EUA), Anderson afirmou aos fiéis que a Bíblia defende o genocídio da população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis). "Aos olhos de Deus, qualquer homo ou bi --é tudo a mesma coisa-- é sodomita", disse ele, ao classificar a opção sexual como perversões.

Em meios às celebrações do Dia Mundial da Aids, o pastor disse que o mundo teria passado por uma "lavagem cerebral" sobre a doença e que ele teria descoberto uma suposta "cura" no de Levítico –terceiro livro da Bíblia.

"Nós podemos ter um mundo livre da Aids até o Natal. Ok, não seria totalmente livre. Mas seria um mundo 90% livre da doença até o Natal se seguirmos as palavras do senhor", disse ele, que leu na sequência um trecho do livro bíblico: "Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse uma mulher, ambos terão praticado abominação; certamente serão mortos".

A cura da Aids, de acordo com ele, sempre esteve na Bíblia: "e eles estão a gastar bilhões de dólares em pesquisa e testes. É curável. Porque se você executasses os homens como Deus recomenda, você não teria tudo isso correndo solto", acrescentou Anderson.

Ao justificar a proibição dos gays em sua igreja, o pastor afirmou que "todos os gays são pedófilos e que eles são uma ameaça para as crianças".

Os comentários de Anderson dão força para reforçar a sua reputação de fundamentalista e de pregador do ódio. Em 2009, ele causou polêmica ao declarar seu ódio ao presidente Barack Obama e ao orar para ele morrer e ir para o inferno. Ele também já afirmou que as mulheres que tomam a pílula anticoncepcional são "putas, cujo sangue se tornou verde".

Severo, é você?

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A gente pensando que só havia insano no cenário religioso brasileiro... (ou Severo tem a ver?)

Fonte: Genizah.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Vaticano discute tolerância e valorização da orientação sexual gay


Tema da matéria Uol:

Papa Francisco ainda me levará a crer em Deus

Por Josias de Souza, no UOL

No ano passado, instado a dizer o que pensa sobre os homossexuais, o papa Francisco soara assim: “Se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade quem sou eu para julgar?”. Fiquei surpreso. Incréu, jamais compreendi o descaso da Igreja para com as sagradas escrituras .

No versículo 34 do capítulo 13, o livro de João anota: “Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros.” Jesus disse isso antes do início do calvário que o levaria à crucifixação. Foi como se ditasse um testamento.

A despeito das palavras Dele, a Igreja sempre amou de forma seletiva. Imagine se Jesus retornasse para sussurrar o mandamento nos ouvidos das batinas: “amai, irmãos, amai como eu vos amei.” Seus operadores responderiam, crispados de bondade: “Só aos heterossexuais, ó, Senhor. Só aos heterossexuais.

Súbito, o papa convocou um Sínodo. E incluiu os gays na pauta dos bispos. Nesta segunda-feira (13), veio à luz o esboço de um texto que deve ser aprovado no sábado. Não chega a equiparar a união civil entre pessoas do mesmo sexo ao casamento. Mas…

Mas anota coisas assim: “As pessoas homossexuais têm dons e qualidades que podem oferecer à comunidade cristã.” Ou assim: é preciso acolhê-las “aceitando e valorizando sua orientação sexual.” Alvíssaras!

O homossexualismo, como se sabe, é um dado da realidade. Existe a despeito da vontade da Igreja. Está presente, aliás, no interior de bons seminários, conventos e mosteiros. Mas sempre foi tratado pelo Vaticano como uma agressão à natureza, um atentado contra o “crescei e multiplicai-vos”.

Levando-se o argumento às últimas (in)consequências, também a Igreja estaria conspirando contra a natureza humana ao impor o voto de castidade aos seus sacerdotes. Se o destino do homem e da mulher é a procriação, o celibato teria de ser considerado tão “anormal” quanto o homossexualismo.

No rascunho produzido durante o Sínodo, anotou-se que há casos em que a união entre pessoas do mesmo sexo provê “o mútuo sustento” e “constitui um apoio precioso para a vida de cada um dos parceiros.”

A prevalecer esse entendimento na Igreja, o papa Francisco vai acabar me fazendo acreditar em Deus. Até porque, considerando-se os rumos da humanidade, está difícil de acreditar em qualquer outra coisa.

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Via Pavablog.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Agora gays podem casar na igreja presbiteriana dos Estados Unidos(PCUSA)


No dia 19 deste mês (Junho de 2014) a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA) aprovou com maioria folgada uma alteração na sua Constituição. Em vez de dizer “o casamento é entre um homem e uma mulher,” a Constituição da PCUSA agora diz “o casamento é entre duas pessoas”. Obviamente, a alteração foi feita para poder acomodar dentro da PCUSA os gays que querem casar na igreja e ter cerimônia religiosa realizada por pastores/pastoras presbiterianos.

Esse é mais um passo na direção da apostasia, desde que a PCUSA entrou pelo caminho do liberalismo teológico. Veja a notícia aqui.

Antes de mais nada, preciso esclarecer que essa denominação norte-americana nada tem a ver com a Igreja Presbiteriana do Brasil. Na verdade, a IPB tem consistentemente rechaçado nas últimas décadas todas as tentativas oficiais de aproximação com PCUSA, feitas tanto das bandas de lá como das bandas de cá. É injusto colocar todos os presbiterianos no mesmo saco em que esta denominação apóstata se meteu. Ela traiu sua herança presbiteriana e o que é mais importante, traiu o Cristianismo bíblico.

Não vou dizer que fiquei estarrecido, surpreso ou chocado com a decisão tomada finalmente pela assembléia geral da PCUSA. Não estou surpreso porque já era de se esperar que tal coisa acontecesse, cedo ou tarde. Afinal, as decisões que vinham sendo tomadas por esta denominação presbiteriana em décadas recentes, não poderiam levar a outra coisa senão a decisões como tais. A decisão de aceitar casamento gay como sendo cristão é o resultado da fermentação de vários conceitos e pressupostos que ao longo do tempo foram lentamente sendo introduzidos na alma da denominação, formando irreversivelmente a sua maneira de pensar e de agir.

Tudo começou quando a PCUSA passou a tolerar que o liberalismo teológico fosse ensinado nas suas instituições teológicas, as quais são responsáveis pela formação teológica, eclesiástica e ministerial dos seus pastores. O liberalismo teológico retira toda a autoridade das Escrituras como palavra de Deus, introduz o conceito de que ela é fruto do pensamento ultrapassado de gerações antigas e que traz valores e conceitos que não podem mais ser aceitos pelo homem moderno. Assim, coloca a Bíblia debaixo da crítica cultural. O passo seguinte foi a aprovação da ordenação de mulheres cristãs ao ministério, em meados da década de 60, com base exatamente no argumento de que os textos bíblicos que impõem restrições ao exercício da autoridade eclesiástica por parte da mulher cristã eram culturalmente condicionados, e portanto impróprios para a nossa época, em que a mulher já galgou todas as posições de autoridade.

O argumento que vem sendo usado há décadas pelos defensores do homossexualismo dentro da PCUSA segue na mesma linha. Os textos bíblicos contrários ao homossexualismo são vistos como resultantes da cosmovisão cultural ultrapassada dos escritores bíblicos, refletindo os valores daquela época. Em especial, os textos de Paulo contra o homossexualismo (Romanos 1 em particular) são entendidos como condicionados pelos preconceitos da cultura antiga e pela falta de conhecimento científico, que segundo os defensores do homossexualismo hoje já demonstra que ser gay é genético, não podendo, portanto, ser mais considerado como desvio moral ou pecado. Já que a cultura moderna mais e mais aceita o homossexualismo como normal, chegando mesmo a reconhecer o casamento entre eles em alguns casos, por que a Igreja, que deveria sempre dar o primeiro exemplo em tolerância, aceitação e amor, não pode receber os homossexuais como membros comungantes e pastores da Igreja? Essa foi a argumentação que finalmente prevaleceu, pois a decisão permite que homossexuais praticantes considerem a sua escolha sexual como uma questão secundária e não como matéria de fé, sujeita à disciplina eclesiástica da denominação.

Não estou dizendo que todos os que defendem a ordenação de mulheres necessariamente são defensores da ordenação gay e do casamento de homossexuais. Tenho bons amigos que defendem um e abominam o outro. Estou apenas dizendo que, em ambos os casos, o argumento usado para sua aprovação dentro da PCUSA foi o mesmo: o que os escritores bíblicos dizem sobre estes assuntos não tem validade para os dias de hoje, e portanto, a Igreja deve se guiar por aquilo que é culturalmente aceitável, politicamente correto e que faz parte do bom senso comum.

Existe uma brava minoria dentro da PCUSA que, de longa data, tem lutado contra a introdução desses conceitos. Agora, assiste com tristeza a derrota bater à sua porta. Desde que a PCUSA aceitou o homossexualismo, mais de 10.000 igrejas já saíram dela. Esta que já foi a maior denominação presbiteriana do mundo hoje está reduzida a 1,8 milhões de membros. E este número cai mais a cada ano.

Não devemos pensar que esse é um problema que se restringe àquela denominação americana. Os mesmos pressupostos que a levaram a tomar essa decisão já estão em operação em nosso país, a começar pelos seminários e instituições de ensino teológico que já caíram vítimas do método histórico-crítico de interpretação, do liberalismo teológico, do pragmatismo e do relativismo. O campo está sendo preparado no Brasil para que em breve evangélicos passem a considerar a homossexualidade como sendo uma questão pessoal e secundária, abrindo assim a porta para ordenação de gays e lésbicas praticantes ao ministério da Palavra e para a realização de casamento gay nas igrejas evangélicas.

Acredito que a única medida preventiva é não abrirmos mão da legitimidade e aplicabilidade dos valores e dos ensinamentos bíblicos para todas as épocas e culturas. Isto nos permitirá sempre fazer uma crítica da cultura a partir do referencial da Palavra inspirada e infalível de Deus. Foi quando a PCUSA subjugou a Bíblia à cultura que a lata de minhocas foi aberta. A Bíblia passou a ser julgada pela cultura. Vai ser difícil para liberais, neo-ortodoxos, libertinos e outros grupos no Brasil, que de maneiras diferentes colocam a cultura à frente da Bíblia, resistir à pressão. Quem viver, verá.

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Fonte: Blog O Temporas, O Mores.

sábado, 31 de maio de 2014

"Ser homossexual é um sofrimento, não uma escolha nem um pecado em si" [Leia a entrevista com um gay que encontrou o caminho da liberdade]

[caption id="" align="aligncenter" width="640"] Quem dá seu testemunho é Philippe Ariño, homossexual espanhol de 34 anos, que atualmente leciona em Paris[/caption]

Blogueiro e participante do universo ativista LGBT, começou-se a falar dele em 2011, quando Phillipe Ariño revelou que havia mudado de vida. Em 2013, ele guiou, em primeira linha, a batalha contra a legalização do "casamento para todos" francês; é autor do livro "L'homosexualité en vérité", que na França vendeu mais de 10 mil cópias.


Foi ele quem aconselhou Frigide Barjot, ex-porta-voz da "Manif pour tous", que não falasse de "heterossexualidade", porque "assim se perde não só a batalha, mas também a guerra".


Entrevistado por Tempi.it, Ariño explica que, "para salvar o ser humano, é preciso ir à origem do problema. É isso que tentamos fazer nas ruas com os veilleurs" (os "veladores").


Conte-nos sua história. Como você cresceu?


Eu tinha uma péssima relação com o meu pai e, na adolescência, eu não conseguia fazer amizades masculinas. Depois entendi e reconheci que minhas tendências homossexuais eram sintoma de uma "ferida": só dessa maneira meu sofrimento começou a diminuir.


Ser homossexual é um sofrimento; não é uma escolha, um pecado ou algo inócuo. Conheço mais de 90 pessoas com pulsões homossexuais que foram estupradas. Agora, o mundo LGBT me odeia porque conto isso, mas eu repito a eles também: a homossexualidade é uma ferida que não se alivia fazendo sexo. Se você não admitir isso, nunca terá paz.


Quando sua forma de entender a homossexualidade mudou?


Em 2011, descobri a beleza da continência. Eu havia começado a reconhecer que alguma coisa não estava bem e voltei à Igreja. Durante uma conferência, falei da minha situação e percebi que me ajudava. E não só isso: explicando o meu drama, consegui ajudar muitas pessoas, incluindo homens e mulheres casados.


Foi difícil?


EU encontrei um caminho, mas há muitos. Outros também conseguem superar estas pulsões; eu descobri que, reconhecendo a minha ferida e oferecendo-a a Cristo e à Igreja, minha condição dolorosa se transforma em uma festa. Ao não praticar a homossexualidade, não estou dizendo "não" às minhas pulsões, mas "sim" a Deus: é um sacrifício para ter o melhor, o máximo, algo que antes eu não tinha. Podemos pensar que o Senhor só nos ama se estivermos bem, mas acontece o contrário: Ele ajuda quem precisa dele e, se você lhe oferece os seus limites, Ele faz grandes coisas.


Por que as relações homossexuais não o faziam feliz?


Ao me relacionar com outros homens ou olhar para eles de maneira possessiva, eu sentia satisfação no momento. Mas estava sozinho e nunca me sentia completo. É então que caímos na ilusão de achar que podemos viver a sexualidade como os outros, mas, na verdade, a sexualidade só pode ser vivida na diferença sexual.


O que mudou concretamente na sua vida?


Antes, eu me sentia sempre inferior aos homens, porque a homossexualidade é invejosa. Agora, após descobrir que Deus me ama e que sou seu filho, querido e amado, não me sinto inferior a nenhum homem. Assim, depois de muitos anos, descobri a beleza da amizade masculina, que eu não trocaria pelas relações do passado – quando eu fingia estar me realizando.


Pessoas como você, que abandonam seu passado, não são muito queridas pela comunidade LGBT. Como você se relaciona com o universo que frequentava?


Eles me colocaram na lista negra. Ficam me ameaçando e me etiquetam de homofóbico, mas eu não teria sobrevivido junto deles: é um mundo de mentiras, que exteriormente se mostra alegre, mas dentro está cheio de raiva e tristeza. A maioria dos atos homofóbicos e dos insultos contra as pessoas com tendências como as minhas provêm de pessoas que têm feridas como as minhas, que gritam e vociferam porque são frágeis.


Os ativistas podem aplaudir quando você fala, mas você só é visto em sua sexualidade, como se fosse um animal ou um indivíduo de série B que precisa ter direitos especiais. É por isso que eu digo que somos os piores inimigos de nós mesmos. Na Igreja, no entanto, encontrei pela primeira vez alguém que me acolheu como pessoa, levando em consideração tudo o que o Philippe é.


Você costuma afirmar que a homossexualidade está se propagando. Por quê?


A identidade é cada vez mais frágil. Propaga-se porque o homem e a mulher, também os que moram juntos, muitas vezes não reconhecem a beleza da diferença e já não se encontram. Não sabem por que se casam, estão juntos mas ao mesmo tempo sozinhos, vivem a relação de maneira egoísta e não entram em comunhão. Só sobra o sentimento, enquanto este durar.


Por que os dois sexos se sentem tão distantes e alheios um do outro?


Penso que, quando se corta o vínculo com Deus, tudo se torna inimigo nosso, e então também surge a desconfiança entre o homem e a mulher. No entanto, as pessoas deveriam se casar para ajudar-se mutuamente a voltar Àquele que as criou: onde o homem não chega, chega a mulher. Do contrário, resta apenas a possessão que divide. E tudo isso prejudica os filhos. Se não partimos dessa consciência, nunca resolveremos o problema. Se jogamos a partida em outros campos, já a perdemos.


A que você se refere?


A ministra francesa de Justiça, Christiane Taubira, mãe da lei sobre o casamento gay, começou dizendo que era preciso distinguir entre casamento heterossexual e homossexual. Isso é uma mentira terminológica que não se ajusta à realidade e que não podemos aceitar. É preciso dizer que a heterossexualidade não existe: existem apenas o homem e a mulher, diferentes e complementares.


Além disso, não se deve excluir do debate a questão homossexual em si mesma. Se ela está se propagando, é responsabilidade de cada um de nós entender o que é e de onde vem, fazendo compreender o que estamos enfrentando. Pelo mesmo motivo, sempre digo que não é suficiente fazer um discurso cujo ponto de partida seja o direito das crianças, mas no qual se omite e tolera com indiferença as relações homossexuais. Só entendendo o sofrimento que deriva disso, e o fato de que se trata de uma amizade ambígua, incapaz de amor, se compreende que o único leito de crescimento para uma criança é a família com pai e mãe.


Inclusive nos casais do mesmo sexo mais estáveis, nos quais se busca o respeito, não há felicidade. Conheço alguns e muitas vezes são precisamente eles que me entendem. Durante uma conferência, um homem que vivia uma união estável há mais de 20 anos, me disse: "Como você tem razão!". Outros se perguntam: "Mas que vida estamos vivendo?". Quando a pessoa entende isso, já não pode dizer: "Coitados; vamos deixar que vivam como quiserem" e fazer o papel de "caridosos", como ocorre hoje.


O que acontecerá com as crianças que crescem nesse novo modelo de "família"?


Se a criança não aprende a beleza da diferença, não será capaz de amar. Uma sociedade que finge exaltar as diferenças, mas depois as trata como uma ameaça, está educando uma geração que não saberá acolher o outro. Vivemos em um mundo que se recusa a encarar a realidade, com suas contradições e limites, como os da sexualidade – vista hoje como um perigo. Esta deformação da realidade humana está conduzindo a um colapso antropológico. E quanto mais avançarmos neste sentido, mais crescerão as formas de solidão, neurose e violência.


O que se pode fazer?


Respeitar a realidade e tentar voltar a entender sua finalidade. No que diz respeito a mim, eu digo que Jesus, sua verdade e a Igreja são o caminho para amar, ser amado e servir.


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(Artigo publicado originalmente por Religión en Libertad) Via: Aleteia.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Atriz global Claudia Jimenez deixa o lesbianismo

[caption id="attachment_5327" align="aligncenter" width="488"]claudia Caminho inverso, a mídia não liga[/caption]

Quando a cantora Daniela Mercury publicou em uma rede social foto com outra mulher dizendo que esta era sua marida, a repercussão na opinião pública foi imediata. A ex-estrela do Axé percorreu todos os programas, pôs tom político no discurso e se declarou lésbica, mesmo já tendo vários relacionamentos héteros e filhos. Junto com o par homossexual chegou a escrever um livro falando sobre o romance. Daniela Mercury foi ovacionada como heroína, aclamada pela militância LGBT como referência de luta pela bandeira. Tratamento diferente – bem diferente, diga-se de passagem – foi dado à atriz Cláudia Jimenez quando terminou o relacionamento de dez anos com a sua personal trainer e sócia, Stella Torreão, em 2011. “Não tinha sensualidade, era muito mais gorda do que sou hoje. Não tinha forma nem vaidade. Achava que não tinha cacife para seduzir um homem. Como tinha de ser amada, me joguei nas mulheres”, declarou a atriz numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.


As declarações da atriz, que não associa homossexualidade a algo inato à pessoa e sim a comportamento que pode ser superado, deixou a militância LGBT do país em polvorosa. O site Parada Lésbica classificou a atitude de Claudia como um “desserviço homofóbico” e ainda chamou a atriz de “medíocre”.


Em outra oportunidade, Claudia revelou o trauma sofrido na infância que a fez se afastar dos homens: um abuso que sofrera aos sete anos. “Sofri abuso quando era menina e morava na Tijuca. Um senhor me bolinava. Ele comprava muitos chocolates e me convidava para entrar na casa dele. [Quando revelei essa história aos 18 anos] foi um choque para todo mundo. O fato de esse cara ter feito isso comigo atrasou muito o meu lado. Graças a Deus, ele já morreu”, contou ao UOL.


Depois do convívio de dez anos com Stella, Claudia passou a se relacionar com homens. Os veículos de comunicação que publicaram matéria sobre o assunto foram contidos, não fizeram alardes e não manchetearam a decisão da atriz de deixar o lesbianismo, justamente o contrário do que fizeram com a cantora Daniela Mercury.


Claudia deixou nas entrelinhas que sua opção pelo lesbianismo se deveu a diversos fatores externos, como trauma de infância, rejeição e carência afetiva. Hanna Korich, uma das sócias fundadoras da Editora Malagueta, editora dedicada à literatura lésbica, também alfinetou Claudia rotulando as declarações da comediante de “homofobia internalizada”.


A militância LGBT, na busca pela liberdade, acaba oprimindo muitas pessoas com comportamento homossexual. A tolerância se torna intolerância. A cantora Adriana Calcanhoto desabafou à revista Época sobre a ação da patrulha LGBT, logo quando Daniela Mercury se assumiu lésbica: “Se Daniela ficou feliz de falar e, se falando, ajudou a causa, eu acho válido. Só não gosto da patrulha para que você precise sair do armário, isso segmenta. Eu não gosto de expor minha vida privada por temperamento.”


Walcyr Carrasco também criticou a atuação dos militantes dos movimentos pró-homossexualismo. “Recentemente, declarei que sou bissexual. Fui apedrejado por homossexuais, segundo os quais deveria ter me declarado gay. Respondi: tive relacionamentos com várias mulheres na minha vida, a quem amei. Seria um desrespeito a elas dizer que tudo foi uma mentira”, escreveu em artigo que assina para a revista Época.


Que outros sigam o exemplo de Claudia. Há saída para o comportamento homossexual.

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[Fonte: Nova Guia]

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Final de “Amor à vida” mostra primeiro beijo gay da Globo #E DAÍ??

O último capítulo da novela “Amor à Vida” foi ao ar nesta sexta-feira (31) mostrando o primeiro beijo gay em uma novela da emissora carioca.

Os atores Thiago Fragoso e Mateus Solano, que interpretaram os personagens Niko e Félix respectivamente, contracenaram o beijo gay mais comentado da televisão brasileira. O assunto se tornou o mais comentado no Twitter tendo grande aprovação do público em geral que já torcia pelo “final feliz” dos personagens.

Do outro lado, evangélicos e católicos tradicionais criticaram a militância da Rede Globo em promover a causa gay. “A Globo busca todos os dias criar um padrão de família “não tradicional” que abomina a Deus”, escreveu Wenderson Monteiro.

O pastor JB Carvalho criticou quem assiste telenovelas. “Se você assiste novela, você insulta o Espírito Santo e é um patrocinador do lixo cultural. A Era Laodicéia é marcada por um tipo de cristão que tem medo de marcar posição, assumindo uma neutralidade em assuntos polêmicos”, disse ele no Twitter.

Os cantores Davir e Verônica Sacer também se pronunciaram pelo microblog. “#ForaNovelaMalígna #NovelaLixoMoral #ForaBBB #NãoVejoNovela”, escreveu o cantor.

Sua esposa também tuitou sobre o assunto dizendo: “‘Engano do diabo achar normal ser errado e considerar burrice ser correto.’ #ForaNovelaMalígna #ForaBBB #TenhoAMenteDeCristo #ÑAssistoNovela.”

Quando o beijo gay começou a ser cogitado o pastor Silas Malafaia criticou o jogo de aproximação da emissora com os evangélicos. “A Globo tenta abrir um canal com os evangélicos por um lado e fecha por um lado. A Rede Globo é a emissora campeã no país de promoção da causa gay”, disse ele ao jornalista Lauro Jardim.

Mauro Mendonça, diretor da Rede Globo, chegou a comentar sobre a inclusão de personagens homossexuais na trama criticando o fundamentalismo religioso. “A grande dificuldade do brasileiro mediano, quando se trata de personagens homossexuais, é a aceitação de que existe afeto. Porque as pessoas sempre gostaram do gay cômico, mas quando é o gay amoroso, as pessoas não aceitam. O fundamentalismo antigay sempre pregou que isso ‘não é Deus’, mas o afeto é divino”, disse ele em entrevista ao UOL.

Os próprios atores que protagonizaram o beijo também são contra a pregação que não aceita o homossexualismo e veem na novela uma oportunidade de mostrar o relacionamento amoroso de pessoas do mesmo sexo para gerar aceitação.

“O que afasta uma pessoa conservadora, tradicional, é quando ela vê uma relação sexualizada entre dois homens. E o meu desejo quando comecei essa novela foi justamente trazer essas pessoas para dentro desse universo mostrando o que elas têm em comum com esses personagens”, disse Thiago Fragoso.

[Fonte: Gospel Prime]

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Compartilho com vocês uma nota do amigo Thiago Oliveira que achei  bem pertinente:
Não entendo os evangélicos. Não entendo porque tanto escândalo por terem visto um beijo gay no final da novela. Ah, mas como você não entende? É abominável aos olhos do Senhor!-retrucam. E eu continuo afirmando: Não há motivos para escândalo. Pois, ao acompanhar uma novela, principalmente a do horário nobre, você irá presenciar diversas coisas que desagradam a Deus: hedonismo, traição, vingança, narcisismo, egoísmo, sincretismo e por aí vai. Todas essas coisas são abomináveis aos olhos do Senhor. Todavia, essas coisas parecem não incomodar os crentes, que até gostam de ver.

Falando um pouco de uma novela mais antiga, uma tal de Avenida Brasil, tínhamos no enredo uma briga ferrenha entre Nina e Carminha. Muitos evangélicos assistiram aquilo e achavam o máximo quando uma detonava com a outra. A trama era movida pela vingança. Mas e daí? Bom mesmo é ver o circo pegar fogo, né? Valores cristãos? Isso é coisa para o domingo.

Sobre a recente trama, cansei de ver as pessoas se acabando de rir com a personagem Valdirene, uma periguete disposta a tudo pela fama, inclusive dar o golpe do baú em algum trouxa. Porém, o maior sucesso ficou por conta do Félix, o vilão homossexual e caricato que por fim se redime de suas maldades. A personagem conquistou o público ainda no período da vilania. Todos comentavam as suas frases de efeito e a sua forma engraçada. O autor quis repassar a ideia que a não aceitação da sua homossexualidade o levou a delinquência.

Apesar de tudo isso, evangélicos do país inteiro acompanharam durante meses “Amor a Vida” e até vibraram por terem sidos retratados na trama de Walcyr Carrasco. Quando o Kléber Lucas apareceu cantando então, foi o êxtase. Muitos através das rede sociais disseram que a GLOBO estava se rendendo ao senhorio de Cristo. Hahahaha...

A lista de coisas desagradáveis é absurda, todavia, não quero me delongar. Apenas lamento que tenha tanta gente volúvel ao ponto de só repudiar aquilo que lhe convém. Fica fácil apenas criticar o homossexual e se esconder por detrás dum moralismo religioso e hipócrita. A igreja não deve ser a inquisidora de alguns pecados, ela deve denunciar o Pecado. A militância evangélica está girando em torno dos postulados gays, quando na verdade deveria abranger sua indignação contra diversos males que assolam nosso país. Males? Que males? Em tempos de Festival Promessas e ano da Restituição, parece que não existe pecado do lado de baixo do Equador.

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Arte de Chocar.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

O "Homofóbico" que morreu em favor dos homossexuais

Um amigo homossexual compartilhou um link no facebook de um site militante dos direitos homoafetivos – osentendidos.com – onde li o seguinte trecho: “A queda de conceitos arcaicos é inevitável, mas antes dela veremos uma radicalização ainda maior dos mesmos, com os conservadores se sentindo acuados. Eles estão gritando mais alto, com maior fúria, como lobos presos numa armadilha, mas são os gritos que precedem a morte, basta observar.”

Ok. E depois? O que acontecerá aos conservadores?

Eu sou um conservador que começa a se sentir pressionado, mas não se deixa ser acuado.

É até estranho, vindo de mim, dizer que sou conservador, uma vez que as pessoas consideram o modo como eu encaro o cristianismo como algo novo.

A verdade é que, pra começar, dentro do sistema de crenças bíblicas, não existe o MEU modo de encarar o cristianismo. Pra que serviria um guia de conduta que se altera e camufla dependendo das circunstâncias? Uma coisa é ter soluções, respostas e interpretações múltiplas (desde que mantenham coerência), outra é ser híbrida e incerta. E isso é algo que só é possível em relação à Bíblia se você sabe muito pouco sobre ela.

Depois, não há nada de novo na maneira com a qual tento viver o cristianismo.

A ênfase à Bíblia como fundamento confiável de fé parece ridícula aos olhos das pessoas cool e cultas do mundo, mas é no que eu acredito – assim como os cristãos espalhados pelo mundo – e é no que me reservo no direito de acreditar, tendo em vista o princípio de liberdade religiosa sob o qual, graças a Deus, vivemos. Alguns tratam isso como ignorância, mas permanecer “ignorante” nesses termos também é um direito, não é?

E onde isso nos deixa na sociedade pós-moderna?

O que fazer em relação aos princípios bíblicos sobre sexualidade quando há tanta gente decente no mundo que clama por seus direitos?

Para começar, a questão não é colocar os homossexuais no mesmo nível dos assassinos – quem viu a polêmica entrevista do Pr. Silas Malafaia de frente com a Gabi sabe do que estou falando. A questão é que o princípio básico do cristianismo – a graça e o sacrifício de Deus – coloca Madre Teresa de Calcutá, Nelson Mandela, Charles Manson, Bruna Surfistinha, Martinho Lutero, Chico Xavier, Fernandinho Beira Mar, Renan Calheiros, Marco Feliciano, Silas Malafaia, Marília Gabriela, Nietzche, Serginho Orgastic e Angelina Jolie no mesmo nível.

Independente do que são, do que fizeram, do que declaram, todos eles são passíveis de condenação por carregarem em si o peso da humanidade separada de Deus. Diante desse conceito PLENO de igualdade, completamente diferente do que a militância prega, todos recuam. A causa LGBT, o feminismo, os protestos antirraciais, todos recuam diante do conceito de igualdade bíblico – o único que é igualitário de verdade – pois ele coloca os preconceituosos e os alvos de preconceito na mesma condição.

O pecado consiste na separação do ser humano de Deus, a forma que o pecado toma é consequência de vários outros fatores. O sacrifício de Cristo nos possibilita estar ligados a Deus novamente – religare, o verdadeiro sentido de religião. Deus, única e verdadeira fonte de vida, da qual quem se desliga, naturalmente morre.

Todos estavam no banco do Réu e o Juíz escolheu absolver a todos. Porém a porta da prisão está aberta pra quem quiser entrar, e a prisão bem decorada e abastecida com boa comida se parece muito mais com a liberdade do que as ruas estreitas da salvação.

Lendo isoladamente todos os textos bíblicos que as pessoas tomam como arbitrários, inconvenientes, politicamente incorretos, preconceituosos, homofóbicos, machistas, etc, dá pra pensar que Deus é realmente intolerante. Mas as pessoas adoram ler esses textos e esquecerem-se dos que falam que foi exatamente por todas as pessoas que Deus parece condenar que ele se tornou um de nós e MORREU. Não só morreu, sofreu, sacrificou, foi MOÍDO e traído. Essas pessoas que a Bíblia parece condenar que foram o motivo e a razão do sacrifício de amor e justiça de Cristo. Todas essas questões de identidade cultural, sexual e legal se tornam insignificantes quando deixamos que a vida abundante de Cristo, concedida a nós através da sua morte, tome conta do nosso ser e das nossas atitudes. Nossa identidade real não se encontra na nossa história, nem na nossa cultura, ou no nosso país, nem na nossa opção sexual, nem nos nossos direitos legais, nem mesmo na nossa personalidade. Nossa identidade é definida pelo fato de termos sido criados e recriados por Deus, e qual a nossa resposta a ele. Qualquer coisa que passa disso é pura ilusão, não importa, é vaidade (já diz em Eclesiastes). No dia que você deixar de ser um ser humano egoísta que só pensa em ocupar o espaço que você acha que tem direito de ter, enxergará que o Deus que podia ter impedido que você nascesse concedeu a você o espaço DELE e lhe deu o direito de ser livre pra lutar, sem, porém ter que lutar para ser livre.

Nós cristãos que temos a fé baseada na Bíblia, entendemos esse conceito e escolhemos a rendição pacífica como forma de revolução e por isso temos um caminho longo a ser trilhado. Todas as direções indicam que por culpa das igrejas e pessoas que carregam o nome de Cristo sem carregar Cristo e sua vida dentro de si, todos os cristãos uma hora ou outra sofrerão represálias. Pelo andar da carruagem e de acordo com profecias bíblicas, acreditamos que os cristãos fervorosos, que não abrirão mão das suas crenças e muito menos tratarão com preconceito as pessoas, mais cedo ou mais tarde serão perseguidos e apanharão nas ruas.

Aqueles que dizem ser seguidores de Cristo e usam a violência – verbal ou física – a mentira e o preconceito não falam por Cristo e nem pelos seus seguidores verdadeiros. A Bíblia é bem clara quando diz que “... pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” Mateus 7:20-21

É bem claro na Bíblia que Deus não aprova a homossexualidade, assim como é bem claro que não aprova você transar com todas as garotas que tiver vontade, ou ter muitas e muitas namoradas. Mas é mais claro ainda que NENHUM ser humano, por mais cristão que diga ser, tem o direito de condenar alguém. Aliás, não tem o direito sequer de julgar – quem dirá condenar e agir com violência.

Bom é só Deus, todos somos maus. Se alguns de nós seremos salvos, o mérito não vai para as nossas boas ações aqui na Terra e sim para a única ação necessária feita pelo único que tinha o direito de julgar e a reação do indivíduo à essa ação. O que temos que fazer como cristãos é o que Jesus fez: abraçar a todos, respeitar quem no fim das contas rejeitar o abraço e abraçar mais forte quem permanecer com o coração aberto à salvação.

Portanto, culpar a Bíblia, o cristianismo puro e os seus seguidores pelas atrocidades que instituições religiosas, pastores, padres e pessoas que dizem “Senhor, Senhor” comentem e dizem é a verdadeira falta de conhecimento. Se eu discordo dos meus amigos homossexuais – e sim, sou cristão e tenho amigos próximos e muito queridos que são homossexuais assumidos – é pelo mesmo motivo que os amo.

Não importa o que digam as tendências pós-modernas e capitalistas do individualismo, UNICAMENTE em Cristo, nós temos a capacidade de discordar veementemente e amar verdadeiramente ao mesmo tempo. Ele foi o único que conseguiu, e é o único que pode ajudar.

Portanto, cristãos, baixem a bola por que vocês não têm o direito de julgar ninguém, e vocês, militantes, por gentileza, baixem a bola também, pois a nossa crença tão criticada por vocês, se bem compreendida e vivida além das palavras, é o ÚNICO caminho para a paz.

PS.: Indico a vocês a leitura do texto “Pelo Direito de Discordar” de Ariovaldo Ramos, que trata o assunto com propriedade e embasamento, sob um ponto de vista histórico-político. Clique aqui pra ler.

PPS.: Escrevi um desabafo dentro do tema há algum tempo sobre também me sentir alvo de preconceito como cristão. Clique aqui para ler.

***

O texto é de Jônathas Sant'Ana, mais um blogueiro subversivo que escreve no BLog Love, Jesus e Rock'n Soul.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Cartilha gay em porta de Escola, choca Pais e Alunos


Nota do blogueiro:

Gente, não sei nem mais o que dizer... Para não ser redundante em minha indignação, voltemos as antigas palavras de Deus, dita pela boca de Paulo:


"Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm";


[Apóstolo Paulo, em Romanos 1:24-28]

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Homossexualismo, Mídia e Bíblia

casal-gayRecentemente o Brasil levantou-se contra a corrupção desenfreada que ocorre no nosso país. Entre tantos protestos, percebemos claramente o intuito da mídia em esconder os fatos realmente importantes e mostrar muitas cenas de vandalismo e violência. O povo, cansado de ouvir tanta asneira, se voltou também contra a mídia televisiva em busca de uma nova reforma no governo brasileiro e em busca de tantas outras questões e conquistas, mas no momento não falarei deste movimento necessário para o país.


Mas então, onde quero chegar? Ao longo do tempo, a mídia tem transformado “imperceptivelmente” verdades em inverdades e é isso que têm ocorrido frequentemente quando o assunto é Cristianismo e Homossexualismo. A mídia esboçou toda uma arquitetura de guerra entre os cristãos e os homossexuais desenvolvida através da palavra preconceito. Há uma semana e alguns dias, respondi a um questionário, aplicado na UFPB, que infelizmente, influenciado certamente pela mídia, não avaliou minha opinião nem me permitiu demonstrá-la. Do contrário, mostrava-se claramente, como uma tentativa de comprovar alguma forma de preconceito aos homossexuais por parte dos chamados “religiosos”, palavra na qual nem considero entrar em verdadeira harmonia com o verdadeiro sentido do cristianismo.


Neste escrito veremos que a mensagem genuinamente cristã nunca foi de guerra, mas de verdadeiro amor e compaixão para com todos. É uma mensagem de esclarecimento com a finalidade de expor os textos bíblicos sobre o assunto. É uma mensagem de quem se importa pelas pessoas e quer vê-las andando no caminho da verdade.


A Bíblia mostra explicitamente o plano de Deus para a família na qual é constituída pelo pai, mãe e filhos encarregando cada qual com seus papéis e obrigações (Ef.5:25; Ef.6:1-4; Pv.31). O padrão de Deus para a instituição da família é um homem e uma mulher.


Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” Gênesis 2:24


No princípio, criou Deus homem e mulher, “... homem e mulher os criou” (Gn. 1:27), para que de modo natural se multiplicassem sobre a terra. Por diversas vezes, a Bíblia mostra a indignação de Deus em relação à mudança do modo natural. Observe:


“Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso, Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.” Romanos 1:25-27


“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação.” Levítico 18:22


“Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação.” Levítico 20:13a


Leiam atenciosamente todo o capítulo 19 de Gênesis e procurem entender por que Deus destrói com fogo e enxofre as cidades de Sodoma e Gomorra...


“Ainda não tinham ido deitar-se, quando todos os homens de toda parte da cidade de Sodoma, dos mais jovens aos mais velhos, cercaram a casa. Chamaram Ló e lhe disseram: “Onde estão os homens que vieram à sua casa esta noite? Traga-os para nós aqui fora para que tenhamos relações com eles”.” Gênesis 19:4-5 (NVI)


Existem ainda outros textos que poderiam ser citados, mas acredito que o fundamental neste ponto é que você que está lendo reflita sobre todos estes textos e o padrão de Deus para a vida em família.


Esta mensagem cristã é de grande compaixão e amor à verdade das Escrituras Sagradas, reflitam, se arrependam dos seus pecados e voltem-se para Deus. A mensagem é de puro amor! Se até hoje cristãos se erguem para falar sobre o tema é porque em Cristo Jesus, se importam com os homossexuais e não querem vê-los enquadrados nestes textos citados acima.


A expressão bíblica é: “Volte-se ele para o Senhor, que terá misericórdia dele; volte-se para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar.” Isaías 55:7


É uma mensagem que traz restauração, vida, esperança, satisfação plena! Que traz regeneração! Vida em abundância! Transforma o homem, pela palavra da verdade! Que vivifica! Que foi paga por um alto preço, tendo Cristo morrido na cruz para salvar aos seus! É a mensagem que traz paz, consolo e alegria para o coração de todo aquele que crer! Que tira o homem da escravidão do pecado, das trevas, e o traz para a maravilhosa luz! É uma mensagem que vai pra eternidade! Para um desfrutamento incomparável com o Senhor na glória!


Deus abençoe!


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Texto de Rhadamés Moura, escreve no UMP Guarabira.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

"Gayzismo infeliciano": ativistas insultam Marco Feliciano em voo e ainda cantam "Robocop Gay"

marco feliciano 2O tempo do debate sobre a homossexualidade parece estar chegando ao fim?


É impressão minha, ou estamos conhecendo a mais nova fase da selvageria intelectual em prol da igualdade, a fase da laicidade leviana, do ativismo fundamentalista? O que penso, e sem dúvida alguma muitos  já visualizam comigo, é a ocorrência de um novo fenômeno, o histérico “gayzismo infeliciano”.


Pois é, hoje, sexta-feira (09-08-13), o pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) relatou em seu Twitter o desrespeito sofrido durante um voo de Brasília a São Paulo. Segundo ele, quando um grupo de ativistas vinculados à causa gay o identificaram na aeronave, passaram a hostilizá-lo com xingamentos e insinuações. Embalados na música “Robocop Gay”, dos Mamonas Assassinas, os indivíduos fizeram de tudo para tirar Feliciano do sério, tentando inclusive tocar em seu rosto. O deputado afirmou ainda que alguns passageiros intervieram na situação e o defenderam, contudo, com o tumulto instalado, o comandante da aeronave chegou a ameaçar retornar à capital federal, pois o voo partia de Brasília para São Paulo.


Na postagem do twitter consta o seguinte relato de Feliciano:


“Agradeço aos passageiros do voo AD5019 BSB x GRU bem como a equipe da Azul Linhas Aéreas e o apoio da Polícia Federal do aeroporto de Guarulhos. Ao decolarmos em Brasília cerca de 10 gays me constrangeram, dois vieram à minha poltrona gritando, cantando musica bizarra. Os passageiros me defenderam, o piloto ameaçou retornar pra Brasília. Sofri xingamentos o voo todo. Haviam crianças no voo, famílias. Como não reagi tocaram no meu rosto. Estes cidadãos colocaram em risco a segurança dos passageiros. Querem respeito, mas não respeitam. E assim fazem com qualquer pessoa que discorde de suas práticas. Que Deus nos guarde. Não sou contra gays, sou defensor da família natural!”, escreveu o pastor.


twitter-marco-feliciano


Então gente, vemos que a tal corja de gente insana e preconceituosa não é algo exclusivo dos héteros. Outrora, o intitulado pastor gay Marcio Retamero, chegou a até a dizer que seria capaz de “pegar em armas” para combater a ideologia dos “desgraçados” e ”fundamentalistas religiosos”, termos que usou para designar os políticos e defensores da fé cristã e da família. Portanto, gays, que se intitulam intelectuais e pacíficos, digam-me algo sobre isso! - Porque senão o "movimento" que luta por novos direitos para a classe homossexual se demonstrará cada vez mais como uma expressão de fragmentação inescrupulosa e incoerente, onde no lugar da relevância do debate da democracia, veremos emergir uma nova corrente, que culminará num outro tipo de terrorismo: o “gayzismo infeliciano”.


Veja o vídeo abaixo:

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Antognoni Misael, aquele que ama os gays, tem amigos gays, mas que abomina o ativismo desrespeitoso e contraditório dos intolerantes 'gayzistas infelicianos'.

sábado, 6 de julho de 2013

Um homossexual condena os “direitos homossexuais”

21.05.09...homoseksualnost...gej...Foto: IstockphotoOs ativistas homossexuais do passado pediam ao governo que os deixasse em paz. Sua plataforma política consistia fundamentalmente na descriminalização de relações homossexuais entre maiores de idade. Hoje, contudo, à medida em que a tolerância social à homossexualidade cresce, os ativistas homossexuais se voltam cada vez mais para o governo a fim de impor seus interesses à sociedade. Muito embora o poder estatal tenha sido utilizado como clava contra os homossexuais desde pelo menos a Idade Média, os líderes gays de hoje subitamente parecem eles mesmos empunhar o bastão, dizendo: “Agora é a nossa vez”. Isto é uma grande ironia – e uma possível causa de problemas para os homossexuais e convulsão social para a América.


O nascimento do movimento de liberação dos homossexuais na América pode ser datado em 27 de Junho de 1969, quando clientes do Stonewall Inn, um bar para homossexuais em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia de fechar aquele estabelecimento. Durante três dias, uma rebelião da vizinhança efetivamente impediu a polícia de dar seguimento à antiga tradição de extorsão de bares “gays” e de fechamento dos que se recusavam a pagar propina. Na autuação oficial, os donos do Stonewall foram citados por não possuírem alvará para venda de bebidas alcoólicas. Mesmo que eles tivessem requerido a obtenção do alvará, contudo, dificilmente eles teriam sido atendidos: o órgão estatal responsável por este tipo de licença era notoriamente hostil a estabelecimentos voltados para homossexuais. Assim sendo, os primeiros manifestantes homossexuais modernos estavam se rebelando contra a regulação estatal. De fato, a liberdade perante o governo, genericamente considerado, era uma idéia central do movimento de liberação homossexual.


No entanto, algo fez com que o movimento gay se desviasse deste objetivo originário. Hoje, o intitulado movimento pelos direitos homossexuais vê o governo como o provedor, e não o inimigo, da liberdade. Da medicina socializada, passando pela legislação anti-disriminação e chegando às aulas obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há qualquer tipo de iniciativa para incrementar o poder governamental que estes supostos guerreiros da liberdade não apoiem.


Enquanto as relações homossexuais entre maiores de idade sejam consideradas atos ilegais em alguns estados, eu acredito que organizações dedicadas a legalizá-las têm um assento legítimo na constelação das causas em prol dos direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, contudo, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. O fato de que o movimento pelos direitos homossexuais ter assumido uma postura cada vez mais autoritária é a consequência inevitável de se basear compromissos políticos em lealdades tribais, e não em princípios filosóficos.


Numa sociedade livre não existem direitos homossexuais, apenas direitos individuais. Tanto para homossexuais quanto para heterossexuais, estes direitos se fundem num único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, o movimento pelos direitos dos homossexuais deve voltar às suas raízes libertárias. Isto iniciaria o imprescindível processo de despolitização da homossexualidade e evitaria uma perigosa guerra cultural que a minoria homossexual jamais poderá vencer.


Mesmo a “neturalidade” estatal que homossexuais “de centro” como Andrew Sullivan advogam forçaria o governo a tratar a homossexualidade como algo equivalente à heterossexualidade, como se vê nas demandas de Sullivan em prol de um pseudo-“casamento” homossexual e da admissão de gays assumidos nas forças militares. A verdadeira neutralidade, contudo, exigiria não uma aceitação, mas indiferença, desatenção, inação. Um estado neutro não penalizaria nem recompensaria a conduta homossexual. Ele não proibiria nem legitimaria juridicamente o casamento homossexual. Num ambiente militar, um estado neutro submeteria qualquer manifestação de sexualidade à mesma rigorosa regulação.


Os homossexuais devem rejeitar a idéia disparatada de que eles são oprimidos pelo “heterossexualismo”, uma ideologia vil que subordina e denigre homossexuais ao insistir no papel central da heterossexualidade na cultura humana. Não se pode fugir da biologia humana, por mais que tal projeto possa seduzir acadêmicos alienados que imaginam que a sexualidade humana é uma “construção social” alterável à vontade. Homossexuais são e serão sempre uma raridade, uma pequena minoria necessariamente à margem da família tradicional. O “preconceito” heterossexual das instituições sociais não é algo que precise ser imposto a uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma bastante natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é sectária. Se os homossexuais utilizam o poder estatal para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão se engajando num ato de beligerância que será considerado com justiça uma ameaça à primazia da família tradicional.


Mesmo vários homossexuais liberais admitem que o modelo dos “direitos gays” já serviu a todo e qualquer propósito útil que ele algum dia possa ter tido. A idéia de que os homossexuais, especialmente os homens, sejam um grupo de vítimas é tão contrária à realidade que ela já não é mais sustentável. Nos campos econômico, político e cultural, os homossexuais exercem uma influência desproporcional ao seu número em face da totalidade da população, um fato que deu origem a inúmeras teorias conspiratórias. Dos cavaleiros medievais de Malta ao misterioso “Homintern” dos tempos modernos, a idéia de uma poderosa organização secreta de homossexuais é tema persistente na literatura conspiratória, imitando a forma e o estilo da mitologia anti-semítica.


Justaposta à propaganda vitimizante dos últimos vinte anos, esta imagem de poder homossexual com ela se funde para produzir um personagem particularmente antipático: uma criatura privilegiada que não para de choramingar quanto ao seus infortúnios. Se as lideranças políticas homossexuais estão tão preocupadas quanto a um suposto crescimento de sectarismo anti-homossexual, talvez elas devam tomar o cuidado de projetar uma imagem pública menos criticável.


Na condição de contigente especializado de um exército dedicado a empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo do povo americano, o lobby homossexual se alimenta dos piores medos de suas bases eleitorais. Empunhando o espantalho da “Direita Religiosa” a fim de manter as tropas em alerta, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “sem nós, vocês não teriam a menor chance contra este sujeito”.


Entretanto, nenhum grupo religioso de peso jamais clamou por medidas legais contra os homossexuais. A Coalização Cristã, o Eagle Forum e outros grupos ativistas conservadores somente se envolveram em atividades políticas supostamente “anti-homossexuais” defensivamente, trabalhando pela rejeição de leis garantidoras de “direitos gays” que atacavam as crenças mais preciosas daqueles grupos.


Os líderes do movimento gay estão brincando com fogo. A grande tragédia é que não serão eles os únicos que sairão queimados. A volatilidade dos temas que eles vêm levantando – temas que envolvem religião, família e as mais elementares premissas do que é ser humano – cria o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados. A ousadia da tentativa de se introduzir um “currículo homossexual positivo” nas escolas públicas, a postura de vítimas militantes que não toleram qualquer questionamento, a intolerância brutal que se segue à tomada do poder pelos homossexuais em guetos urbanos como São Francisco – tudo isso, somado ao fato de que o próprio paradigma dos direitos dos homossexuais representa uma intolerável invasão da liberdade, tende a produzir uma reação da maioria.


Já é tempo de se questionar o mito de que o movimento pelos direitos homossexuais fala por todos, ou mesmo pela maioria dos homossexuais. Isto não acontece. Leis que estabelecem “direitos homossexuais” violam os princípios do autêntico liberalismo, e os homossexuais deveriam levantar sua voz contra elas – a fim de se distanciarem dos excessos deste movimento destrutivo, a fim de evitar conflitos sociais e para corrigir alguns graves males já criados. Estes males são o ataque político hoje lançado contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução homossexual; o incansável deboche religioso que permeia a imprensa gay; e o ilimitado desprezo, inerente à subcultura homossexual, por toda tradição e pelos “valores burgueses”.


A busca por uma “etnia” homossexual é tão infrutífera quanto o esforço para forjar um movimento político homossexual. Ser homossexual não pode ser comparado, de forma alguma, a, digamos, ser armênio. Não existe uma cultura homossexual à parte da cultura em geral e, apesar de alegações pseudo-científicas em contrário, não existe uma “raça gay” geneticamente codificada. Existe apenas um certo comportamento adotado por um grupo heterogêneo de indivíduos, cada um baseado em seus próprios motivos e predisposições.


Quaisquer esforços de santificação desta conduta, ou de sua explicação de forma a esvaziá-la de qualquer conteúdo moral, são contraproducentes, além de pouco convincentes. Tentar reconciliar de alguma forma a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é renunciar ao verdadeiro direito que as pessoas, homossexuais ou não, efetivamente têm: o direito de não ter que dar satisfações quanto à sua própria existência.


A obsessão em “assumir” sua própria homossexualidade e o auto-centrismo essencialmente feminino deste tipo de ritual é certamente um outro traço do movimento homossexual que deve ser eliminado. Será que nós realmente temos que conhecer as predileções sexuais de nossos vizinhos e colegas de trabalho, ou mesmo de nossos irmãos e irmãs, tios e tias?


Esperar aprovação ou sanção oficial quanto algo tão pessoal quanto a própria sexualidade é um sinal de fraqueza de caráter. Pedir (não, exigir) com a cara limpa tal aprovação na forma de um ato governamental é algo de um mau gosto sem paralelos. É também a confissão de uma falta de auto-estima tão devastadora, de um tal vazio interior, que sua expressão pública se torna inapreensível. A auto-estima não é uma qualidade que se possa extrair dos outros, nem ser criada legislativamente.


A história do movimento gay revela que Eros e ideologia são antípodas. A política, disse Orwell, é o “sexo azedado”, e a palavra “azeda” certamente descreve a visão do mundo dos dogmáticos dos direitos homossexuais. Isto fica evidente só de olhar para eles: melindrados a todo tempo por uma sociedade “heterossexualista” e normalmente muito pouco atraentes para conseguirem namorar, estas pobres almas politizaram tanto sua sexualidade que dificilmente se pode afirmar que ela ainda exista.


Ao invés do moralismo da “visibilidade” gay, uma solução sensata para a Questão Homossexual seria uma convocação de retorno aos deleites da vida privada, uma redescoberta da discrição ou mesmo do anonimato. A politização da vida cotidiana – do sexo e das instituições culturais fundamentais – é uma tendência a que devemos resistir com tenacidade: não apenas os homossexuais, mas os amantes da liberdade em todas as esferas de realização humana.


Artigo originalmente publicado na revista The American Enterprise. Por Por Justin Raimondo.


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Dica da Norma Braga via Face. Fonte: Gays de Direita.

terça-feira, 11 de junho de 2013

"Família é pai e mae, mãe e pai" - Um Rap invocado!



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Dizem que este cantor está sendo processado por causa desta canção. Se realmente estiver, onde fica a nossa liberdade de expressão?

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Memorando para Conservadores: Aceitar o “Casamento” Homossexual abre porta para o “Estatismo Ilimitado”

nancy-1Nota do editor do The Pearcey Report: Enquanto a chefia da Suprema Corte ouve os argumentos no Ato de Defesa ao Casamento e California’s Prop 8 esta semana, apologistas favoráveis ao “casamento” homossexual perguntam como tal arranjo traz algum dano à sociedade. Na realidade, há muito em jogo, e negativamente, para o indivíduo e para a sociedade como um todo, como Nancy Pearcey demonstra abaixo, em observações publicadas em 2011, antes da Conferência de Ação Política Conservadora, em Washington, D.C.


A coalisão conservadora tem sempre estado instável. E a homossexualidade pode ser a questão na qual ela se estilhaça.


Muitos grupos têm anunciado que irão boicotar a Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC) no próximo mês por conta da decisão de convidar o grupo ativista pró-homossexual GOProud para participar.


Os grupos dissidentes incluem Family Research Council, Concerned Women of America, The America Principles Project, American Values, the Center for Military Readiness, Liberty Counsel e the National Organization for Marriage.


Nem todos os conservadores apoiam o boicote. No Hot Air, Ed Morrissey opina que se retirando, os conservadores sociais criam a percepção de “que eles nem mesmo querem debater sua posição sobre a homossexualidade”.


Em Commentary, Peter Wehner diz que estes grupos poderiam dar a impressão de “que eles não têm os argumentos necessários apara vencer sobre os méritos”.


Infelizmente, muitos americanos já têm esta impressão – especialmente eleitores jovens. Um estudo de 2009 da Pew descobriu que 58% dos jovens adultos entre 18 e 29 anos apoiam o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, comparado a 39% da população nacional.


Ao demonstrar que não apoiam a causa, os conservadores sociais não estão desistindo, mas tomando um posicionamento público – que cria um fórum para fazer a causa deles mais efetiva. Eles devem tomar esta oportunidade para argumentar que a prática da homossexualidade tem um impacto negativo não apenas na família, mas também nos indivíduos – e que isto expressa um profundo desrespeito a identidade biológica de uma pessoa.


Biologicamente, psicologicamente, machos e fêmeas são claramente homólogos um ao outro. A anatomia reprodutiva e sexual do macho é obviamente desenhada para uma relação com a fêmea, e vice-versa.


A prática homossexual, portanto, requer a contradição de sua própria biologia. Ela desconecta a sexualidade da pessoa da sua identidade biológica como macho ou fêmea – o que exerce uma auto alienação e efeito de fragmentação na personalidade humana.


E a lógica da alienação não parará por aqui. A aceitação de relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo já é uma metástase de uma noção pós-moderna de sexualidade como fluida e mutável com o tempo.


Por exemplo, um artigo na Utne Reader destaca indivíduos que “saíram do armário” como homossexuais, mas foram atraídos mais tarde para relações heterossexuais novamente. O artigo cita o psicoterapeuta Bret Johnson explicando que as pessoas hoje “não querem se colocar dentro de nenhuma caixa – nem gays, heteros, lésbicas ou bissexuais”. Ao contrário, “elas querem ser livres para mudar suas mentes”.


O que estamos vendo, Johnson conclui, é “um desafio para a antiga, modernista forma de pensamento ‘Isto é o que sou, período’ e um movimento em direção à versão pós-moderna, ‘Isto é o que sou agora’.”


Em outras palavras, ontem eu era hetero, hoje eu posso ser homossexual, e amanhã posso ser bissexual. A identidade psicossexual de alguém é dita como estando em constante fluxo.


No passado, homossexuais empregavam a defesa de que tinham nascido daquela forma. Mas agora eles estão começando a abraçar a ideia pós-moderna de que você pode ser o que quiser ao longo do contínuo sexual.


Isto contradiz o conservadorismo em seu cerne filosófico. O Conservadorismo baseia os direitos humanos no reconhecimento de que existem certos dados inegociáveis na natureza humana, anteriores ao estado, e que o estado é obrigado a respeitar.


Como cientista político, Philippe Beneton explica que a igualdade conservadora “é fundada no reconhecimento do que é humano”. Em contraste, no liberalismo, a igualdade “é fundada na argumentação de que nada é especificamente humano” – que a natureza humana em si é uma construção social, algo que nós elaboramos à medida que vivemos, incluindo nossa identidade psicossexual.


Neste caso, entretanto, não há nada no indivíduo que foi dado, o qual o estado é obrigado a respeitar. O Liberalismo mina a base dos direitos humanos inalienáveis.


O boicote na CAPC é uma chance de destacar o que está em jogo. Jesse Hathaway do NewsReal Blog defende a CAPC, dizendo “Estou um pouco alheio ao porquê isto importa, o que uma pessoa faz na privacidade do seu quarto, ao ponto de que isto não me afete”.


Mas isto o afeta – e a todos também. Toda prática social é a expressão de suposições fundamentais sobre o que significa ser humano. Quando a sociedade aceita e aprova a prática, isto implica em se comprometer com a cosmovisão que apoia – tanto mais se a prática está consagrada na lei.


Se a América aceita a prática de “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, no processo irá absorver a cosmovisão que acompanha – a redefinição da personalidade humana como uma construção puramente social – o que abre a porta ao estatismo ilimitado, porque não há natureza humana que possa ser ofendida por um estado opressor.


Aqueles que resistem serão compelidos pelo estado a se enquadrar, ou enfrentar penalidades por “discriminação”.


Margaret Thatcher costumava dizer, “Primeiro você vence com o argumento, então você ganha o voto”. Em vez de ceder sobre esta questão, os líderes da CAPC devem estar vigorosamente levando a frente os argumentos do conservadorismo. Não apenas ganhar o voto mas preservar a fundação da República Americana.


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Texto de Por Nancy Pearcey. Tradução: Jorge Alberto. Fonte: Anajure.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Ser gay ou não ser, eis a questão

21.05.09...homoseksualnost...gej...Foto: IstockphotoO assunto sobre "ser gay" continua com tudo na mídia... O disco não vira. Que Chatisse.

Quem é gay e acha que isso é normal, viva sua orientação, só não me chame de homofóbico por não concordar. Quem não é, viva sua heterossexualidade, mas trate e respeite quem é homossexual, pois orientação sexual não anula a personalidade boa de alguém.


Há gays honestos, competentes, educados, piedosos, assim como há heteros quem não valem um centavo.


É preciso que se reconheça isso.


Mas...Quanto ao que a Bíblia diz, não tenho dúvidas, ela reprova sim essa orientação.


Se um gay não acha essa informação relavante, tudo bem, eu e tantos não o chamaremos de "bibliofóbicos". Afinal, Vivemos num Estado Democrático quanto a liberdade religiosa.


Sendo assim, ninguém não é obrigado a seguir a orientação padrão que a Bíblia indica.


No mais, tudo tranquilo.

terça-feira, 19 de março de 2013

ROB BELL SAI EM FAVOR DO CASAMENTO GAY E CAUSA POLEMICA


"Sim, eu sou favor do casamento. Estou a favor da fidelidade. Sou a favor do amor, seja entre um homem e uma mulher, ou entre duas mulheres, ou de um homem com outro homem (...) este é o mundo que estamos vivendo e precisamos apoiar as pessoas sem importar o modo como estejam."


Essas foram as palavras de Rob Bell, fundador da mega-igreja Mars Hill Bible Church, em Grandville, Michigan (nao confundir com a Mars Hill Church, de Seatle, cujo pastor é Mark Driscoll). O comentário se deu durante uma aparição no último domingo na Grace Cathedral, em São Francisco. A Grace Cathedral é uma igreja “inclusiva” (isto é, declaradamente gay), que é dirigida pelo dr Jane Shaw.


Bell ficou conhecido além das fronteiras dos EUA principalmente após o lançamento da série NOOMA, onde trazia reflexões sobre diversos temas. A falta de bases bíblicas solidas e a inclinação de Bell ao liberalismo (negar a literalidade dos milagres, nascimento virginal de Cristo e a salvação por meio dele), universalismo (crença de que todos serão salvos, mesmo sem nunca crer em Cristo), e teísmo aberto (Deus não é soberano, logo não sabe o que acontecerá no futuro) já podiam ser observadas na série, mas ficaram evidentes depois do lançamento do livro “Love Wins”, que lhe rendeu duras criticas de varios pastores em diversos países. Agora ele aparece novamente, e desta vez como defensor do casamento gay, e não só isso, mas também da inclusão de casais gays como membros das igrejas.


É triste ver este e outros pregadores abraçando o relativismo moral, o liberalismo teológico e a agenda gay, mas devemos lembrar que a Bíblia é clara quanto ao homossexualismo, condenando-o em varias passagens, como Levítico 18:22 –“Com homem não te deitarás como se fosse mulher; é abominação” –, e Romanos 1:26, 27 – “Pelo que Deus abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram seu uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.


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Fonte: Púlpito Cristão

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Como deveriam ser os debates sobre homossexualidade

debate-gayBom, eis que volta o debate sobre a homossexualidade. Algumas considerações rápidas:


1) Um discurso sem amor, sem graça e sem evangelho não é uma resposta cristã. Moralismo, mesmo em defesa da família, não é uma resposta cristã.


2) A prática homossexual é pecaminosa. Orgulho também. Farisaísmo também. Todos enviam a pessoa para o inferno e Cristo pode salvar cada um daqueles que se arrependerem e crerem no Evangelho.


3) Um cristão deve, sim, abandonar a prática homossexual. Agora entenda, isso não é como trocar de camiseta. Ame mais do que julgue. Você tem tentações heterossexuais (e muitas vezes cai nelas) e nem por isso acha que está cortado da graça. Não seja hipócrita.


4) Estude o assunto antes de falar besteira.


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Fonte: Voltemos ao Evangelho.