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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

DICAS A QUEM DESEJA "EVANGELIZAR" PELO FACEBOOK OU QUALQUER OUTRA REDE SOCIAL

Por Daniel Clós Cesar

1. Não apenas reproduza/compartilhe imagens que você vê no Facebook, muitas delas são frases sem nenhum teor bíblico/teológico, pelo contrário, algumas atentam contra as sagradas escrituras. Você não é um papagaio... você é ser humano capacitado por Deus na Criação de inteligência e raciocínio. Faça uso disso.

2. O Evangelho é a própria Palavra de Deus, antes de compartilhar uma imagem bonitinha com uma frase engraçadinha que termina com "Deus te Abençoe", escreva um versículo. Visualmente ele é mais simples, mas a Palavra de Deus é eficaz e poderosa em todos os seus efeitos.

3. Compartilhe preferencialmente O SEU conhecimento da Palavra e AS SUAS percepções do Evangelho. Assim todos que te leem saberão no que você acredita, como acredita e porque acredita. Isso não significa que você irá postar revelações ou alucinações particulares da Palavra de Deus, mas o que Ela realmente é. SEU conhecimento e SUAS percepções não significam o que você "acha que Deus é", mas o que Ele realmente é revelado biblicamente e teologicamente. Cuidado, você está ensinando a Palavra de Deus... cuide para não ensinar errado.

4. Vale postar um texto de outra pessoa? Sim, mas desde que você o tenha lido antes e concorde plenamente com ele, pois você talvez tenha que explicá-lo a alguém. Mais uma vez, não seja apenas uma ave que sabe imitar uma pessoa que fala... seja um bípede pensante com polegar opositor e criado a imagem e semelhança do Criador.

5. Não se esconda atrás de sua denominação ou líder evangélico. Seja autêntico no que escreve. Você responde por você mesmo. Pouco importa se sua denominação diz uma coisa, a Palavra diz outra e você faz outra totalmente diferente. Ninguém se converterá com mentiras. Seja você o primeiro a viver a verdade que você prega.

6. Abandone os jargões e chavões igrejeiros. Eles não servem para absolutamente nada, exceto para talvez apontar como você é ridículo às vezes. E por favor! Por favor! Não "fale" em língua no Facebook... é no mínimo inadequado.

7. Você é preconceituoso... eu sou, todos somos de alguma forma... pregar o Evangelho não é criar um abismo entre os que são e os que não são, pregar o Evangelho é lançar uma ponte sobre o abismo que já existe. Seja sábio, não estúpido.

8. Seja coerente. Não com seus amigos ou com seus supostos amigos. Mas com a Palavra de Deus e a teologia que norteia sua vida. Se você não tem uma teologia definida nem conhece a Palavra, vá estudar antes de ensinar. Não seja um impostor. Nenhum professor se forma em 1 semestre, nem um missionário começa a pregar antes dos 6 anos de idade.

9. Não fale a respeito do que você não consegue explicar. Tens conhecimento profundo sobre oração? Fale sobre isso... não sabe nada sobre arrebatamento? Não cave para você mesmo um poço sem fundo.

10. Entenda claramente que evangelizar não é disseminar religião nem fazer promoção denominacional. É unicamente apontar ao homem a Cruz, o Arrependimento e a Ressurreição.

Soli Deo Gloria!

***

Daniel Clós Cesar é "blogueiro das antigas" e parceiro de no time dos maltrapilhos que vivem pela graça.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Notícias de um Mundo Violento

Por Ivandro Menezes

Não é novidade que a violência é explorada largamente pelo veículos de comunicação de massa. Violência vende jornais, aumenta índices de audiência e gera cliques nas redes sociais. Porém, é politicamente incorreto dizer que gostamos da violência, que nos faz bem em alguma escala e nos alimenta cotidianamente um senso distorcido de justiça, prazer, segurança ou qualquer outra coisa a nos satisfazer.

A violência adquiriu o status de cultura, criamos uma cultura da violência a qual pertencemos ou que nos pertence em mesma medida. Não sei bem dizer quem é influenciado ou quem influencia, mas é certo que a violência nos absorve e fascina por ser parte de quem somos ou do que fingimos não ser. A relação entre a cultura e a violência e, por conseguinte, sua elaboração estética foi muito bem tratou Abner Melanias:

A banalização da violência somada à complacência distraída do telespectador produziu terreno fértil para que a cultura pop, pudesse, por meio do cinema, elevar ao status de arte a violência. [...] isso ficou evidenciado como marca registrada de diretores como Quentin Tarantino e David Fincher. A estética da violência, além de uma série de imagens editadas em ritmo acelerado com trilha sonora em decibéis absurdos, não é apenas uma opção estilística. Ao obscurecer a realidade imediata (do material, do fato em si) amplia a noção de que a violência é legítima e até mesmo pode ser usada para atingir fins nobres.

René Girard entende que o conceito mais primitivo do sagrado tem a ver com o sacrifício e da noção de morte, portanto violência. Dessa forma, a morte real ou simbólica sacraliza o bode expiatório. Para o filósofo francês, a violência constitui o verdadeiro coração e alma secreta do sagrado.O que se quer aqui não responsabilizar a cultura pop ou as mídias pela violência, muito pelo contrário. A cultura pop, de forma rasa, é um reflexo da sociedade contemporânea. Uma fotografia que passou por inúmeros filtros distorcidos para chegar ao produto que consumimos. Este processo permite a própria fundação da cultura. O sujeito, saturado por toda sorte de informação que o viola diariamente, têm, em filmes que se utilizam da estética da violência, a condição de expurgar suas emoções e participar do ritual em que simula a violência que está contida nele. A realidade objetiva está dos dois lados, o real (da vida do espectador) e do ficcional (da obra cinematográfica). Assim estabelecida, cada noção só se fundamenta em sua passagem para o oposto: a realidade surge no espetáculo, e o espetáculo é real. Essa alienação recíproca é a essência e a base da sociedade existente [...]¹
É fato que a violência não apenas nos cerca, mas eclode de cada de um de nós. É um momento de exteriorização, fluindo de nosso interior como uma fonte a jorrar da terra pequenas torrentes que alimentam grandes e caudalosos rios. Tal qual as fontes, não há mal em fazer jorrar a violência, pois na proporção devida é boa e desejável. Ora, como se clamaria por justiça sem a violência? Como se manteria ordem e paz entre os homens sem que a violência nos empreste a sua onipresença?

O problema da violência encontra-se quando erramos a medida, quando acreditamos que a proporcionalidade do dano deve ser a proporcionalidade da resposta. Destarte, a morte deve ser respondida com a morte, a mentira com a mentira, a traição com a traição, a maldade com a maldade, a desonestidade com desonestidade etc. Não há lugar para benevolência ou perdão, entendidas como sinais de fraqueza. Consequentemente, não há espaço para relacionamentos sérios e longínquos, mas apenas superficiais, fugazes, interesseiros, oportunistas, proveitosos. Conjugamos a religiosidade ou espiritualidade da barganha, mesmo quando confessamos o nosso ateísmo. Somos todos moldados na mesma matriz cultural, feitos na mesma fôrma, ainda que de modo artesanal, mas com características industriais.

Estranhamente, não há melhores nem piores! Apenas pessoas, apenas humanos sendo humanos. Destinados a nobreza, decaídos em suas tentativas. Voláteis por natureza, inseguros em seus passos, determinados em suas paixões, afligidos em seus freios morais. Somos bestas domesticadas pela civilização e, portanto, padronizados em moldes predeterminados.

Tentamos quebrar tais moldes, soltar as amarras, mas terminamos por repetir o que nos esquivamos para não ser. Assim, com a mão direita apontamos o outro e com a esquerda omitimos apontar em nossa própria direção. Para mim, essa é um caminho preconceito, pois precisamos encontrar no outro o que perturba em nós mesmos.

Ultimamente, nas redes sociais, notícias de violência vêm sendo respondida com violência. Não seria de espantar, haja vista a indignação ser uma forma de violência, mas o que me cansa nesse tipo de coisa é a inércia, a propriedade e pressa com que se tece tais considerações. As coisas perderam a importância, mas é de bom tom se manifestar. Não há como mergulhar no mar sem sentir o sal na pele.

O caso do jovem morto em Inhumas, no estado de Goiás, foi mais um a despertar a ira do adeptos das redes sociais. Gays afirmaram tratar-se de homofobia, neoateus afirmaram ser perseguição religiosa e, não me espantaria se religiosos afirmassem ser consequência de sua “vida de devassidão e homossexualidade”, como se vidas de jovens heterossexuais não fossem diariamente ceifadas. Por todos os lados, a agressividade parece ser a tônica da revolta causada não pela morte de um rapaz tão jovem, mas pela agressão a uma ideia, a uma fôrma, a um clichê.

“Mais um homossexual foi morto por homofobia!”, dizem uns. “Cadê o amor ao próximo desses crentes?”, provoca outro. “Se tivesse na igreja…”, profetiza outro. E nesses absolutos tão relativos, esquecemos que mais uma mãe e um pai perderam um filho, que mais um jovem perdeu o futuro, os sonhos, as expectativas, todos sufocados em um saco plástico.

Pois bem, a polícia prendeu o acusado que confessou ter tido uma briga com o rapaz com quem se relacionava. O crime foi passional, mas ninguém pensou tratar-se de paixão, de amor, de luxúria. Apontaram o defeito do outro com a mão direita, mas parecem ter esquecido a direção em que apontava a esquerda. O calor do momento transformou sua indignação em agressão, preconceito, crítica. A angústia em levantar bandeiras, em construir argumentos ad hominem, em padronizar seres humanos reduzindo-os a ideias, a preconcepções, a pretextos para advogarem suas próprias lutas e ideologias, bandeiras políticas, lutas partidárias.

No afã de mostrarmo-nos politizados, emancipados da alienação dos religiosos, porque toda alienação é religiosa, haja vista conduzir os supostos “emancipados”, leva-nos a elucubrar culpados bem parecidos com o retrato pouco nítido de nossas frustrações e complexos, demonizando grupo A ou grupo B, a sacrificar o bode expiatório da vez.

Logo nos enchemos da sede de sangue, vamos crucificar cristãos por serem homofóbicos, vamos incendiar casas de torcedoras racistas, vamos explodir as casas dos políticos corruptos. Mais uma vez, apontamos com uma mão e escondemos a outra.

A homofobia e o racismo são traços de nossa humanidade, mas nem, por isso, são aceitáveis, nem do ponto de vista legal, nem do moral e, tampouco, religioso. O meu direito de crer de modo diferente não me dá o direito de odiar quem me odeia. Se escolhi dormir e acordar ao lado de uma mulher não faz mais digno de quem escolheu dormir e acordar ao lado de outro homem. A minha cor não é sinônimo de superioridade genética, intelectual ou social. Discriminar alguém é não apenas crime, mas uma violação, mas um pecado. A diferença que nos separa é a mesma que nos une, haja vista não sermos nada além de humanos. E exatamente por isso só nos resta uma última violência como saída.

O amor é nossa última violência, porque demanda coragem de dar a outra face, de sofrer perseguição real e profunda, de encontrar e abraçar o martírio em todas as suas modalidades. Não fomos chamados a beligerância que se vê no pastor da TV! Não fomos chamados a lutar um guerra santa contra quem nos cerca, mas apenas contra nós mesmos. E não falo aqui de complacência, mas de amor. Aquele que não esconde a Verdade, mas a anuncia, não como quem maneja uma espada, um dedo em riste, mas como quem escolhe apontar o caminho que tem caminhado ao reconhecer seus delitos e pecados. No caminho cada passado é uma marca de arrependimento pela estranha consciência de ao amarmos não somos dignos de receber amor, porque se amamos entendemos que fomos amados primeiro.

Deus os abençoe!

Fonte: [Os CabraCast]

***

Ivandro Menezes paraibano de nascença,  pernambucano de passagem e baiano de destino. É professor universitário, jurista de formação, teólogo em formação, podcaster em nível maternalzinho.

sábado, 30 de agosto de 2014

A ascensão de Marina Silva, o programa do PSB, e os evangélicos

Após a morte de Eduardo Campos e a oficialização da candidatura de Marina Silva sua campanha subiu rapidamente num curto espaço de tempo como uma espécie de foguete. Ora, quem imaginaria a possibilidade da Marina vencer o 1º turno com o tempo de propaganda política pífio em relação a candidata Dilma Roussef?

Esta semana, após algumas pesquisas declararem empate técnico entre as duas candidatas e a vitória de Marina no 2º turno as redes sociais, sites e blogs passaram a veicular supostas contradições na postura de Marina Silva, principalmente após a divulgação do Programa de governo do PSB em que esta apoiaria a aprovação do projeto do casamento civil gay , posteriormente alterado, conforme matéria do O Globo. A consequência disso tudo foram uma chuva de gente deferindo fortes críticas a Marina em virtude da então contradição entre sua política e sua fé.

(Adianto imediatamente que este post não tem fundo partidário, mas abre oportunidades para o debate e a apreciação do posicionamento de muitos leitores, inclusive cristãos)

As opiniões sobre Marina se dividiram na internet. Abaixo, veja um vídeo em que Silas Malafaia explica o porquê de não votar em Marina (o vídeo é da campanha de 2010 mas voltou a ser bastante compartilhado, a saber que o Pr. Silas não vota na Marina e continua a criticar sua política):


Em contraponto, o Pr. Caio Fábio, recentemente, em seu programa diuturno deferiu apoio a candidata do PSB, dizendo que o grande eleitorado da Marina é fora do segmento evangélico e que os "publicanos, pecadores, visionários...", estes sim faziam parte do seu eleitorado:

Nas redes sociais, o Pr. Euder Faber, organizador da VINACC expressou sua indignação quanto a polêmica e citou Malafia o qual foi matéria no Gospel Prime (Plano de governo de Marina é pior que o do PT, diz Silas Malafaia), veja:

"Bem, discordo de Malafaia em muitas questões, mas nessa vou concordar:

'O Programa de governo de Marina pensa que o povo de Deus é idiota.Corrigiu palavras mas a essência é a mesma,pior,cheio de subjetividades", postou na rede social, acrescentando que o programa faz "defesa vergonhosa da agenda gay" e "com dados mentirosos sobre assassinatos" de homossexuais." Silas Malafaia"

A blogueira do tablóide Mulheres Sábias, Rô Moreira, expressou-se na defensiva ao lado de Marina, e escreveu em um dos comentário seus:

"Estão querendo jogar com ela, dizem que ela diz uma coisa e depois outra. Querem colocar os crentes contra ela, e o secular tbm. Sendo que Marina nunca precisou dos crentes pra se eleger em nada. Ela tem que seguir o caminho dela, firme e pra vitoria. O PT ta desesperado, eles vão jogar pesado agora".

Abaixo, veja um vídeo em que Marina elucida sobre sua visão de Estado Laico:
Diante do breve exposto, confesso que em termos partidários, nunca vi eleição  tão complicada para um cristão exercer o seu voto.

Temos como opção mais próxima da vitória nesta eleição a tríade PT, PSB e PSDB, e como diria um amigo meu: "votar para presidente em 2014 é escolher de onde vem o menor fedor". Poxa, que reflexão indigesta não é?

Ainda sobre a escolha dos presidenciáveis, o vlogueiro Yago Martins disse que não vota na Marina, nem no Pr. Everaldo, veja:

"Lendo o plano de governo da Marina, eu não vejo diferença entre ela e Dilma. É tudo absolutamente o mesmo que o plano do PT, partido que Marina foi fundadora. Só o que difere mesmo é a maior ênfase no ambientalismo, erro que o PT não cometia com tanto vigor. Trocar Dilma por Marina tem um ponto positivo, que é mostrar ao PT que eles não são donos do país. Mas é a única vantagem mesmo. Como diria minha santa mãezinha: troco um pelo outro e não quero volta.

Se o Everaldo entendesse do que defende, eu votaria nele, mas este ano vou ter que ir de Aécio. Pelo menos o partido dele não é do Foro se São Paulo, como o partido da Marina."

É bom lembrarmos que depois da resolução do TSE, realmente não votamos mais em pessoas, mas em partidos, e portanto, aí está o ponto crítico das escolhas que iremos fazer. Quais dos três partidos (PT, PSB e PSDB) tem um programa de governo que menos confronte com a nossa fé cristã? Outra coisa, até que ponto as exposições do programa do PSB foram fielmente as exposições do pensamento político de Marina Silva? Para elucidar bem esta questão clique na matéria "Marina diz que não mudou de opinião sobre defesa dos direitos dos homossexuais", de O Globo e entenda o caso.

Para finalizar, diante de tantos reclames e críticas a respeito destas últimas tensões envolvendo Marina Silva, o PSB, o PT e os evangélicos, em sua grande maioria em tom de desabafo e decepção,  republico abaixo um texto bastante pertinente do prof. de Direito da Universidade Federal de Sergipe, Uziel Santana, o qual pode servir como um bom referencial para as discussões tanto nas redes sociais quanto fora dela:

PLANO DE GOVERNO, ELEIÇÕES, MARINA, PSB, PT E PSDB: alguns poucos elementos para a discussão.

"Quando a discussão eleitoral começa a envolver o Programa partidário e a Plataforma de Governo do Partido ou Coligação, creio que há um avanço. É isso mesmo que a ANAJURE tem demonstrado como necessidade, especialmente, no pouco informado e muito alienado segmento evangélico.

Pois bem. Quem conhece o PSB e mais ainda os redatores do Plano de Governo do PSB, principalmente o colega Prof. da UFPE, ex-PT, Maurício Rands, sabe que o que estava na primeira versão é o pensamento politicamente correto da esquerda e particularmente dele e seus correligionários. O PSB, como partido da esquerda, nada mais fez do que apresentar o que historicamente sempre foi assim. O pensamento pessoal de Marina Silva, ao contrário, nunca foi esse e pode ser sintetizado na entrevista que ela deu hoje no Rio de Janeiro: "Independente de qualquer coisa o nosso compromisso é com o estado laico, com o respeito às liberdades individuais e religiosas. O estado laico é para defender os interesses de todos, daquele que crê e o que não crê, independente de cor, orientação sexual ou religião" (http://oglobo.globo.com/brasil/marina-diz-que-nao-mudou-de-opiniao-sobre-defesa-dos-direitos-dos-homossexuais-13782863?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo).

A grande questão é saber como este enfrentamento se dará num eventual governo Marina, já que sua posição pessoal é contra criminalização da homofobia, casamento gay e adoção por homossexuais. Sobre isso, aproveito para convidar os meus amigos de SP para estarem dia 15 de setembro na Mackenzie, onde apresentaremos o que juridicamente é pacífico com relação a este choque de forças e opiniões.

Por outro lado, não se tem falado do PSDB e suas políticas programáticas pró-LGBT. O PT, já sabemos, é entusiasta e "promoter" da causa LGBT. Pensando nisso, acrescento aqui alguns elementos para a discussão, especialmente, dos que se arvoram em temas que pouco conhecem e estudam, dia-a-dia. O eleitor brasileiro é cada vez mais como torcedor em época de Copa do Mundo. É preciso estudar e acompanhar os temários nacionais e locais da polítca brasileira para não ser engabelado pelo "analistas" de última hora, normalmente, injustos e autoritários nas suas posições.

Vamos lá, sobre o PSDB:

Notícia da semana passada do histórico, institucionalizado e bem articulado Movimento Diversidade Tucana (presente em vários estados do Brasil no âmbito do PSDB - mais fortemente no PSBD-SP). A notícia se refere àquele menino do Kit macho, que se diz evangélico e nosso candidato a Deputado Federal pelo PSDB-DF. O PSDB suspendeu a veiculação de sua propaganda eleitoral - e claro não poderia ser diferente! (passou os limites da loucura social). Mas o mais importante é a fala do Tucano, presidente da Diversidade Tucana - PSDB-SP sobre o que é a realidade do programa do PSDB sobre LGBT:

"Ele disse em uma entrevista que se filiou ao PSDB em 2011, e que o partido nunca teve histórico relacionado à cidadania LGBT. Fica claro que ele não sabe nada sobre o partido a que se filiou. Em 2011, o PSDB já havia protagonizado avanços pioneiros para LGBT na Presidência da República, na Prefeitura de São Paulo, nos Governos dos estados de São Paulo, Pará, entre outros. Ele decidiu ser candidato meses depois de o PSDB incorporar ao seu Estatuto o respeito às diferentes orientações sexuais e identidades de gênero como uma de suas diretrizes. Então fica claro que o PSDB não é o partido que ele pensa, deveria ter pesquisado melhor antes de escolher o partido a se filiar" (In: http://www.diversidadetucana.com.br/)

É preciso dizer mais alguma coisa?

Quer saber mais sobre o histórico do PSDB nesta área.Sabe qual o primeiro estado da federação que aprovou um PL nos moldes do PL 122, muito mais draconiano inclusive? São Paulo. Veja na ÍNTEGRA a LEI promulgada em 2001, por Geraldo Alckmin: http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/2001/lei-10948-05.11.2001.html Vamos agora ao tema da Participação Social objeto do Decreto do PT.


Veja os Estados, Governadores e Partidos que firmaram compromisso com o Governo Federal para implementar, nos moldes do Decreto Petista, a Participação Social:

• Alagoas – PSDB;

• Bahia – PT;

• Ceará – PROS;

• Distrito Federal – PT;

• Goiás – PSDB;

• Mato Grosso do Sul – PMDB;

• Pará – PSDB;

• Paraíba – PSB;

• Rio de Janeiro – PMDB;

• Rio Grande do Sul – PT;

• Santa Catarina – PSD.

Teria muito mais a dizer, mas acho que já é um bom começo para a discussão no facebook!

Espero que, se eleita, Marina tenha força de mudar muita coisa. Mas temo que ela fique refém da falta de governabilidade."

Bem, diante desta matéria, se eu e muitos que conheço imaginaram que o PSDB é o partido com um programa ameno quando se põe em cheque a cosmovisão de nossa fé, na verdade o que ocorre é um engano de nossa parte. Ao que parece, o PSDB, na verdade, não está nem aí, em geral. São como um tipo de pilatos - dançam de acordo com o batuque do povo e caso cheguem ao poder podem naturalmente por em prática o seu programa que também contém políticas idênticas ao PT e PSB no que se refere a LGBT, casamento Gay e diversidade sexual. E quando se fala de PL 122, basta observarmos o que ocorreu em São Paulo - um PL 122 versão mais "hard", ou seja, o PSDB não só apoiou, mas deu início a isso.

Portanto, em termo de voto, estamos entre a cruz, a espada e o Pr. Everaldo. Que o Senhor nos dê sabedoria para que façamos a escolha menos nociva a nossa presidência, mas sempre lembrando que o Senhor é quem rege e governa sobre tudo e todos, e portanto Ele mesmo há de constituir uma autoridade para nossa nação segundo a sua perfeita vontade.

E quanto a você leitor,qual sua opinião diante desta "babel"  dos presidenciáveis? Em quem votar?

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Arte de Chocar

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Ela se diz evangélica, usa bumbum como profissão e teve muro pichadopor religiosos

Recentemente o portal ego (globo) publicou a matéria “Evangélica concorre ao título de Miss Bumbum: 'Julgarão como pecado' que diz respeito a candidata Rebeka Francis a miss bumbum 2014. Leia o que o portal escreveu sobre:

Rebeka Francis, a candidata de Rondônia ao título de Miss Bumbum 2014, vem sofrendo com uma pichação ofensiva no muro do prédio onde mora, em São Paulo. Recentemente, a moça - que divide apartamento com a amiga Andressa Urach (vice miss bumbum 2012) - se deparou com a frase ‘Miss Bumbum do Capeta’ em letras garrafais na entrada do prédio.

Inicialmente foi especulado que a mensagem seria para Urach, a mais famosa participante do concurso, mas isso foi logo desmentido pela própria Rebeka, que segue a religião evangélica. “Aquilo foi pra mim, pois há dias tinham uns perfis fakes em minhas redes sociais falando sobre minha religião. Como é algo que realmente me ofende, eles acharam meu ponto fraco e quiseram me humilhar. As pessoas são maldosas e acabam não tendo noção de seus atos”, disse a Miss Bumbum Rondônia.

Rebeka contou ao EGO que sempre sonhou participar de um concurso de beleza, mas que a sua família, que segue a mesma religião, não apoia. “Mas eles aceitaram”, garantiu ela, antes de completar: “Quando entrei no concurso, foi para ir até o fim. Posso sensualizar, sim, sem problema nenhum, mas uma coisa é o concurso, outra é a minha religião. Jamais vou sensualizar em uma igreja".

Em São Paulo, a candidata ao Miss Bumbum 2014 tem frequentado a Igreja Universal com a amiga Andressa Urach, a quem é só elogios. “Conheço uma Andressa que poucas pessoas conhecem, uma pessoa batalhadora, amiga, sincera e também temente a Deus. Sinto que Deus está fazendo a obra na vida dela e me sinto muito abençoada por estar participando disso”, declarou.

Preconceito e ensaio nu

Rebeka sabe que sua opção pode não ser bem aceita pela comunidade evangélica. A candidata, porém, está dedicada a seguir seu sonho. “Não estou me vendendo, nem nada parecido. Sou empresária, estudante e participante de um concurso, mas as pessoas com certeza vão me julgar como pecadora. Quem não tem pecado que atire a primeira pedra. Sei que Deus sabe meu coração e meus sonhos, o que me importa é ir buscar a palavra e alimento para meu espírito”, afirmou.

Ela ainda confessou que ficou tímida no começo por ter que ficar tanto tempo de biquíni, mas que, mesmo com um visual mais discreto, não teria como esconder seus ‘atributos’. “Acredito que dá para ser sensual com roupas mais fechadas também, depende da pessoa. Quando você tem um corpo escultural, qualquer roupa sendo justa deixa as curvas à mostra, mesmo estando toda vestida”, opinou. Já quanto a um possível ensaio nu no futuro, Rebeka ainda está em dúvida: “Não sei se faria, por respeito a minha família, acho que não”.

Fonte: Ego Globo.

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Nota do blogueiro

Quero pontuar quatro coisas rapidamente:

1) O termo “evangélico” em nossa nação não traz mais o antigo significado de ser seguidor do Evangelho. Ele hoje é um termo ressignificado, e suas conotações perpassam por uma banalização de massa como um fenômeno de democratização do rótulo religioso, até certo ponto compreensível, quando levamos em conta o retrato de uma igreja que tem se moldado a cultura do mundo, ao invés de ser a produtora de cultura.

2) No país onde uma bunda vale mais que uma idéia, e a religião é como cardápio a gosto do freguês, não me espanta a senhora Rebeka tentar conciliar sua poupança (em todos os sentidos) com sua espiritualidade.

3) Caso a igreja que a Rebeka congrega e confessa a sua fé for realmente a IURD, isso apenas corrobora para entender que ela não é genuinamente evangélica, e que o lugar onde ela busca auxilio espiritual é sem dúvida alguma, a maior seita existente no Brasil.

4) O mais triste é notar que já existe uma tentativa de conciliar a sensualidade e erotização com a vida cristã no meio da juventude dita evangélica. Desde as famosas selfie’s, imagens de adolescentes e moças trajando apenas biquíni, e o próprio comportamento feminino dentro de algumas comunidades tem dado uma demonstração clara de que a juventude feminina cristã tem muito mais sido influenciada do que influenciadora diante das imposições feministas do atual momento.

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Antognoni Misael

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Bono Vox é mais relevante do que muitos artistas evangélicos! Saiba o porquê.

A música dita gospel e seus cantores já deram várias demonstrações de irrelevância diante das oportunidades de professarem a Cristo com nitidez e firmeza na mídia televisiva, e ao invés disso se auto promoveram. Daí você vê o Bono Vox, um ícone do Rock, dando um simples exemplo de como ser convicto, direto e relevante.

Veja como ele não se intimida diante das perguntas provocativas do entrevistador do 'The Meaning of Life - são coisas que tem faltado nos representantes do segmento gospel.


Para conhecer melhor a confissão de fé do Bono e sua relação com o cristianismo, sugiro a leitura do livro "Walk On - A jornada espiritual do U2" - Steve Stockman - W4 Editora . Veja algo sobre a obra clicando aqui.

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Antognoni Misael. Agradeço a Rô Moreira por ter compartilhado no Facebook.

Leia também:



terça-feira, 8 de julho de 2014

O poder simbólico de minha fé

Quando Jesus disse que a marca autenticadora de que somos representantes do Evangelho aqui na terra seria o amor estendido uns aos outros, toda possibilidade de representação simbólica externa e distorcida de quem somos assemelhou-se ao que Ele mesmo elencou como SEPULCRO CAIADO. É como se a argamassa que nos une como pedras vivas fosse imensamente mais importante do que a aparência do prédio - e é de fato!

Mas a história nos conspira contra. Por isso, a fé que ostento passa a ter símbolos que me diferenciam dos meros mortais. Como assim? Vamos pensar?

(Dica: o parágrafo abaixo pode ser uma ironia)

Penso que a fé que ostento é vista pelo mundo através do adesivo do carro que possuo – “Propriedade de Deus”. A fé que ostento está no meu terno e gravata finos, para “glória de Jesus” . A fé que ostento está no itinerário por onde ando e na lista de coisas que não faço por ser um religioso excluso. A fé que ostento está em algum pastor televisivo que me representa nos debates de auditório. A fé que ostento está nos astros da música evangélica que não deixam a desejar diante dos astros do mundo. A fé que ostento está no tamanho de minha igreja e na quantidade de fieis que habitam por lá. A fé que ostento está na construção que fiz de mim mesmo, a saber, meus dons e capacidades específicas que tenho como diferencial dentre os meus pares. E por aí vai... pois a fé que ostento me faz ser o cara mais abençoado dessa terra, a saber que quem me olha, logo nota. Tenho algo diferente.

O que nos chama atenção diante dessa ironia é notar que o Evangelho enquanto personificação simbólica, insistentemente feita por parte dos cristãos, acaba por se apresentar como uma cultura que fanfarreia e quer seu espaço. De uma forma geral, pensemos como os estereótipos do cristão na atualidade podem ser fabricados por aqueles que têm maior domínio e influência sobre os fieis, e que tipo de deformação podemos ter como resultado de tanta tentativa “de ser e ostentar o que nunca Jesus quis que se fosse e se ostentasse”.

Para este artigo, tomei emprestado um pouco do pensamento sociológico de Pierre Bourdieu[1] o qual trata do poder simbólico como sendo um poder de construção da realidade que tende a estabelecer um (novo) sentido do mundo e das coisas e que supõe uma concepção homogênea e implícita de concordância entre as inteligências. Estes símbolos são instrumentos de integração social e enquanto instrumentos de conhecimento e comunicação eles tornam possível o consenso acerca do sentido do mundo social que contribui fundamentalmente para a reprodução da ordem social por onde se posicionam as classes – neste caso, desejo pensá-lo como segmentos, dentre eles, o segmento evangélico.

Pensar no poder para além da economia e política nos faz notar que as produções simbólicas também se relacionam com interesses das classes que dominam e das que desejam dominar – logo é razoável que um segmento (novamente permitam-me tratar o conceito de classe como segmento, pois não pretendo me ater centralmente ao viés econômico) produza através de suas estruturas os seus símbolos para dominação e legitimação de si mesma. Quer um exemplo disso? “A som livre toca e você adora”. Mas não pára por aí. Basta notar quanto poder simbólico tem se espalhado pelas nossas cidades através dos mega templos cujas imagens dos apóstolos, bispos e pastores adesivadas nos vitrais “impõem” certo espaço conquistado; basta notar quantos movimentos evangélicos têm surgido (avivamentos, batismos de dons, conferências apostólicas) na pretensão, não de se implantar o reino de Deus, mas de sacramentar sua marca enquanto produto. E, portanto, note, tais símbolos depois de fabricados agora passam a gerir a realidade e a organizar suas segmentações em busca de um domínio, que, diga-se de passagem, não tem nada a ver com a proposta do ser “sal e luz” outorgada por Cristo.

Voltando a Bourdieu, percebo que o mesmo compreende que uma cultura dominante contribui para a integração real da classe dominante, assegurando uma integração e uma comunicação entre os membros dessa classe e ao mesmo tempo os distinguindo de outras classes. Daí surge um importante conceito desenvolvido posteriormente por ele: a distinção. Isto nos sugere uma breve reflexão: como os “produtores dominantes” da cultura evangélica brasileira têm fabricado a imagem do evangélico através dos diversos meios de comunicação? Como os evangélicos desavisados aqui em baixo buscam se apresentar a sociedade a partir da identificação com esses símbolos?

(A título de moderação desta minha simples análise, ressalto que se para Bourdieu as produções simbólicas são como instrumentos de dominação no campo de produção simbólica que regem uma luta simbólica entre as classes, para tanto nesta breve crítica dispenso tal perspectiva, e que se registre aqui que não me interessa a análise de releitura marxista do autor, muito embora a considere debatível para outro momento)

Fica-nos o desafio de nos examinarmos para que não usemos de modo algum as capas brilhosas de religião.Que possamos ser, ao invés de ter. Que possamos mais dar, do que ostentar. Que possamos nos guiar não por símbolos desbotados de Evangelho, mas pelo Cristo que nos convidou a sermos como Ele e andarmos como Ele andou.

Pensemos.

***

A culpa desse post é do Ivandro Menezes, por numa conversa ter citado Bordieu e me feito voltar a reler suas perspicazes análises do poder simbólico.

[1] Sociólogo Francês autor da obra: O Poder Simbólico, Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 1992.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

‘Eu me sinto miserável cada vez que entro no Facebook’


Tenho me deparado com uma nova realidade que atinge homens e mulheres de todas as idades: o fantástico mundo do Facebook.


É no Facebook que muitos buscam novos e antigos amores, fazem amigos, registram as coisas mais banais e, principalmente, encontram o reconhecimento que tanto procuram.
Uma atriz de 32 anos contou: “O meu ‘Face’ é uma espécie de diário. Nele coloco tudo o que acontece no meu dia, desde os momentos mais divertidos até as maiores bobagens. Quando mudo a minha foto do perfil, dezenas de amigos dizem que sou linda. Escrevo uma frase boba e muitos curtem. No dia do meu aniversário, centenas de amigos enviam mensagens carinhosas dizendo que sou especial e querida. É uma injeção maravilhosa no meu humor e na minha autoestima”.


Não é à toa que muitos ficam conectados durante muitas horas do dia, buscando algum tipo de diversão, elogio ou reconhecimento.


Um analista de sistemas de 43 anos disse:


“Estou viciado no Facebook. É um paraíso sexual. Nunca foi tão fácil encontrar mulheres para transar e namorar. Nem preciso me esforçar para seduzir; basta mostrar algum interesse e fazer um elogio. É tudo muito direto, rápido e fácil. Além de ser muito fácil deletar quem não me interessa mais”.


No entanto, não funciona assim para todos. Muitos ficam angustiados ao se compararem com a felicidade alheia ou ficam frustrados com o tipo de relacionamento que encontram.


Um empresário de 39 anos disse: “Eu deletei meu perfil do Facebook. É muita gente idiota, infantil, exibicionista, carente, competindo para ver quem tem mais amigos ou recebe mais curtidas. É ridículo ver alguém que tem 5.000 amigos no Facebook e não tem um amigo de verdade. Além de ter muita gente grosseira, mal-educada e desagradável. É uma verdadeira egotrip, além de ser completamente ‘fake’”.


Uma professora de 57 anos reclamou: “Eu me sinto miserável cada vez que entro no Facebook. Quanto mais tempo fico, mais deprimida eu me sinto. Vejo minhas amigas felizes, magras e lindas, viajando para lugares incríveis com os maridos e filhos, empolgadas com novos projetos. Cada vez que entro no Facebook me sinto mais insatisfeita com a minha vidinha solitária, medíocre e banal. Será que só eu tenho uma vida de merda?”.


[Por Mirian Goldenberg, na Folha de S.Paulo, via Pavablog]


***


Nota do Blogueiro:


Como bem disse Bauman, no face 'quando se diz “amigo”, e eu digo “amigo”, não queremos dizer a mesma coisa, são coisas diferentes'.


Daí um dos maiores problemas que os cristãos têm enfrentado neste século é fazer do facebook o seu sub mundo, onde lá ele assume a prótese do "velho homem" e alimenta seus mais íntimos desejos.


Dizem que lá o que predomina é conceito de redes, e não o de laços humanos, só que, quem faz essas divisões como esta aceita a fôrma do mundo que nos sugere que sejamos uma "mentira" para nosso próximo em troca de saciarmos o hedônico egoísmo de quem realmente somos.


Como dizia a canção: "(...) é que Narciso acha feio o que não é espelho".


Rm 12:2, pense nisso.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O DÍZIMO DE NEYMAR À IGREJA BATISTA PENIEL BATE RECORDE MUNDIAL

neymar cruzApós sofrer uma nova derrota nos tribunais em relação à venda de Neymar para o Barcelona, a diretoria do Santos vai recorrer aos advogados do Real Madrid para tentar ter acesso – via justiça espanhola – aos documentos da nebulosa negociação.


Este é apenas mais um capítulo dessa novela sem fim. Mas tem outro que ainda não foi bem explorado pela mídia: o dízimo da Igreja Batista Peniel, de São Vicente, no litoral paulista, que a família frequenta há anos. Se Neymar pai botou a mão em mais de R$ 130 milhões, 10% dessa grana (cerca de R$ 13 milhões) deve ter sido depositada na conta do pastor.


Claro que ninguém tem nada a ver com isso. É uma questão de convicção de uma pessoa fiel aos seus princípios. Lembro de uma entrevista que Neymar Silva deu em 2010, quando o filho começou a ganhar muito dinheiro com o futebol. Ele disse:


“Quando Neymar ganhava R$ 800, a gente doava R$ 80. Só que Deus começa a te provar, né? Aí pegamos R$ 400 mil. Caramba, meu, como vamos ‘dizimar’ R$ 40 mil? É um carro! Mas daí você pensa que Deus foi fiel. Pum, dá R$ 40 mil! Mas daí vieram ‘catapatapum’ reais. Meu Deus, não quero nem saber, ‘dizima’ logo isso! (risos).”


Nos tempos atuais, é quase impossível que qualquer igreja do mundo, seja qual for a sua ideologia, tenha recebido contribuição desse montante de apenas um seguidor. Nem o Hinduismo, o Budismo, o Islamismo, muito menos o Vaticano, porque dizimista católico invariavelmente é pouco generoso.


Edir Macedo, Valdemiro Santiago, RR Soares… essa turma deve estar morrendo de inveja da Igreja Batista Peniel.


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Publicado por Marcondes Brito no Blog Band Uol.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Paulo Henrique Amorim responde a editorial da Rede Globo “vestido” de black bloc

PHAO jornalista Paulo Henrique Amorim, apresentador do "Domingo Espetacular", da Record, publicou nesta terça-feira (11/02) um vídeo em seu canal no youtube respondendo ao editorial lido por William Bonner, na noite de segunda-feira, no "Jornal Nacional".


Mascarado como um dos integrantes do Black Bloc, grupo responsabilizado pela morte do cinegrafista da Bandeirantes, Santiago Andrade, Amorim pediu calma ao âncora da Rede Globo e o chamou de “garoto”. “Fica calmo, meu filho. Defende a liberdade de expressão, o direito de ir e vir. As manifestações, isso tudo aqui é democracia”.


No vídeo de pouco menos de 40 segundos, Amorim também disse que os Black Bloc vão derrubar o governo Dilma, “botar fogo nesse troço sem precisar tocar numa caminhonete da Globo”. E finalizou a mensagem pedindo calma ao “garoto”, dizendo que também está usando preto, em referência ao luto pela morte de Andrade. “Joia”, concluiu Amorim, mostrando o polegar.



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Fonte: Portal Imprensa.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Atriz global Claudia Jimenez deixa o lesbianismo

[caption id="attachment_5327" align="aligncenter" width="488"]claudia Caminho inverso, a mídia não liga[/caption]

Quando a cantora Daniela Mercury publicou em uma rede social foto com outra mulher dizendo que esta era sua marida, a repercussão na opinião pública foi imediata. A ex-estrela do Axé percorreu todos os programas, pôs tom político no discurso e se declarou lésbica, mesmo já tendo vários relacionamentos héteros e filhos. Junto com o par homossexual chegou a escrever um livro falando sobre o romance. Daniela Mercury foi ovacionada como heroína, aclamada pela militância LGBT como referência de luta pela bandeira. Tratamento diferente – bem diferente, diga-se de passagem – foi dado à atriz Cláudia Jimenez quando terminou o relacionamento de dez anos com a sua personal trainer e sócia, Stella Torreão, em 2011. “Não tinha sensualidade, era muito mais gorda do que sou hoje. Não tinha forma nem vaidade. Achava que não tinha cacife para seduzir um homem. Como tinha de ser amada, me joguei nas mulheres”, declarou a atriz numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.


As declarações da atriz, que não associa homossexualidade a algo inato à pessoa e sim a comportamento que pode ser superado, deixou a militância LGBT do país em polvorosa. O site Parada Lésbica classificou a atitude de Claudia como um “desserviço homofóbico” e ainda chamou a atriz de “medíocre”.


Em outra oportunidade, Claudia revelou o trauma sofrido na infância que a fez se afastar dos homens: um abuso que sofrera aos sete anos. “Sofri abuso quando era menina e morava na Tijuca. Um senhor me bolinava. Ele comprava muitos chocolates e me convidava para entrar na casa dele. [Quando revelei essa história aos 18 anos] foi um choque para todo mundo. O fato de esse cara ter feito isso comigo atrasou muito o meu lado. Graças a Deus, ele já morreu”, contou ao UOL.


Depois do convívio de dez anos com Stella, Claudia passou a se relacionar com homens. Os veículos de comunicação que publicaram matéria sobre o assunto foram contidos, não fizeram alardes e não manchetearam a decisão da atriz de deixar o lesbianismo, justamente o contrário do que fizeram com a cantora Daniela Mercury.


Claudia deixou nas entrelinhas que sua opção pelo lesbianismo se deveu a diversos fatores externos, como trauma de infância, rejeição e carência afetiva. Hanna Korich, uma das sócias fundadoras da Editora Malagueta, editora dedicada à literatura lésbica, também alfinetou Claudia rotulando as declarações da comediante de “homofobia internalizada”.


A militância LGBT, na busca pela liberdade, acaba oprimindo muitas pessoas com comportamento homossexual. A tolerância se torna intolerância. A cantora Adriana Calcanhoto desabafou à revista Época sobre a ação da patrulha LGBT, logo quando Daniela Mercury se assumiu lésbica: “Se Daniela ficou feliz de falar e, se falando, ajudou a causa, eu acho válido. Só não gosto da patrulha para que você precise sair do armário, isso segmenta. Eu não gosto de expor minha vida privada por temperamento.”


Walcyr Carrasco também criticou a atuação dos militantes dos movimentos pró-homossexualismo. “Recentemente, declarei que sou bissexual. Fui apedrejado por homossexuais, segundo os quais deveria ter me declarado gay. Respondi: tive relacionamentos com várias mulheres na minha vida, a quem amei. Seria um desrespeito a elas dizer que tudo foi uma mentira”, escreveu em artigo que assina para a revista Época.


Que outros sigam o exemplo de Claudia. Há saída para o comportamento homossexual.

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[Fonte: Nova Guia]

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Menino de 4 anos vira hit ao se emocionar com música triste

102_316-alt-blog-jacksonJackson, de 4 anos, é um menino emotivo. Acomodado adequadamente no banco traseiro do carro dirigido pelo pai, Mark Blitch, o garoto foi às lágrimas ouvindo a triste canção “Say Something”, da dupla A Great Big World, no rádio.


Quando o pai pergunta se o filho quer que ele mude de estação, o menino se mostra ainda mais sentimental e pede para não trocar. A reação fez o menino virar hit na web, com mais de 270 mil exibições do vídeo publicado no YouTube.

“Diga alguma coisa, estou desistindo de você
Eu serei o escolhido se você me quiser
Eu teria te seguido para qualquer lugar
Diga alguma coisa, estou desistindo de você


E eu
Estou me sentindo tão pequeno
Foi demais para minha cabeça
Eu não sei absolutamente nada


E eu
Tropeçarei e cairei
Ainda estou aprendendo a amar
Estou apenas começando a engatinhar”


[Fernando Moreira, no Page not Found; Fonte: Pavablog]


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Poxa gente, a sensibilidade é algo lindo. Sou fraco pra isso. Chorei também aqui pow.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Final de “Amor à vida” mostra primeiro beijo gay da Globo #E DAÍ??

O último capítulo da novela “Amor à Vida” foi ao ar nesta sexta-feira (31) mostrando o primeiro beijo gay em uma novela da emissora carioca.

Os atores Thiago Fragoso e Mateus Solano, que interpretaram os personagens Niko e Félix respectivamente, contracenaram o beijo gay mais comentado da televisão brasileira. O assunto se tornou o mais comentado no Twitter tendo grande aprovação do público em geral que já torcia pelo “final feliz” dos personagens.

Do outro lado, evangélicos e católicos tradicionais criticaram a militância da Rede Globo em promover a causa gay. “A Globo busca todos os dias criar um padrão de família “não tradicional” que abomina a Deus”, escreveu Wenderson Monteiro.

O pastor JB Carvalho criticou quem assiste telenovelas. “Se você assiste novela, você insulta o Espírito Santo e é um patrocinador do lixo cultural. A Era Laodicéia é marcada por um tipo de cristão que tem medo de marcar posição, assumindo uma neutralidade em assuntos polêmicos”, disse ele no Twitter.

Os cantores Davir e Verônica Sacer também se pronunciaram pelo microblog. “#ForaNovelaMalígna #NovelaLixoMoral #ForaBBB #NãoVejoNovela”, escreveu o cantor.

Sua esposa também tuitou sobre o assunto dizendo: “‘Engano do diabo achar normal ser errado e considerar burrice ser correto.’ #ForaNovelaMalígna #ForaBBB #TenhoAMenteDeCristo #ÑAssistoNovela.”

Quando o beijo gay começou a ser cogitado o pastor Silas Malafaia criticou o jogo de aproximação da emissora com os evangélicos. “A Globo tenta abrir um canal com os evangélicos por um lado e fecha por um lado. A Rede Globo é a emissora campeã no país de promoção da causa gay”, disse ele ao jornalista Lauro Jardim.

Mauro Mendonça, diretor da Rede Globo, chegou a comentar sobre a inclusão de personagens homossexuais na trama criticando o fundamentalismo religioso. “A grande dificuldade do brasileiro mediano, quando se trata de personagens homossexuais, é a aceitação de que existe afeto. Porque as pessoas sempre gostaram do gay cômico, mas quando é o gay amoroso, as pessoas não aceitam. O fundamentalismo antigay sempre pregou que isso ‘não é Deus’, mas o afeto é divino”, disse ele em entrevista ao UOL.

Os próprios atores que protagonizaram o beijo também são contra a pregação que não aceita o homossexualismo e veem na novela uma oportunidade de mostrar o relacionamento amoroso de pessoas do mesmo sexo para gerar aceitação.

“O que afasta uma pessoa conservadora, tradicional, é quando ela vê uma relação sexualizada entre dois homens. E o meu desejo quando comecei essa novela foi justamente trazer essas pessoas para dentro desse universo mostrando o que elas têm em comum com esses personagens”, disse Thiago Fragoso.

[Fonte: Gospel Prime]

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Compartilho com vocês uma nota do amigo Thiago Oliveira que achei  bem pertinente:
Não entendo os evangélicos. Não entendo porque tanto escândalo por terem visto um beijo gay no final da novela. Ah, mas como você não entende? É abominável aos olhos do Senhor!-retrucam. E eu continuo afirmando: Não há motivos para escândalo. Pois, ao acompanhar uma novela, principalmente a do horário nobre, você irá presenciar diversas coisas que desagradam a Deus: hedonismo, traição, vingança, narcisismo, egoísmo, sincretismo e por aí vai. Todas essas coisas são abomináveis aos olhos do Senhor. Todavia, essas coisas parecem não incomodar os crentes, que até gostam de ver.

Falando um pouco de uma novela mais antiga, uma tal de Avenida Brasil, tínhamos no enredo uma briga ferrenha entre Nina e Carminha. Muitos evangélicos assistiram aquilo e achavam o máximo quando uma detonava com a outra. A trama era movida pela vingança. Mas e daí? Bom mesmo é ver o circo pegar fogo, né? Valores cristãos? Isso é coisa para o domingo.

Sobre a recente trama, cansei de ver as pessoas se acabando de rir com a personagem Valdirene, uma periguete disposta a tudo pela fama, inclusive dar o golpe do baú em algum trouxa. Porém, o maior sucesso ficou por conta do Félix, o vilão homossexual e caricato que por fim se redime de suas maldades. A personagem conquistou o público ainda no período da vilania. Todos comentavam as suas frases de efeito e a sua forma engraçada. O autor quis repassar a ideia que a não aceitação da sua homossexualidade o levou a delinquência.

Apesar de tudo isso, evangélicos do país inteiro acompanharam durante meses “Amor a Vida” e até vibraram por terem sidos retratados na trama de Walcyr Carrasco. Quando o Kléber Lucas apareceu cantando então, foi o êxtase. Muitos através das rede sociais disseram que a GLOBO estava se rendendo ao senhorio de Cristo. Hahahaha...

A lista de coisas desagradáveis é absurda, todavia, não quero me delongar. Apenas lamento que tenha tanta gente volúvel ao ponto de só repudiar aquilo que lhe convém. Fica fácil apenas criticar o homossexual e se esconder por detrás dum moralismo religioso e hipócrita. A igreja não deve ser a inquisidora de alguns pecados, ela deve denunciar o Pecado. A militância evangélica está girando em torno dos postulados gays, quando na verdade deveria abranger sua indignação contra diversos males que assolam nosso país. Males? Que males? Em tempos de Festival Promessas e ano da Restituição, parece que não existe pecado do lado de baixo do Equador.

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Arte de Chocar.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Evangélicos nas novelas da Rede Globo

evangelicosnaglobo_480x252pxAcho muito interessante do ponto de vista sociológico o interesse da Globo em posicionar a religião Evangélica em suas novelas. Visto também seu interesse pelos artistas do meio gospel, e até produzindo um selo fonográfico que atenda essa fatia do mercado brasileiro. O segmento "Evangélico" brasileiro causa um interesse mercadológico considerável, visto que o explosivo crescimento de igrejas no Brasil, desde o surgimento da segunda e terceira ondas evangélicas no país. Com o avanço do neopentecostalismo e de movimentos cristãos protestantes no país realmente se tem despertado crescente interesse da mídia pelos evangélicos.


Por esse tema, temos ouvido muitos comentários sobre o aparecimento de artistas evangélicos na novela "Amor a Vida", para muitos, isso seria um ponto positivo pois a emissora estaria dando espaço a esse fragmento da população brasileira, e observando a fragmentação do mercado que esboça demanda de "produto evangélico". Mas, é interessante notarmos também como os noveleiros posicionam os evangélicos em suas novelas, quem já viu um kardecista pobre numa novela da Globo? Quem já viu um evangélico rico numa novela da globo? Em que novela se tinha um personagem evangélico financeiramente bem sucedido? Ou um pastor com passado obscuro ou um patife? Em que novela ouve algum personagem evangélico com uma vasta formação acadêmica?


Bom, a Globo retrata indiscutivelmente e laboratorialmente um retrato de igrejas suburbanas e de cunho pentecostal ou neopentecostal, algumas vezes "respeitosamente" outras não. Pintando um quadro geral que os evangélicos em sua maioria são pessoas pobres e incultas que buscam na religião um escape para os sofrimentos da vida e retratam a velha fala marxista de que a religião é o ópio do povo, as igrejas sempre são em bairros pobres ou favelas. É claro que sociologicamente a pequisa global é consideravelmente verdadeira, mas, acaba-se retratando com vertigens erradas o protestantismo e a ideologia social, politica e educacional que ele tem desde a reforma protestante.


Ao retratarmos a história das igrejas brasileiras com Robert e Sara Kalley fundadores do congregacionalismo no Brasil e Ashbel Green Simonton fundador do presbiterianismo vemos a enorme contribuição socioeducativa que esses personagens da história da igreja brasileira deram a nação. A ignorância histórica a respeito da importância dos protestantes no Brasil é enorme, visto a grande contribuição holandesa calvinista em nossa terra, estreitamente em Pernambuco, e a grande contribuição das igrejas pentecostais principalmente da Assembléia de Deus no sertão brasileiro, de fato não são consideradas pelo interesse midiático. Portanto devemos ser críticos e demasiadamente críticos, não simplesmente com os meios de comunicação, mais o que está por trás disso.


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O texto é do autor Thomas Magnum, o mesmo é formado em teologia e graduando em jornalismo, pesquisador na área de religiosidade brasileira, é casado a oito anos com Kelly Gleyssy e mora em Recife.


Fonte: blog dos Bereianos.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

RAZÕES FUNDAMENTAIS PORQUE O MUNDO AMA O BIG BROTHER BRASIL

bbb


As vezes eu vejo alguns irmãos em Cristo surpreendidos pelo fato de que os habitantes desse mundo sintam prazer no pecado.


Volta e meio eu ouço crentes em Jesus dizendo: "Como é que pode um individuo não enxergar nada de errado no Big Brother Brasil? Não consigo entender como é que existe gente que não perceba que programas deste nipe contribuem efetivamente para a destruição da família", afirmam eles.


Bem, ao contrário destes eu não me sinto nem um pouco surpreendido, permita-me explica-lo porque:


As Escrituras afirmam:


1) Que o mundo jaz no Maligno. I João 5:19


2) Que aqueles que não conhecem a Cristo são escravos do pecado. Romanos 6:14


3) Que os incrédulos estão MORTOS em seus delitos e transgressões. Efésios 2:1-1-3


4) Que não existe ABSOLUTAMENTE ninguém que faça o bem ou busque a Deus. Romanos 3:10-12.


Caro leitor, os homens em virtude do pecado estão cegos e impedidos de enxergarem a Cristo a não ser que Este a eles se revele. Em outras palavras isso significa dizer que não adianta pregar moralidade, nem tampouco anunciar a homens caídos pressupostos de santidade visto que estes como zumbis espirituais estão incapacitados de querer o bem. Como bem disse o apóstolo Paulo o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente." (1 Coríntios 2:14)


Isto posto, resta-nos rogar ao Eterno que tenha misericórdia de nossa nação e que mediante o seu Santo Espírito, convença o homem de seus delitos e pecados. (João 16:7-11) Até porque, somente assim, mediante a graça de Cristo, o homem deixará de ser escravo do pecado, passando a viver exclusivamente para a glória de Deus.


Pense nisso!


Renato Vargens.


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Fonte: Blog do Renato.

Arte de Chocar indica "Prohibido Personas Perfectas" [novo blog latino-americano]

prohibidoNeste mês de janeiro a blogosfera cristã latino-americana foi contemplada com mais um blog subversivo. Pois é. O nobre amigo Leonardo Gonçalves, idealizador do Púlpito Cristão (que não é o Leonardo cantor), e que ultimamente anda bastante envolvido com projetos missionários no Peru, resolveu fazer diferença lá “do otro lado del rio” focando, neste novo momento, um novo público que partilha de problemas semelhantes aos que encontramos no Brasil.


O seu novo blog “Prohibido Personas Perfectas”, que significa ‘Proibido Pessoas Perfeitas’, nos traz um repertório diversificado relacionado à teologia, missões urbanas, Graça de Deus, além de textos ácidos direcionados aos falsos mestres, aos vendilhões da fé, ao pseudo-evangelho, religiosidade, dentre tantos subtemas a serem explorados.


Portanto, pra você, mesmo não morando lá “do otro lado del rio”, fica o nosso convite de visitação ao “Prohibido Personas Perfectas”, há não ser que você seja um cara perfeito!

domingo, 19 de janeiro de 2014

"DEUS ME LEVOU LÁ PORQUE SABIA QUE EU TINHA CAPACIDADE" - disse Thalles em relação a sua participação no Jô

thalles no jo


Muita gente por aí anda me acusando de perseguir o ministério do Thalles Roberto. Poxa, quanta marvadeza!!


Antes de mais nada, registre-se novamente por aqui algumas das postagens em que ressaltei alguns pontos admiráveis no ministério do thalleco. Falo das seguintes matérias:


1) Gonzaguinha Cantando e Thalles Sangrando: “Pai, eu não confio em mim”


2) O que quere de mim?


Viram!? Não sou o bruxo do ministério do Thalles!


O que trouxe de novidade nesta postagem de hoje foi uma proposta a todos os leitores dos nossos artigos: Oremos para a conversão do Thalles ao Evangelho Genuíno, ou sendo menos pessimista, oremos pra que ele seja discipulado por alguém que lhe apresente, de fato, o Jesus que não está no mundo gospel!


O gospel e todas as suas engrenagens mercadológicas ancoradas na fama, nas cláusulas contratuais, no faturamento da marca, no investimento do público consumidor, etc., têm deformado, creio eu, o projeto inicial que Thalles abandonou, ou sequer começou. Digo isso pois conheci o Thalles cantando canções cristocêntricas: "Deus está aqui", "Eu quero ser um vaso novo", "Porque Ele vive", contidas no CD "Raízes". De lá pra cá, não vejo raízes nenhuma em suas canções.


Lembro que a primeira crítica aberta que fiz, em fevereiro de 2012, não foi a pessoa do Thalles, mas a sua música (clique aqui). Ao final da postagem, apenas deixei um desejo que ardia no meu coração:


[Oro pra que ele não aprenda os maus costumes dos seus parceiros do mundo gospel, não se perca em suas convicções e como ele mesmo canta em ‘O que queres de mim’: “humildade sempre, a soberba não”! ]


De lá pra cá muita coisa aconteceu. O Thalles foi ungido pastor, participou de eventos organizado por muita gente de fé duvidosa como R.R. Soares, Estevam Hernandes, Renê Terra Nova, a turma do G12, dentre outros; fez música herética (FILHO MEU...), entrou na onda de jogar toalha suada pra curar enfermos... Em seguida, envolveu-se na polêmica do show em União dos Palmares, onde não subiu no palco por falta de dinheiro (a matéria veiculada por aqui foi: "MAMOM FOI GLORIFICADO: Thalles não sobe ao palco porque dinheiro foi pouco") Enfim...


Meu Deus... foram tantas coisas que cansa...


Recentemente, críticas vieram de todos os lados após o astro gospel ser entrevistado pelo Jô Soares e ter a proeza de passar o programa inteiro sem fazer menção alguma a sua fé e a Cristo Jesus. Meses depois, a coisa ganhou mais notoriedade quando após falecimento do cantor Nelson Ned, as redes sociais fizeram propagar um vídeo de 1990 quando o "pequeno gigante" atropela o entrevistador Jô Soares, que, pasmem!, fica atônito com a sabedoria e intrepidez do Nelson que amplifica a sua fé em Cristo através do testemunho dado naquele programa. Dado isso, escrevemos sobre este evento comparando com a entrevista do Thalles em 2013 (Veja aqui).


Sem mais delongas, ou sem mais "arrodeios", como dizem aqui pelo Nordeste, quero comentar um pouco sobre este vídeo abaixo onde o Thalleco tenta explicar o seu fracasso evangelístico no Programa do Jô ao ser entrevistado por este generoso repórter gospel. Registre-se aqui: com lágrimas nos olhos, mais uma das pérolas do Thalles, recheadas de falta de visão de Evangelho, um toque de soberba e prepotência!

Bem. Pegando o gancho do entrevistador, faço as seguintes ponderações sobre as palavras "do cara da noite" em relação a sua participação no Jô:


1) Ele disse: "A maioria das pessoas gostaram" da entrevista->  Ele tem razão! Claro que a maioria das pessoas gostaram. Pense comigo. Se ele tivesse falado do Evangelho de Jesus, do caminho estreito, de quem perder a vida a encontrará, de que nosso chamado não é para vida, mas para morrermos com e por ELE; se Ele tivesse falado que o mundo precisa tomar a sua Cruz e segui-Lo sem reservas pois nEle encontramos a verdadeira vida e teremos uma eternidade gloriosa ao lado do Pai, talvez a grande maioria não gostasse. As massas não iriam gostar porque o Evangelho não faz promessas humanamente convincentes! (thalleco perdeu a oportunidade...)


2) "A estratégia que Deus tem me dado é uma estratégica evangelística"-> Até agora estou tentando entender esta estratégia, se não foi naqueles 20 minutos em rede nacional, vai ser aonde?. Nem no Xadrez, acredito que se viu algo tão bem articulado (??) -  kasparovque que o diga! (... e mais, como se Deus precisasse de estratégias pra entrar na GLOBO e  se revelar à nação brasileira...)


3) "Os jovens precisam seguir alguém" ->Claro que precisam, só não será ele, nem o seu clã gospel!


4)"Eu falo de Jesus só quando eu falo:' Jesus te ama Jô?'" - >Claro que não Thalles! Neste ponto você mais uma vez tem razão. Você não falou clichês, porém... incrivelmente você também não falou absolutamente nada. Game Over!! E neste quesito você infelizmente não reconhece que foi incompetente. Representou muito mal os comparsas do gospel em detrimento da "estratégia".


5) "DEUS ME LEVOU LÁ PORQUE SABIA QUE EU TINHA CAPACIDADE DE FALAR DE JESUS" -> Aí complicou tudo Thalles! Sugiro que você desça do salto, mude esta cara prepotente na entrevista, reconheça que é servo inútil e que Deus não precisa de você nem de nós para fazer a obra dEle.


Meus amigos, como eu disse anteriormente, oremos urgentemente para que o Thalles se converta, ou sendo menos pessimista, oremos pra que ele seja discipulado por alguém que apresente de fato, o Verdadeiro Evangelho de Cristo Jesus!


Encerro esta crítica deixando claro para vocês que respeito a pessoa do Thalles, desejo do fundo do coração que ele mude sua perspectiva em relação ao reino de Deus.


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Antognoni Misael, mais do que desenganado com o ministério evagelístico e musical deste cara CAPAZ... de comer tampinhas de garrafa!

domingo, 12 de janeiro de 2014

Série de mensagens - O clamor da alma



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O vídeo é com posto pelo Professor Leonardo e pelo Rev. Rennan Dias, que é pastor da Igreja Presbiteriana o Bairro dos Estados, João Pessoa-PB.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Nelson Ned, Thalles Roberto e as oportunidades perdidas

nelson ned e talesNo último domingo, dia 05 de janeiro, Nelson Ned faleceu. O mineirinho, pequeno grande homem, que nos anos 60 iniciou sua carreira cantando músicas românticas, atraindo multidões em estádios e teatros.


Nelson ganhou discos de Ouro no Brasil, fez turnês por toda América Latina e se apresentou algumas vezes no Carnegie Hall, em Nova York, chegando ao ápice de sua fama.


Sua biografia nos diz que a partir de 1993 seu repertório foi tomado por canções evangélicas, após ter tido um encontro com Cristo em anos anteriores, e mais tarde, em 1996 lançou biografia "O Pequeno Gigante da Canção", uma referência à sua condição de anão.


Sem mais delongas, diante desta breve síntese de Nelson, o que me chamou atenção não foram as peculiaridades do seu testemunho (até porque conheço muito pouco sobre ele), mas uma entrevista concedida por ele ao programa "Jô Soares Onze e Meia" no ano de 1990, a qual me causou muito "espanto", uma vez que nos dias de hoje me parece ser mais fácil um apresentador de auditório falar coisas a respeito de Jesus, do que os próprios astros do gospel que têm a oportunidade de aparecer em programas televisitos.


Pensando a partir da entrevista (logo abaixo), a reflexão que faço é a seguinte:


- Até que ponto os representantes do movimento gospel estão sendo relevantes na mídia?


- Como compreender a questão de "se fingir de tolo para ganhar os tolos" no contexto do gospel nas rede televisiva?


- Os representantes do gospel estão sendo claros e diretos quanto à mensagem do Evangelho?


- Se antes não se tinha tanto espaço e eram raras as oportunidades, e hoje se tem, significa que houve um avanço, ou retrocesso?


Bem, para responder um pouco sobre esse paralelo sugiro que assistam a entrevista do Nelson Ned concedida ao Jô Soares em 1990 (não precisa assistir toda, apenas observe se ele fala algo sobre a obra Cristo em sua vida).

Agora assista o Thalles Roberto no Jô em uma entrevista concedida em outubro de 2013.


Amigos leitores, infelizmente o Thalles e muitos dos integrantes do movimento gospel têm perdido oportunidades de falar com clareza e objetividade sobre o Evangelho genuíno de Jesus. Ou quem sabe eles nunca tenham conhecido de fato, eis o motivo de tanto desperdício. No entanto, eu oro pra que algo diferente aconteça, que Cristo constranja os corações dos ditos astros para que exemplos como aquele do Nelson Ned sejam vistos nos espaços concedidos pela mídia. Isto é o mínimo que podemos desejar.


[Releia a matéria do Thalles no Jô Soares clicando aqui]


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Arte de Chocar.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Entrando pela Porta dos Fundos

porta dos fundos


Há um bom tempo um canal do Youtube vem fazendo um sucesso viral nas redes sociais. No início suas brincadeiras agradavam a todos, com seu humor despreocupado, crítico e inteligente. Mas ultimamente seus vídeos estão cada vez mais carregados de desrespeito contra a fé cristã, e blasfêmia contra o próprio Deus. Como consequência disto os Cristãos tem se levantado contra tal canal, e inclusive com ameaças de entrar com um processo por desrespeito a fé alheia. Por outro lado, um grande grupo de “ateus militantes” (que se julgam seres mais evoluídos e com um pensamento mais elevado e intelectual) e alguns “pseudocristãos” se utilizam de tais vídeos para debochar dos fiéis, e humilhar sua fé.


Diante de todo esse cenário tracei algumas breves reflexões sobre como devemos enxergar essa situação e como agir mediante tal afronta:


1. Na maioria das vezes nos comportamos como hipócritas. Pois da mesma maneira que o “Porta dos Fundos” faz chacota do Cristianismo, já o fez com várias outras religiões. E quando isso acontece não nos levantamos contra, mas fazemos coro a eles nas chacotas.


Devemos lutar com a mesma intensidade pelos direitos dos outros, com a que lutamos pelos nossos. Não devemos concordar com a adoração a outros deuses, mas não devemos zombar dos que o fazem e sim, ensiná-los o que é certo com toda longanimidade e doutrina.


2. Tais vídeos são reflexos de uma sociedade cada vez mais distante de Deus, aonde os valores morais vão ficando cada vez mais esquecidos. Onde o correto e o errado é em ultima análise, só uma questão de ponto de vista.


Esta era é chamada de Pós-modernismo, que nada mais é do que um fiel retrato da sociedade descrita em Romanos 1. Sociedade tal destituída de valores morais, cegos em seu próprio entendimento e entregue por Deus a seus desejos pecaminosos.


O “Porta dos fundos” não é uma exceção, ela é a melhor descrição possível da depravação total do homem.


3. Jesus falou sobre duas portas. Uma, que é o próprio Cristo, conduz a salvação. Ela é a mais estreita, ou seja, entrar por ela não é fácil. Adentrá-la é negar-nos a nós mesmos, e nos redemos ao Senhorio de Cristo, abrindo mão da nossa vontade, reconhecendo que não somos nada, apenas pecadores imunes. E confessando a Cristo como o Senhor de toda a terra, que faz tudo de acordo com sua vontade. Sem precisar de nossa opinião.


E a outra porta, eu vou chamá-la de “Porta dos fundos”. Esta conduz a condenação. Por ela entrarão todos àqueles que querem ser os donos de seus próprios umbigos. Que não admitem que um ser superior dite o que eles devem e o eu não devem fazer. Também entrarão aqueles que se acham inteligentes demais para acreditar que Deus existe, preferindo acreditar em homens falhos com vãs filosofias que se contradizem a cada novo dia, do que na Palavra de Deus é a verdade e que permanece para sempre. Tais pessoas além de estarem caminhando em passo largo para o inferno o fazem zombando dos que estão no caminho certo, se enganando sem saber o que os espera.


4. E por fim chegamos à conclusão de que devemos sim defender nossa fé, mas nunca devemos achar que Jesus precisa de nossa defesa, ou de nossa ajuda. Ele não é um coitadinho que se entregou pelo mundo, e depois de ser rejeitado por ele está em depressão. E que chora cada vez que é humilhado, e seu nome profanado.


Na verdade, o messias que veio a primeira vez como o cordeiro amoroso, que veio trazer salvação para o mundo mostrando toda sua simplicidade, humildade e misericórdia, um dia voltará como Rei soberano, governador de toda terra, pronto para fazer justiça aos que passaram toda a vida profanando seu nome.


O capítulo 6 de Apocalipse mostra que os ímpios pedirão para que as montanhas caiam por cima deles os esmagando para que eles possam morrer e se livrar da ira do cordeiro.


Nesse dia não haverá mais misericórdia, a mão de Deus que estava estendida para os pecadores se fechará. Eles vão tentar argumentar, vão tentar se esconder, mas não vão conseguir, e pagarão por cada ofensa, cada insulto, cada blasfêmia, cada vídeo em que denegriram o nome santo do Senhor. E toda língua, inclusive as dos atores e produtores do canal “Porta dos Fundos” confessará que JESUS CRISTO É O SENHOR ,ainda que seja debaixo de Sua ira!


Ainda há tempo, a mão ainda está estendida, entre pela porta da frente, a estreita. E esqueça a porta dos fundos.


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O texto é de Guilherme Barros, que é parceiro na blogsfera e escreve na UMP-da Quarta.

 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Bono Vox leva multidão a adorar Jesus nas ruas de Dublin

bono-vox-281Em uma era onde muita gente tem um celular com câmera, fica difícil qualquer coisa “diferente” passar despercebida. Especialmente quando envolve uma das maiores estrelas do rock no mundo.


Bono, vocalista da banda U2, foi filmado fazendo algo que para muitos parecia impossível. O Reino Unido vê igrejas fechando constantemente e ser cristão já deixou de ser “politicamente correto”.


Mesmo assim, ele aparece neste vídeo gravado na véspera de Natal cantando músicas nas ruas de Dublin, sua cidade natal. Segundo o site Christian Post, ele vem fazendo isso nos últimos cinco anos. É uma tradição da Irlanda, o chamado “busk” (cantar em troca de doações). O dinheiro arrecadado vai para alguma instituição de caridade.

Bono não precisa disso, é milionário. Mesmo assim, colabora com a Comunidade Simon, que serve aos sem teto de Dublin. Ele se juntou ao cantor e compositor irlandês Glen Hansard na famosa rua Grafton. Sua presença atraiu uma pequena multidão, com cerca de mil pessoas.

Ao iniciar a música “Everybody Merry Xmas”, que foi lançada em1973 pelo grupo Slade, muitas vozes o acompanharam. Porém, quando ele disse que desejava cantar uma canção para lembrar de Jesus, que nasceu na pobreza, a multidão ficou em silêncio. Ele começa sozinho a entoar “O Come All Ye Faithful…” e as pessoas respondem em uníssono: “Ó, vinde adoremos”.

Veja a letra da música traduzida:

Oh vinde, todos os fiéis
Alegres e triunfantes
Oh vinde vós, oh vinde para Belém
Venham, ei-Lo aqui
Nascido o rei dos anjos
Ó, vinde adoremos a Cristo o Senhor
Cantos, Coros de todos os cantos
Cante em júbilo
Cantam todos vós cidadãos celestiais!
Glória a Deus, Glória nas alturas
Ó, vinde adoremos a Cristo o Senhor
Sim, Senhor nós te reverenciamos
Nascido nesta manhã feliz
Jesus a Ti seja dado toda glória
Diz o Pai
Agora apareceu encarnado
Ó, vinde adoremos a Cristo o Senhor

Assista:


Fonte: Irmãos.