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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

A intolerância dos Ateus e a afronta ao sentimento religioso dos cristãos

Por Antognoni Misael

Vivemos uma época onde a ideia de macro grupos defensores de seus ideais já não existe. A modernidade nos outorgou o fenômeno de fragmentação onde cada segmento social se reúne em prol de suas crenças e reivindicações, de modo que o individuo moderno (ou pós) é um ser plural e cheio de intersecções.

No Brasil, falando-se em grupos, a coisa anda muito confusa. Aqui, por exemplo, os grupos que pregam tolerância agem com intolerância – observe como se portam as feministas, ou como se manifestam aqueles que defendem a pauta gay, vejam seus "atos pacíficos". Claro, quando assim me expresso, levo em consideração que isso se trata de uma parte do grupo, inserida dentro do grupão..

Aonde quero chegar é em uma parte do grupo dos ateus. Note, “uma parte”.

Recentemente venho acompanhando como eles têm extrapolado. Eles não se satisfazem em só não crerem. Eles escolhem esnobar e ridicularizar a crença alheia. A contradição é que estes defendem um estado inteiramente laico e a tolerância entre as diferenças. No entanto, não é assim que tais agem.

Abaixo, eu separei algumas imagens compartilhadas por eles em seus grupos fechados e até abertos. O desrespeito a fé cristã tem, além de uma expressão de ódio e intolerância, denota uma geração burrificada e que adora dar tiro no próprio pé. Registre-se que tais imagens foram as “menos absurdas”.




A página Citizengo postou uma matéria com título "Pela investigação do crime de ultraje religioso cometido pela ATEA!" (clique aqui para ler) em virtude de uma comunidade ateia ter publicado em sua fan page a imagem abaixo:
Nesta  montagem que representa a tradicional cena da noite de nascimento de Jesus, a ATEA ultrajou o sentimento de 87% da sociedade brasileira que acredita na Concepção Virginal de Jesus Cristo, um dos pilares da fé cristã.

Em vistas a tal publicação, o Pr. Joaquim Andrade, um dos maiores estudiosos de seitas e religiões, externou a sua indignação com o seguinte texto apoiando o abaixo assinado para que o o Ministério Público de São Paulo investigue este fato atentatório ao sentimento religioso, tipificado pelo Código Penal em seu artigo 208, cometido por tal grupo de ateus:

ENTIDADE ATEÍSTA OFENDE JESUS E OS CRISTÃOS, COMETE CRIME PREVISTO NO CÓDIGO PENAL E VOCÊ PODE AJUDAR A FAZER JUSTIÇA
Os cristãos são conhecidos, ao longo da história, por suas posturas baseadas em tolerância, paz, amor e graça, por reagirmos a ataques dando a outra face e orando pelos nossos inimigos.


Entretanto, na Bíblia - que é a regra de fé e prática dos cristãos - Deus também ensina que há situações e contextos em que o cristão precisa agir e não se omitir, pronunciando-se publicamente e de forma clara e firme em defesa dos valores de Deus e de sua fé, denunciando o pecado e a injustiça. Assim o fizeram vários profetas bíblicos, alguns dos apóstolos e o próprio Senhor Jesus. Como disse Martin Luther King, o avanço do mal não é maior pela voz dos maus, mas pelo SILÊNCIO DOS BONS.


Fui ateu por muitos anos, e fui arrogante, ofensivo e antiético contra pessoas religiosas naqueles tempos de cegueira profunda. Por isso costumo ter muita paciência e ser compreensivo com as ofensas anticristãs provenientes de ateus e não-ateus.

Porém, para tudo há limites. Nesse caso os ateus da ATEA extrapolaram seus limites, incorrendo em crime grave, previsto no código penal, e por tal devem ser enquadrados no rigor da lei, assim como sabemos que fariam conosco CASO incorrêssemos em atitude semelhante contra eles.

Eu e milhares de outros cidadãos assinamos essa petição, para que seja feita justiça. Sua omissão poderia torná-lo cúmplice de, por causa da impunidade, alastrar-se no Brasil (o que já vem acontecendo) um estado de desrespeito e ataques contra as pessoas, a fé e os valores cristãos. Sendo ou não um cristão, por coerência e senso de justiça, ASSINE VOCÊ TAMBÉM, E COMPARTILHE PARA TODOS OS SEUS AMIGOS...

[Para assinar a petição, clique AQUI. Eu já assinei. Se você é contra a intolerância religiosa, faça a sua parte]

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Arte de Chocar.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

CRER NA BÍBLIA NÃO É UMA ATITUDE IRRACIONAL


Por Leonardo Gonçalves

Em nosso tempo, os teólogos e “novos pensadores” do cristianismo têm arvorado diversas bandeiras diferentes. O cenário teológico está cada vez mais conturbado, e movimentos estranhos surgem com uma rapidez nunca vista. As linhas que regem as crenças do “nova espiritualidade” são as mais diferentes possíveis, podendo variar do marxismo teológico à espiritualidade medieval, ou mesmo do neoliberalismo ao teísmo aberto. Contudo, parece haver um ponto em que os novos pensadores estão de acordo: Todos eles, em maior ou menor proporção, duvidam que toda a bíblia seja a Palavra de Deus inspirada, e alegam que o texto original foi modificado. Ao que parece, a tendência é conservar o elemento místico do cristianismo, sem contudo submeter-se à autoridade da Bíblia como regra de fé.

Na contramão deste movimento está o filósofo, teólogo e fundador do Southern Evangelical Seminary, dr. Norman L. Geisler. Em seu livro “Não tenho fé suficiente para ser ateu” (Ed. Vida), ele afirma que 99,9% do conteúdo do NT é livre de real preocupação, e que nenhuma doutrina central do cristianismo repousa sobre um texto duvidoso. J. B. Payne em sua obra “Enciclopédia de profecias bíblicas” apresenta 191 profecias relacionadas ao esperado Messias e Salvador judeu, e mostra como todas foram cumpridas literalmente na vida, morte, ressurreição e ascensão de Jesus de Nazaré. Também Josh McDowell, um dos mais importantes apologistas contemporâneos, fala de mais de 300 referências ao Messias contidas no Antigo Testamento, as quais se cumpriram em Jesus. Todos estes fatos somados compõem um forte argumento em favor da autoridade e inspiração das Escrituras.

Até mesmo o agnóstico e crítico do Novo Testamento, Barth Ehrman admite que “na verdade, a maioria das alterações encontradas no início de manuscritos cristãos nada tem a ver com teologia ou ideologia”. Segundo ele, tais alterações em muitos casos não passam de “erros ortográficos e acidentais”. Considerando que o NT possui cerca de 5.700 manuscritos, conclui-se que é possível reconstruir o texto à partir da comparação das cópias existentes, de modo a afirmar que o texto atual é bastante fiel ao que foi o texto original, descartando a hipótese de que o texto foi gravemente modificado para servir aos interesses da religião, teoria que quando avaliada à luz de argumentos sólidos mais se assemelha àquelas esdrúxulas teorias conspiratórias que circulam na internet.

Estas e tantas outras evidências que são apresentadas em favor do cristianismo são suficientes para dizer que o texto da bíblia conserva todas as idéias originais do cristianismo, sendo totalmente digno da nossa apreciação e crença. O argumento dos neoliberais brasileiros, no entanto, carece de confirmação e está baseado em falácias óbvias que já foram amplamente desmascaradas ao longo da história.

Por isso, e por muitos outros fatos que não caberiam neste breve artigo, afirmo sem nenhum receio minha crença na Bíblia. Não crer em tantas evidências seria o mesmo que pecar contra minha própria consciência.


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Leonardo Gonçalves é blogueiro, missionário em Piura - Peru, e editor do Púlpito Cristão


Nota: Em 2015, o apologista Josh McDowell, um dos maiores apologistas da atualidade, autor de dezenas de livros na área de teologia e apologética, entre eles "Evidencias que Exigem um Veredito I e II", e "Mais que um Carpinteiro" estará palestrando na VINACC, um dos maiores eventos cristãos de sã doutrina da América Latina. A conferencia será gratuita, como sempre! Clique no banner e saiba mais:

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Fragmentados e "burrificados" - eis a nova geração dos ateus do facebook


Se o ateísmo voltasse às suas origens... Sabe aquela de apenas NÃO ACREDITAR, muito embora isso não eximisse ateus de pensar e conjecturar, como outrora fora,... minha admiração, em parte, estaria garantida. Isto por que antigamente os ateus eram conhecidos pelo ativismo intelectualizado, hoje, talvez, pela “burrificação” e modismo.

Escrevo isso pois, digamos, que também sou um tipo de “ateu” - a diferença é que os verdadeiros “descrentes” são ateus de um deus a mais do que eu.

Considerando que estamos na era da pós-modernidade é nítido que o ateísmo tem se fragmentado e revelado uma série de subgrupos: os dos discretos, do “armário”, dos nominais, militantes, ‘paz e amor’, moralistas, não-moralistas, abortistas, anti abortistas, gays, héteros, feministas, e por aí tem um uma gama de variedades), dentre tantos, alguns têm se tornado uma espécie de "contra-reformadores" em resposta a religião – aqueles de militância "sangue nos olhos" com sabor esnobe e um tempero de intolerância. Com as sua "fogueiras santas" abastecidas por deboche, prepotência, ódio, assim como, ancorados na “santíssima trindade” ateia (matéria, tempo e acaso) e em uma busca frenética por informações que legitimem as suas verdades, estes, por assim dizer, domesticam a ciência em seu favor na busca de amenizar um significado existencial - inexistente - em cada um (nem que para isso seja necessário passar toda a vida zombando do Deus, que eles dizem não existir, mas que insistem em se relacionar, nem que seja pra xingá-lo todas as manhãs). A fórmula é a seguinte: Cult quando se fala de ciência, e histeria quando se toca no assunto ‘religião’.

A grande maioria destes “mudernus” ateus atacam o granel da religião, generalizam sua críticas e não tem meticulosidade em separar o joio do trigo. Ao denotarem que crer em um Criador é um sinal que agride o intelecto, esquecem dos pais da ciência moderna e vão de encontro à lógica da existência, afinal, o mundo inteiro sabe que: nunca se provou que o universo é auto-existente.

O interessante é que estes ateus não conseguem observar a própria ignorância, uma vez que: não conhecem seus principais teóricos - pois pouco ou quase ninguém os citam (em caso de dúvidas, é de praxe perguntar aos próprios membros do clã, geralmente líderes de grupos em redes sociais (facebook) que promovem debates e veiculam material anti-religioso nos tablóides virtuais, estes, quase sempre com envolvimentos passionais nesta briga - basta investigar a história de cada um, pois sempre há um ressentimento pessoal por trás de tanta ira. Aos ateus incautos recheados por dúvidas, não custaria nada ler um livro e alcançar a informação desejada, mas, “geração facebook” nós sabemos como é né?, nem ateu escapa.

Em outros casos, encontramos algum notado retardado que fez faculdade de Física ou Biologia, muitos destes tipo são carentes, querendo atenção para si ou se portando como se tivessem encontrado a “Caixa de Pandora”. Estes fazem de sua vida uma obsessiva e eterna pesquisa em busca a resposta final para o sentido de suas existências, muito embora afirmem não haver sentido estar aqui (estes precipitadamente dão afirmações sobre a vida e a evolução sem titubeios – nesse caso, o que me surpreende é notar que gente como Darwin, Stephen Dawkins, Richard Dawkins e tantos “Dawkins” não eliminaram as dúvidas de suas indagações, do contrário, agiram com tolerância diante dos contrapontos e teses, e admitiram não terem determinadas respostas para perguntas mais prolixas). Sinceramente, estes grandes teóricos precisam conhecer a nova turma dos ateus “mudernus”.

Também há aqueles que frustrados com a antiga religião, só mudam de “deus” (o nada), mas que infelizmente mantêm o modus operandis de fazer religião: eles ‘pregam’, sofrem por amor ao “deus-nada”, espalham materiais buscando mais atacar os religiosos do que propriamente libertá-los da suposta “ignorância”; eles marcam reuniões, vão para congressos, confeccionam camisas, se reinventam como “ateus com algum tipo de causa” – bem parecida com a causa da religião -, isto é, apenas NÃO CRER, não basta, tem que fazer movimento, congregar (nem que seja virtualmente) se organizar, e combater o bom combate em favor do ‘deus-nada’. Alguns destes envolvem-se como ativistas, buscam o bem e a solidariedade na idéia subversiva de que se Deus existisse, Ele teria resolvido o problema do sofrimento, pobreza, etc. e tal (como se fosse Deus que tivesse roubado o pão do pobre, oprimido o indefeso, explorado o semelhante e destruído a natureza).

Há ainda os que defendem os postulados evolucionistas. Neste caso, caia o mundo, mas não caia o evolucionismo, afinal, a “bíblia” destes são os escritos de Darwin e suas variantes (releituras escritas por cientistas evolucionistas). Crer no darwinismo seria uma questão racional (não de algum tipo de fé), mesmo sabendo das inúmeras lacunas em aberto que esta teoria não concluíra, como por exemplo, a inexistência da seqüência paleontológica que apresenta a sequencia evolutiva dos seres – por isso eu às vezes brinco e muitos dos ateus odeiam quando falo: “se fosse comprovado não seria mais TEORIA, quiçá, uma LEI". Faria mais jus a tanta certeza, não é? Ou voltando mais a questionamentos sobre a gênesis de tudo, se perguntássemos a um ateu: - como a informação genética inicial teria tido sua origem em processos puramente naturais sem o auxilio de uma fonte inteligente?, certamente ele viria com mais outras teorias, das mais absurdas possíveis. Eles não se enxergam! Têm mais fé do que qualquer religioso. Além do mais, pra minha surpresa, encontrei alguns que fazem “confissão positiva” (prática herética dos neopentecostais que consiste em achar que declarando com veemência e repetidas vezes alguma coisa em nome de Deus, produz resultados reais) ao dizerem repetidas vezes nos diálogos e postagens algo como: “deus não existe”, “deus não existe”, ou aos que contrariam suas idéias, uma resposta curta como “Você é um idiota”, “você é religioso, por isso é burro”. Isso não tem nada a ver com conjectura, e sim com ignorância.

Há quem diga que a moral e a culpa são invenções judaico-cristã. Será mesmo? Falei acima sobre os grupos dos ateus gays, lésbicas e simpatizantes. Para estes, moral é algo relativo ou não existe. Neste viés, afirmar a inexistência de Deus e viver sob total liberdade moral é tão arriscado quanto estar fincado nos postulados do darwinismo que contraria a relação entre duas espécies do mesmo sexo, uma vez que para Darwin, a perpetuação da espécie é prioridade no processo de evolução. Mas ainda há, acredite, aquele ateu que é gay, e não acredita nem no divino, nem em Darwin.

Todavia, se para os ateus gays a sexualidade é construída socialmente e não adquirida previamente pelo processo biológico natural, e sendo assim, a moral também pode inexistir ou ser construída culturalmente, para os ateus héteros, sobretudo constituintes de famílias, digamos que, no padrão histórico (o casal e sua prole), a moral serial algo intrínseco do ser humano e não algo vinculado a religião, necessariamente. Daí, não seria difícil encontrar e identificá-los em separados por questões de interesse moral, por assim dizer. Sim, de interesse mesmo! Isto porque a grande maioria dos ateus gays são militantes e querem mais espaço para legitimar suas concepções e galgarem mais espaços na sociedade.

Uma das frases bem conhecidas do Filósofo Foucault foi a seguinte: “Não me pergunte quem sou, e não me diga pra que eu continue o mesmo”. Sinceramente, diante de muita arrogância, prepotência, pseudo-intelectualismo de muitos ‘ateus modernos’(não todos, porque ainda existem os que sabem agregar valor ao conhecimento) o que me resta a fazer é deixar que continuem os mesmos: fragmentados, prepotentes e "burrificados".

Por fim, concluo pensando o seguinte: ser “ateu moderninho” é estar liquidificado em subgrupos. Assim como as religiões vêm sofrendo com a banalização de suas vertentes e a fragmentação de suas denominações, o ateísmo parece não se enxergar, ele está em caminho muito semelhante.

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Antognoni Misael

terça-feira, 11 de março de 2014

A CULPA DO DEUS (que não existe?)


Aos que crêem em um arquiteto da existência humana, acredita-se que Ele legou à humanidade as condições de existência e viabilizou todos os detalhes para a vida aqui, como: água, comida, terra e espaço físico.

Então, o homem , cujo Thomas Hobbes fez uma leitura interessante ao afirmar que ele é " o lobo do próprio homem" ao utilizar-se de sua maldade nata (e, diga-se de passagem, que nunca entrou em processo evolutivo para bondade, pois continua sendo o mesmo homem pervertido, egoísta e ganancioso) iniciou o processo de apropriação de terra, bens e pessoas, historicizando pequenos e grandes eventos cujo poder e dominação dramatizam nossa existência.


Daí alguns incautos, esquecendo-se que são parte do problema da humanidade, e como um ato de intelectualidade, apontam para a inexistência de um criador por estes não verem intervenções sobrenaturais nos processos de injustiça na humanidade. Ou se caso ele existisse, seria o CULPADO DISSO TUDO! Sabe aquele argumento batido e ultrapassado pra falar da África? - Pura demonstração de que ao se conjecturar sobre justiça divina/injustiça humana ainda encontra-se no velho "mobrá".


A lógica se faz assim:


Homem mata = culpa de Deus;
Políticos roubam = culpa de Deus;
Líderes de nações subjugam povos = culpa de Deus;
Homens se omitem a dividir suas posses com o mais necessitado = culpa de Deus.


Será que vc já viu algum menino despido e com fome em alguma calçada? Não dividiu o pão nem o guarda-roupa? - Já sei, "culpa de Deus'!


Culpa de Deus, culpa de Deus...


Como bem disse Winston Churchill, “Vivemos com o que recebemos, mas marcamos a vida com o que damos”. Por isso, quem sabe o braço de socorro de Deus que muitos esperam, não é parte do seu próprio braço.


"Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados." Lamentações 3.39


O mais bacana disso tudo é que, ante a tamanha injustiça, protagonizada pelo próprio homem, o projetor entrará em cena, um dia, daí surgirá uma escuridão aos impiedosos, a medida que ressoará uma bela frase:


" Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos" Mt 5.6.


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Antognoni Misael.