sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
05 COISAS NÃO PODE FALTAR NO LOUVOR DA SUA IGREJA
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Uma falha de adoração
sexta-feira, 30 de maio de 2014
ANA PAULA VALADÃO PROFETIZA NOVO TEMPLO E AFIRMA QUE NAÇÕES APRENDERÃOA ADORAR ALI
Durante o Congresso Internacional de Louvor e Adoração & Intercessão 2014, a líder Ana Paula Valadão deu uma boa notícia para os féis da Igreja Batista da Lagoinha: a construção de um novo templo que segundo ela será muitas vezes maior. Diria que uma "Lagoa Gigante"!
sexta-feira, 28 de março de 2014
Quando estou em sua presença dá vontade de Morrer
Conclusão:
Dá vontade de chorar
Dá vontade de cair
Dá vontade de sumir
Diante de Ti
Dá vontade de morrer
Dá vontade de chorar
Dá vontade de cair
Dá vontade de sumir”
segunda-feira, 17 de março de 2014
Qualidade musical nas igrejas: vamos conversar?
Sérgio - É verdade. Nos últimos anos tenho estado mais ocupado. No entanto, o que mais tenho visto nas igrejas locais (sejam elas reformadas ou pentecostais), nesses quase 20 anos de viagens com o Baixo e Voz, é uma grande confusão musical e teológica praticada em boa parte das equipes. Amo trabalhar com música e servir à Igreja, por isso, essa preocupação. Alguns dos motivos (aqui falo de forma generalizada, mas claro, que há exceções):
Sérgio - Nesse caso das palestras gratuitas, tive convites de denominações pentecostais (como O Brasil para Cristo) e reformadas (como a Presbiteriana). Estou aberto a convites de qualquer denominação evangélica. Sou membro da Igreja Presbiteriana do Brasil. Meu currículo Lattes tem meus dados profissionais e no nosso site (www.baixoevoz.com.br) será lançado na primeira semana de fevereiro), há um breve histórico da minha carreira na música.
Sérgio - Quem participa das equipes de música relacionadas ao louvor tem que estar presente. Apesar de não ser o foco da palestra a música coral, os cantores e regentes são bem-vindos, assim como a liderança da igreja local.
Sérgio - Entrar em contato pelo e-mail sergioemarivone@hotmail.com, enviando uma data possível (por favor, consulte nossa agenda antes, clicando aqui e lembrando que as despesas (carro/ avião, traslados, alimentação e hospedagem) serão pagas pela igreja anfitriã. Se os valores das despesas estiverem impraticáveis (moro em São Paulo, capital), ofereço uma videoconferência (skype, ou algum outro meio que não gere despesas).
sábado, 15 de março de 2014
"Deus não divide a Glória dEle com ninguém"!, exorta Rodolfo Abrantes em relação a idolatria dentro da igreja
Não conheço com detalhes a obra do Rodolfo Abrantes, mas confesso que todas as vezes que vejo os seus discursos como um cristão que lida com a música percebo uma validade e comprometimento intensos com o reino de Cristo.
Apesar de ser um vídeo curto, Rodolfo alerta sobre a cultura idólatra existente dentro das igrejas, o inchaço no número de evangélicos e crescimento do mercado gospel. No vídeo ele dá algumas declarações contundentes como:
“Multidão quer o que Deus pode dar, discípulo quer Deus por quem Ele é”.
“Eu peguei birra desse nome gospel (...) mas eu quero me curar disso, porque Gospel significa Evangelho, Palavra de Deus.”
Em relação aos artistas gospel que fazem do seu palco um altar de fama, Rodolfo, que fez caminho inverso, saindo de lá, ele desabafou:
“Não me diz que eu tava certo, e eu to numa roubada hoje tentando ser adorador” (??)
Veja o vídeo:
Rodolfo Abrantes é um dos que tem rejeitado este Evangelho embrulhado de glória, fama, show e grana! Pois então gente, vamos orar por esse cara!
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Dez Perguntas para Fazer Sobre a Letra de uma Música
Escolher músicas para cantar na adoração pública é um negócio complicado. Todos na igreja parecem ter uma opinião. Então como um pastor ou uma equipe de presbíteros devem selecionar músicas que glorifiquem a Deus e sirvam ao corpo?
O estilo e a qualidade da música são importantes, é claro. Ainda assim, eu sugeriria que a letra é uma preocupação primária — então aqui estão dez perguntas para fazer sobre a letra de qualquer canção que você esteja considerando incluir na adoração pública.
1. A letra é verdadeira?
Cada canção é como um sermão. Um pregador deve estar comprometido em falar apenas aquelas palavras que reflitam precisamente a verdade bíblica. Da mesma maneira, as letras devem ser lidas cuidadosamente antes de serem selecionadas para se ter certeza de que elas também comunicam a verdade bíblica.
2. As letras são verdadeiras, porém, enganosas?
Letras que são tecnicamente verdade, mas podem ainda assim ser enganosas. Então não é o suficiente afirmar a veracidade da letra; sua clareza também é importante. Eu creio que a música de Brian Doerksen “Vinde, Agora é a Hora de Adorar” cai nesse campo. Primeiro, dizer que agora é a hora de adorar está certo, mas ainda assim isso leva as pessoas as pensarem que elas não estão adorando enquanto estão no carro indo para a igreja? Segundo, dizer “Vinde como estás” é tecnicamente correto, mas não corre o risco de ignorar a importante verdade de que devemos nos achegar a Deus com mãos limpas e um coração puro?
3. A letra é rica?
A maioria de nossas canções não deveria ter apenas um aperitivo teológico, mas um banquete. Felizmente, há uma demanda crescente por letras ricas, o que explica o renascimento dos hinos mais antigos, algumas vezes aplicados a novos estilos e até mesmo novas letras com maior profundidade teológica.
4. A letra é teocêntrica ou antropocêntrica?
Essa é uma ideia complicada. Algumas letras antropocêntricas tendem a se concentrar em nossa resposta ao caráter ou a obra de Deus — e elas podem ser muito apropriadas. Mas uma abundância de letras antropocêntricas pode dar à congregação uma pesada dose de moralismo e até mesmo desencorajamento.
Outras letras antropocêntricas tendem a se concentrar em como estamos nos sentindo, como vamos, ou o quão alegres estamos quanto a o que Deus tem feito. Embora isso possa ser apropriado, uma abundância desse tipo de música pode levar à superficialidade (estou cantando que me sinto ótimo quando na realidade, não me sinto) ou ao orgulho (eu sou o centro). Mas se a letra se concentra em Deus e no que ele tem feito, então somos retirados do nosso moralismo e do nosso orgulho e a letra começa a pregar verdade aos nossos corações, nos levando a pensar e sentir as coisas certas.
5. A letra louva a Deus por quem ele é, e não meramente por o que ele tem feito?
Nós deveríamos estar contentes em cantar frequentemente sobre o caráter de Deus e não meramente sobre sua obra. Deus é honrado quando cantamos seus atributos tanto quanto sobre suas ações. Cantar apenas sobre sua obra é dar a entender, mesmo sem a intenção, que Deus é bom porque ele me salvou. E embora isso seja verdade, também é verdade que Deus é bom porque ele é bom — e devemos reconhecer tal verdade na música.
6. A letra aborda explicitamente a obra expiatória de Cristo na cruz?
Embora nem toda canção mencione a cruz, a maior parte de nosso canto deve ser centralizado na cruz uma vez que isso é o que o torna cristão. Embora seja maravilhoso cantar os salmos, e nós devemos cantá-los, devemos estar cientes de que um bom judeu pode cantá-los se nem sempre abraçar seu pleno significado. A letra de nossas canções deveriam especificamente ensinar a congregação a respeito da expiação.
7. A letra é bonita?
Algumas composições são mais bonitas que outras. O que torna uma letra mais bonita que a outra é um tópico para outro dia. Mas vários fatores devem ser considerados: 1) o uso da rima e da assonância; 2) o uso de figuras; 3) o uso de elegantes versos inflados ou linguagem floreada; e 4) o uso de repetição.
8. A letra é compreensível?
Alguns dos antigos hinos são maravilhosos para estudantes de teologia que passam horas lendo os puritanos, mas podem deixar outros coçando a cabeça pensando: “Eu sei que eu deveria gostar disso, mas eu simplesmente não sei o que significa”. É aí que um bom líder de louvor faz toda a diferença. Trechos que são difíceis de entender podem ser explicados de antemão. Ou, simples mudanças podem ser feitas no texto contanto que a integridade do hino seja preservada.
9. A letra é familiar?
Enquanto é importante apresentar novas letras, toda congregação deve ter um cânon de letras bem gastas para as quais possam retornar regularmente. Assim como boa escrita recompensa a releitura, o canto repetido de boas letras podem levar seu significado mais profundamente ao coração.
10. A letra se encaixa no tema do dia?
A maioria das letras de música são apropriadas para qualquer culto. Você consegue encontrar qualquer texto de sermão na Bíblia onde não seria apropriado cantar sobre a santidade, o amor, a misericórdia de Deus ou a esperança no céu? É claro que não!
Ainda assim, cada letra tem uma ou duas claras ênfases. E devemos escolher letras que sublinharão o significado do texto que estamos prestes a ouvir ser pregado. Isso não deve ser feito simplesmente encontrando canções com “amor” no título se o tema do dia é o amor de Deus (embora títulos possam ser uma boa maneira de começar). É melhor fazer mais perguntas. Qual aspecto do amor de Deus estamos considerando naquele dia? Seu amor como Criador? Seu amor como Redentor?
***
Por: Aaron Menikoff ; Original: Ten Questions to Ask of a Song’s Lyrics. Aaron Menikoff é pastor titular da Mount Vernon Baptist Church em Atlanta, Georgia. Tradução: Alan Cristie. © 2014
Fonte: Voltemos ao Evangelho. Púlpito Cristão.
sábado, 21 de setembro de 2013
Os Arrais: nos colocando lá em baixo, aos pés...
A série Nossa Arte Cristã traz para vocês a poesia recheada da Palavra apresentada pela música dos “Arrais”.
Pois é, recentemente ouvi a obra “Mais”, segundo CD da dupla que é formada pelos irmãos Tiago e André e fiquei maravilhado. Chorei, cantei, e pensei em tudo aquilo que tenho vivido como cristão. A música desses caras, com certeza, não nos faz tirar o pé do chão, mas nos coloca lá em baixo, aos pés de Cristo, lugar de onde nunca devemos sair.
A dupla acredita que a música é apenas um meio para conduzir pessoas para Cristo, e por isso, sem rodeios, suas letras trazem clareza e contundência em relação à Graça de Deus, a soberania e a suficiência da pessoa de Jesus.
Os Arrais têm alcançado os ouvidos de muita gente, isso porque recentemente a Sony Music os procurou e lançou o seu último disco. (Desta feita, não pretendo entrar na questão mercadológica. Só o tempo dirá as reais motivações da dupla. Oremos por eles para que não se vendam e continuem neste caminho que professam com desapego a fama)
Conforme eles relatam, tudo foi providência de Deus, veja:
“(...) nosso CD foi gravado de forma independente. Não tinha gravadora, investimento externo, nada. Quando estávamos para lançar o CD de forma independente, a Sony Music Gospel entrou em contato conosco.
Não corremos atrás deste contato, simplesmente aconteceu. E graças ao carinho e apoio da Sony, nossas músicas estão disponíveis em todos os cantos do mundo! literalmente! Deus no controle”.
Mesmo estando nas prateleiras do sucesso, inclusive batendo recordes de audição no Itunes e também sendo indicados ao irrelevante “Troféu Promessas”, a dupla adverte que o que eles mais querem é que Cristo seja conhecido:
“o que verdadeiramente importa nisto tudo é a Palavra de Deus sendo espalhada pelo mundo anunciando o Reino de Cristo que chegou e virá. nosso interesse não é estabelecer o nosso reino aqui, mas anunciar o Reino de Cristo. ponto final.
Nossas músicas falam disso. como poderíamos viver algo contrário do que escrevemos e cantamos? impossível!”
Então gente, não posso compartilhar todas as canções do disco, por isso sugiro que conheçam mais sobre eles clicando aqui, no entanto, quero deixar duas canções que mais me identifiquei.
NÃO FALE
Não fale que o conhece se o esquece em cada esquina
Não fale que o encontra nas suas ondas de fé e não na palavra, não na palavra
Que falta hoje é fé na palavra, que muda quem eu sou não deixa nada
Amando o que é de Deus deixando o mal que tanto amei
Pois se tenho a Cristo tenho a verdade, sim
No 'assim diz o Senhor' e não no 'eu acho que'
Não fale que o conhece se o esquece em cada esquina
Não fale que o encontra nas suas ondas de fé e não na palavra, não na palavra
Que mais há hoje é graça sem juízo, que traga amor e paz sem compromisso
Seguindo tradições de homens não de Cristo
Pois se tenho a Cristo tenho a verdade, sim
No 'assim diz o Senhor' e não no 'eu sinto que'
Não fale que o conhece se o esquece em cada esquina
Não fale que o encontra nas suas ondas de fé e não na palavra, não na palavra
ORAÇÃO
Em oração eu trilho o caminho que Jesus abriu
Até o trono onde sua graça flui como um rio
Santo, santo, anjos cantam, santo
E pela fé caminho até avistar o autor da minha fé
E o que eu posso oferecer para honrar quem ele é
Santo, santo, anjos cantam, santo
E ao partir me vi, eu sou indigno
Mas sua voz me diz não vá meu filho
Torne meu sofrimento em testemunho
E esvazie de mim e desse mundo
E que o meu nome morra com meu corpo
E que o de Cristo permaneça em tudo
Que eu receba aquilo que preciso e nem um pouco mais
Me dê os bens que de imediato eu possa abandonar
Santo, santo, eu canto, santo, santo
Torne meu sofrimento em testemunho
E esvazie de mim e desse mundo
E que o meu nome morra com meu corpo
E que o de Cristo permaneça em tudo
No nome de Cristo, no nome de Cristo
Amém
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
"BONA VIDE": repaginando clássicos da música cristã
Queria falar um pouco de um projeto do qual estou fazendo parte recentemente, o ‘Bona Vide’. Bona Vide é uma expressão em latim que significa "boa visão", assim como "vide" também remete a videira, portanto, Bona Vide quer dizer, "Bons Frutos". O projeto surge como a realização de um sonho, uma idealização de fazer o que mais gostamos: música, e o melhor, para o Reino.
O grupo é formado por paraibanos, e aliando musicalidade com conteúdo, o repertório repagina clássicos do repertório Cristão como “Porque Ele vive”, reapresenta canções como “Palácios” (Rebanhão), “Portas Abertas” (Grupo Logos). Como as letras são inegociáveis para a cosmovisão do grupo, algumas canções contemporâneas também nos presenteiam com belas mensagens fazendo parte do repertório como, por exemplo, “Ele vive” (Leonardo Gonçalves - cantor..rs) e “Jesus me achou” (Thalles Roberto), dentre outras.
A sonoridade do grupo é eclética. Sempre com uma batida ligada ao MPB o grupo tenta imprimir uma harmonia dinâmica e com equilíbrio.
[caption id="attachment_4009" align="aligncenter" width="510"]
Apesar de nesse primeiro momento o repertório não conter canções inéditas e autorais, fica a certeza de que, com a permissão de Deus, logo em breve teremos a gravação do nosso primeiro trabalho, o qual seguirá a mesma premissa das nossas influências: boa música e letras contundentes recheadas de Verdades Bíblias. Simplificando com sofisticação para a Glória de Deus.
Abaixo consta alguns vídeos de nossa ministração. Confira (a qualidade não está excelente, mas dá para ouvir bem qual é a nossa proposta), e caso deseje a nossa presença para cultuarmos juntos em sua congregação ou evento, basta conferir os contatos no fim do post.
Contatos:
E mail: bonavide@hotmail.com
Facebook: https://www.facebook.com/pages/Bona-Vide/134592183406052
Fones: (83) 8745 7031 [oi] , (83) 88859452[oi] e (83) 9918 7400 [tim]
***
Arte de Chocar
domingo, 4 de agosto de 2013
Contra a idolatria Gospel, Rodolfo abrantes solta uma "bomba" dentro da Lagoinha
Seria uma voz clamando num deserto? Ou uma lagoa da fantasia sendo impactada pela força da verdade? Não sei. Mas o que podemos dizer é que Rodolfo Abrantes chocou na Lagoinha!
Em um culto da ConfraJovem que foi realizado no fim de julho de 2013 o cantor (ex-Raimundos) soltou uma bomba no altar da idolatria Gospel:
"Existe uma cultura idólatra dentro da igreja cristã brasileira e precisa ser arrancada deste lugar. Nós não temos um Papa. Nós só adoramos a Jesus, mas todas as vezes que você idolatra um servo ou uma serva de Deus que sobe num altar você tá declarando que Jesus tá em segundo lugar. É preciso arrancar isso dentro do teu coração. Eu quero levantar um clamor pelo fim da cultura gospel, pelo fim dos artistas gospel, pelo fim do mercado gospel, pelo fim dos fãs gospel", disse Rodolfo.
Diante do que vimos e ouvimos não dá pra saber se ele terá a oportunidade de voltar à Lagoinha , contudo, roguemos por dias melhores. Que a igreja evangélica brasileira possa reconhecer que uma Reforma precisa ser feita urgentemente dentro dela!
***
Misael do AC.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
"Granja do Hillsong": alta produção em terra tupiniquin
Não venho aqui desmerecer o Ministério do Hillsong. Acredito na relevância deste grupo. Pelo pouco que sei e li, aqueles irmãos têm feito um trabalho piedoso e cristão naquele país, Austrália; além disso, já li informações de que a Darlene Zschech, principal ministra de louvor, é uma serva humilde, sincera, e com uma boa formação bíblica. (indico o post do Nelson Bomilcar sobre a Darlene e Adoração Extravagante)
O Hillsong não é o problema da questão, até por que eu os ouço e conheço muitas de suas canções... O que venho comentar nesta minha breve análise é a infeliz proliferação de ‘grupos de louvor’ e bandas que são verdadeiros clones (mal feitos) dos autralianos.
Em uma de suas canções João Alexandre escreveu: “(...) e mais um ídolo importado dita as regras para nos escravizar” [É proibido Pensar]. Falando-se do Hillsong, eu tenho minhas dúvidas - será que eles realmente querem nos "escravizar" ou cercear? Recentemente, em um culto na Igreja Batista de Campina Grande-PB, o próprio João Alexandre comentou sobre a escola de música da Hillsong na Austrália, e disse que um amigo próximo lhe revelou sobre o apreço que os cristãos australianos têm com a nossa música: “sabe o que eles estudam lá nas aulas de harmonia? – Garota de Ipanema! (Bossa Nova)”, disse o João na palestra. Já o Pr. Nelson Bomilcar, em um Congresso de Adoração (2008 em Pau D’alho-PE) comentou sobre a Darlene: esta em uma de suas vindas ao Brasil teria ficado encantada com a diversidade musical e questionado sobre o porquê de não haver tanta ênfase aos nossos sons dentro de nossas igrejas. No mínimo, estranho! Por estas e outras, não acredito que o Hillsong goste de ser (mal)“clonado”.
Entristece-me visitar as muitas igrejas e encontrar centenas de cópias do “Hillsong” cantando louvores distorcidos, com frases mal traduzidas, musicalidade viciada e ministros despreocupados com a naturalidade na adoração. Muitas das vezes a performance, as roupas, a guitarra quase ao chão, são esteticamente a forma convencional de tentar serem “compreendidos” e aceitos. Além do mais, há uma injustificável desculpa de muitos ‘ministros’ que afirmam que tocar estilo A ou B na igreja não faz sentido porque esta não “gosta” de tal modelo de canção por não conhecer; já outros músicos dizem que o rock estilo Hillsong é muito fácil, prático e de refrão de rápida assimilação. Corro o risco de pecar em dizer isto, mas às vezes penso que há muita preguiça nessa garotada nova, que não separa nem um pouco de tempo pra estudar mais que quatro tipos de acordes, ou ouvir música para além das rádios desse mundo gospel.
Todos que acompanham o grupo Diante do Trono sabem da grande influência do Hillsong no ministério deles. Pois então... nos últimos anos é notória a mudança no formato musical do DT na tentativa de ser uma espécie de filial Hillsong tupiniquin – deixaram para trás aquelas dezenas de musicistas, os metais, os corais, etc. e tal. Está evidente que as texturas das canções do DT seguem as dos Hillsong, sem falar nas tantas canções traduzidas.
Tudo isto não é muito legal. Nessa “granja” australiana em solo brasileiro, não param de nascer “pintinhos” que desejam pular como “cangurus”!
Ponho-me a propor: vamos equilibrar mais a coisa, concordam? Precisamos de uma geração mais ousada, que ame a criatividade, que busque a identidade própria, que se libertem do julgo do modismo; precisamos de músicos que gostem do estudo musical, que se esmerem no instrumento, que abandonem o vício de canções de quatro acordes, que fujam do popular comercial e amem o conteúdo bíblico junto com a contextualização; precisamos de ministros que temam a Deus e não se prendam em querer parecer com a Darlene, Valadões ou algo do tipo. Sejam vocês mesmos! Orem como quem ora no quarto secreto! Cantem como se Deus fosse o seu principal público (como se deve ser), pois tudo é para ELE. Façamos a adoração sem a obrigatoriedade da falsa performance, do contrário, nos derramemos na presença dEle sem que se necessite de aceitação de grupos, líderes ou público. Que o Hillsong seja apenas mais uma das tantas referências musicais na Eclésia! Quando Cristo é o nosso desejo de semelhança, cai-se ao chão a necessidade de se parecer com o "astro" fulano, ou cicrano.
Não podemos dar as costas para a imensa diversidade musical que Deus nos agraciou. Quantas nações queriam ter o privilégio dessa enorme diversidade musical? Falando-se em música cristã, não quero ter a triste infelicidade de constatar que a maioria de nossos “franguinhos” ainda prefere ser subdesenvolvido!
***
Arte de Chocar, com ironia, mas sem perder a ternura.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Pela Glória do Rei - Marco Telles
Marco Telles faz parte do Ministério Nação Santa. É mais uma voz que ecoa a Glória de Deus e tem feito diferença aqui na Paraíba. Vale a pena conhecer e ouvir suas canções.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Canção do Cristão Medieval
Esta semana foi muito incomum para mim. Aquele post sobre a canção do Thalles me rendeu um tempão moderando comentários e lendo aquelas dezenas de críticas, julgamentos e até xingamentos à minha pessoa. Mas no meio de tanta opinião, a gente acaba tendo a Graça de conhecer vários irmãos. Um deles foi o mano João Bosco, que além de compartilhar de sua visão, me indicou um ótimo blog de apologética e ontem me apresentou uma pérola musical feita a partir de uma oração com adaptações, composta pelo mano Marco Telles, daqui de João Pessoa-PB - um remador do reino que navega em águas contrárias desse evangeliquês moderno.
João Bosco postou assim via Facebook:
"Irmão Antognoni Misael nem só bobagens (comentários estúpidos) rendenram o seu ótimo post sobre a musiquinha do "Chattes", olha isso: Fiz um comentário no post e um outro irmão tbm, acabamos nos comunicando e trocando algumas Sãs Palavras e disso, nasceu isso".
Confira esta bela canção que muito diz o que precisamos ouvir, e não aquilo que "gostamos" ou queremos curtir. Soli Deo Gloria!
***
Essa canção falou muito ao meu coração. Brevemente estarei postando o trabalho do mano Marco Telles por aqui.




.jpg)
