sábado, 10 de janeiro de 2015

#16 Geração de bundões?

*Para ouvir, clique na imagem.

Há algumas semanas tivemos um confronto entre os deputados Jair Bolsonaro e Maria do Rosário, no qual o primeiro afirmou que não a estupraria porque ela não merecia. Este episódio reverberou de diversos modos, tanto a favor quanto contra a declaração do deputado! No entanto, não é de hoje que emitir opiniões no Brasil se tornou algo bombástico e, por vezes, perigoso. Exemplos não nos faltam, não é? Em recente vídeo, o humorista e apresentador, Rafinha Bastos, refletindo sobre o binômio opinião/rejeição, afirmou que estamos com medo de afirmar nossas opiniões, preferindo a omissão ou a leniência a arcar com as consequências de expressá-la. Assim, o mundo está virando um "lugar de bundões"! Os cabras Ivandro Menezes e Leopoldo Teixeira recebem o poderoso chefão, Abner Melanias (Achando Graça), para, entre opiniões e bundices, refletir se somos (ou seremos) uma geração de bundões! Então, se avexe e dê o play!


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Créditos

A edição ficou por conta de Ivandro Menezes.
A vitrine deste episódio é de André Aragão.
O tema de abertura é a música Cangaço da banda paraibana Cabruêra.
A postagem original encontra-se aqui.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Crentes Camaleões, um tributo à covardia e ao medo de perder

Por Ruy Cavalcante

Já escrevi algumas vezes aqui no blog sobre as características de nossa geração e resolvi voltar a este tema hoje. Desta vez falarei sobre um crescente grupo de evangélicos, que pessoalmente considero talvez piores até mesmo que os falsos profetas, se isso for possível.

Refiro-me àqueles que, pela necessidade de serem aceitos por todos e/ou pelo desejo de fazerem sucesso, agem como verdadeiros camaleões espirituais, modificando-se constantemente a fim de se adaptarem em qualquer ambiente, mesmo que para isso necessitem mudar, mais do que as roupas, até mesmo suas bases de fé.

Estes sem nenhum constrangimento declaram-se reformados quando estão numa igreja reformada, concordando com tudo, dizem que aquilo é maravilhoso, declaram amor pela escritura e dizem estar tristes pela situação de parte da igreja que abandonou a palavra de Deus para crer em fábulas.

Mas se visitam uma igreja neopentecostal (e estas constantes visitas em diferentes igrejas acontecem muito, especialmente com pregadores, grupos de louvores e grupos de jovens), entram no clima, testemunham que estão sentido algo tremendo, profetizam e determinam, fazem de tudo para se parecer com eles e para mostrar que concordam com tudo que ocorre lá dentro. Temem parecer frios aos olhos daqueles crentes “avivados”, e dessa forma jamais serem convidados novamente.

Fazem a mesma coisa em cada igreja que visitam, independente do que se pratique lá dentro, pois a necessidade e o desejo de "vencer" é maior que tudo. Há tempos estes irmãos foram contaminados com a semente da confissão positiva e da teologia da prosperidade, com suas atraentes promessas de triunfo nesta terra, e com medo de não alcançarem estes frutos desejosos, ou por pura necessidade psicológica de atenção, relativizam a verdade, omitem-se dela ou simplesmente a ignoram.

Na verdade são uma legião de covardes e não se importam com nada além deles mesmos, não se importam nem mesmo com Deus.

Preciso falar algo a estes irmãos: Paulo alertou Timóteo de que todos os que desejam, e vivem, piamente em Cristo, ou seja, de forma verdadeira, justa e fiel a Cristo, sofrerão perseguições (2 Tm 3:12), e isto inclui não serem bem recebidos em muitos lugares e, infelizmente, em muitas igrejas (aqui me refiro a igreja física, organizada).

Isso não é motivo de vergonha, mas sim de intensa felicidade! O próprio Senhor Jesus afirmou isso, quando diante de uma multidão declara: “Bem-aventurados serão vocês, quando os odiarem, expulsarem e insultarem, e eliminarem o nome de vocês, como sendo mau, por causa do Filho do homem. Regozijem-se nesse dia e saltem de alegria, porque grande é a recompensa de vocês no céu. Pois assim os antepassados deles trataram os profetas”. (Lc 6:22-23)

Não tenham medo, não sejam covardes, não temam perder! Nossas aparentes derrotas ocasionadas pela firmeza na verdade do Evangelho são um acúmulo de vitórias onde de fato elas fazem sentido, no Reino de Deus!

Não se trata de saírem por aí contendendo com todos por discordâncias teológicas, se trata de agir sempre em conformidade com a verdade, mesmo que a dano próprio. Ninguém normal deseja ser perseguido, não conheço cristãos genuínos que busquem perder amigos ou anseiam por ouvir uma congregação dizer que eles não são bem vindos por lá. Certo é que, no que depender de nós, devemos ter paz com todos (Rm 12:18). Mas a verdade não depende de nós, não temos escolha diante dela, ou pregamos e vivemos a verdade, ou toda nossa vida é uma farsa, e no último dia daremos conta de toda mentira e falsidade que praticamos. Agir assim, com tanta inconstância, omissão e dissimulação é pecado.

Mantenha-se firme na verdade, seja ela qual for. E que Deus tenha misericórdia de todos nós.

***

Ruy Cavalcante é parceiro de blog, parceiro de profissão, "apóstolo herege" que unge os locais mais inusitados do Brasil, e edita o Blog Intervalo Cristão.

Simplicidade é o caminho para Deus

Diferentemente dos religiosos de sua época, Jesus apresentou o Deus acessível e simples, que pode ser encontrado e adorado fora dos lugares e dias especiais. 

Deus não depende de pontes, rituais, sacerdotes, instituições, métodos, shows, pirotecnia, fumaça, portais, templos, luzes, palavras mágicas ou intermediadores para se acomodar no coração dos pequeninos e também daqueles que se sabem menos dignos.

Sim! A grande notícia anunciada em e por Jesus é que Deus construiu uma casa entre nos. É encontrável! E Jesus vai além em sua pregação e ensino: pela primeira vez, Deus é chamado de "paizinho", demonstrando, assim, o grau de relacionamento possível com Ele.

Olhar para Deus como uma entidade distante e inacessível em vez de percebê-lo como um pai atencioso, amigo, presente e amoroso faz toda a diferença no tipo de relação que se constrói a partir daí.

O grande problema é que os atravessadores da fé até hoje fazem muita propaganda e se apresentam como "despachantes do divino" com credencial exclusiva.

O povo, que já não enxerga um palmo à frente, os segue como que se os seguindo estivesse seguindo o próprio Deus.

Eis aí o óbvio motivo do porque as religiões costumam gerar os seres mais alucinados e desconectados das realidades: são seguidores de todas as loucuras humanas, dos egos megalomaníacos dos líderes, da esquizofrenia de tentar se fazer caminho para Deus ao invés de apenas e simplesmente anunciá-lo. Sem curvas, sem desvios e sem letreiros luminosos.

É tudo engano! São cegos guiando outros cegos para a beira do precipício.

Jesus ensina que não existe fórmula mágica, lugar "santo" ou ritual para falar com Deus. É preciso apenas um coração sincero e vontade de aprender.

A gente sabe de tudo isso, mas nossa prática está longe de ser tão simples assim. Somos viciados em rituais, metodologias, altares de pedra, símbolos mágicos e sacrifícios.

Ainda temos medo de olhar o divino de frente sem apresentar uma oferenda, uma galinha ou até dinheiro. Ainda olhamos para Deus e o cultuamos como se ele precisasse dos nossos cânticos e orações para não ficar irado, se saber e se fazer Deus.

Não estou dizendo que cantar, orar e fazer isto ao lado de outros irmãos seja ruim ou desnecessário, muito pelo contrário! Os encontros comunitários, com gente sadia, do bem, são espaços de amadurecimento e crescimento pessoal, mas eu afirmo que um relacionamento saudável com Deus não depende exclusivamente dessas coisas para existir.

Tudo começa na simplicidade. Sem "neuras" e sem ensaios. E o Deus de toda a Paz vai realizando seu trabalho em nós dia a após dia. Limpando o que estiver sujo, curando o que realmente precisar de cura e nos libertando de todos os poderes da morte.

Tudo isso sem ritual agendado e sem magos ou sacerdotes. Sem campanhas, sem encenação, sem "atos proféticos", sem sacrificar animais ou bens. É simples assim. Quem ensinar ou pensar diferente ainda não conheceu Deus de verdade.

O Deus que É te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!

***

Fonte: Confeitaria Cristã.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A TRUPE QUE QUER AVIVAR O BRASIL COM FOGO ESTRANHO EM 2015

Por Antognoni Misael

Mal virou 2015 e os movimentos heréticos no Brasil recomeçaram. Alguns apelam para "o ano da restituição", outros "o ano da colheita", enfim...café requentado! Mas sempre, o que eles querem é dinheiro! 

É absurdamente preocupante como a igreja brasileira de uma forma geral é guiada por líderes que se auto proclamam apóstolos, profetas ou qualquer concepção de que são detentores de alguma unção especial para "transformar" a nação - mas nós sabemos, não é isso realmente que eles querem... eles querem é visibilidade e ostentação.

O que nos chamou atenção desta vez foi o 7º Congresso Fogo de Avivamento para o Brasil. Pois é, eles crêem que estão "avivando o Brasil". Vamos lá... veja quem está nessa trupe que quer AVIVAR o BRASIL junto com Benny Hinn, Apóstolo Agenor Duque, Mick Murdock. Observe alguns nomes das peças:

Fernandinho; Marco Feliciano; Jabes Alencar; Cláudio Duarte; Ludmila Feber; Damares; André Valadão; Mattos Nascimento; Marquinhos Gomes; Robson Nascimento e Ao Cubo.

Farinha do mesmo saco? Ou é só uma participação profissional?

Vamos conjecturar um pouco agora.

POR QUE NÃO HÁ AVIVAMENTO?

Não há discordância de que almejamos um avivamento no Brasil, assim como uma espécie de Reforma. Entretanto, como bem pensou Francis Shaeffer, esses dois eventos não são isolados um do outro. A Reforma nos propõe um retorno ao ensino da Bíblia e o avivamento nos indica uma relação apropriada com o Espírito Santo. Isto significa dizer que, os grandes momentos da História da igreja vieram quando estas duas qualidades entraram simultaneamente em ação fazendo com que os irmãos experimentassem a doutrina pura e a igreja conhecesse o poder do Espírito Santo.

Falar de avivamento e reforma é falar do padrão ideal que Deus quer de nós: Jesus Cristo. O nosso mestre além de levar nossos fardos de pecados naquela terrível cruz, também passou a maior parte de sua missão aliviando a dor do pobre, do excluído social, do esquecido. Portanto, não temos dúvida de que a igreja brasileira precisa urgentemente despertar neste sentido, a saber que estamos numa nação tida como a 6ª economia do mundo, mas com a maior população carcerária do planeta, o 8º na maior desigualdade social onde o negro é a imensa maioria do pobre, sem falar do altíssimo grau de corrupção enraizado em nossa estrutura política o que faz de nossa saúde, segurança e educação um vexame sem fim.

Meus irmãos, como ficar indiferente a essa disparidade econômica brutal de nosso país? Como não nos incomodarmos com a calamidade que assola ao nosso redor? Como haver avivamento sem que de alguma forma sejamos relevantes para esta nação? Se somos mais 22% da população, por que temos sido um fracasso nas áreas da ação social e participação efetiva em questões humanitárias? Como está sendo traduzido este amor que declaramos ter ao próximo?

Amigos leitores, os grandes avivamentos como os ocorridos na Grã-Betanha, Escandinávia, por exemplo, além de redundarem na salvação de milhares culminou na prestação de um socorro aos pobres e aflitos. O teólogo Howard A. Snyder (pesquisador de Estudos Wesley no Seminário Tyndale em Toronto, Ontário 2007-2012) registrou o seguinte a respeito de John Wesley e o avivamento em sua época:
A migração para as cidades criou uma nova classe de moradores urbanos pobres nos dias de Wesley. A Revolução Industrial caminhava a todo vapor, alimentada pelo carvão. Ao pregar para os carvoeiros de Kingswood, Wesley estava alcançando os que foram mais cruelmente vitimados pela industrialização. Porém, a reação dos carvoeiros foi fenomenal, e Wesley trabalhou sem parar para manter o bem estar espiritual e material deles. Entre outras coisas ele abriu clínicas gratuitas, estabeleceu uma espécie de cooperativa de crédito e abriu escolas e orfanatos. Seu ministério se estendeu para incluir os mineiros de chumbo, operários de fundição de indústria siderúrgica, estivadores, peões de fazendas, prisioneiros e mulheres que trabalhavam nas indústrias. [SHAEFFER, Francis. Um manifesto cristão. Pag. 192]

Snyder conclui dizendo que Wesley estava convencido de que “o ato de confrontar publicamente a impiedade e a injustiça, que inundam a nossa terra como um dilúvio, é uma das maneiras mais nobres de confessar Cristo em face de seus inimigos”.

Ao que parece, sendo bem sincero, avivamento para esta trupe, é encher as igrejas a todo custo, engordar suas contas bancárias, adorar a Mamom e espalhar ensinos de demônios por toda a nação.

Antognoni Misael.

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O pastor Joaquim de Andrade também fez um comentário sobre este evento. Confira:

ESTES SÃO OS PREGADORES DO GRANDE AVIVAMENTO DA NOSSA NAÇÃO? 

E eles dizem que no Brasil está acontecendo um grande avivamento! Que avivamento é este? Neste período que mais se falou de avivamento é o período que cresceu mais o pecado, o consumo de drogas por nossos jovens e adolescentes! Neste momento em que mais se construiu igreja, templos catedrais, é mo,momento em que mais houve aprovações de leis anticristãs, como Lei da Palmada, casamento gay e aborto, além de outras que estão pendentes para aprovação no Congresso Nacional! 

Neste tempo que dizem que estamos em avivamento e que temos um período das maiores corrupções e falcatruas no Brasil, como mensalão, Petrobras, Eletrobras, os escândalos de Rosemary Noronha e do Eike Batista, além dos desvios de verbas para Cuba e países da África, via BNDES, que nem o Congresso Nacional teve acesso, bem como os gastos dos cartões corporativos de Dilma Rousseff! 

Que avivamento é este onde temos uma igreja em cada esquina e nunca se apregoou na TV aberta por tantas horas, porém onde estão os convertidos de verdade? Todos falam de curas e milagres, nunca se viu tantas pessoas enfermas, corredores de hospitais lotados, além de não vermos a regeneração e transformação feita pelo Espírito Santo! 

Hoje temos mais de 30 traduções da Bíblia em português e nunca se viu uma geração tão desconhecedora das Escrituras ACORDA POVO DE DEUS!!!

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Arte de Chocar.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

PROFECIAS PARA 2015

Por Antonio Carlos Costa

O que profetizar para você em 2015? Posso profetizar? Presbiteriano profetiza? Então vamos lá! Dez profecias!

1. Não cairá um só fio de cabelo da sua cabeça sem a permissão divina.

2. Você vai pecar, mas sempre terá ao seu lado um Deus doce pronto para enxugar suas lágrimas de arrependimento.

3. Você vai enfrentar lutas, mas em nenhuma delas a batalha excederá o suprimento de graça para suportá-las.

4. Cada tribulação que você enfrentar será usada por ele para torná-lo mais parecido com Cristo.

5. Cristo vai bater à porta do seu coração inúmeras vezes, chamando-o para sentar-se com ele à mesa e cear.

6. Será concedida a você muita oportunidade de tornar eternas suas atitudes através da obediência em amor. O que significa na prática -glorificar o santo nome do Deus que não se esquece nem mesmo do copo de água fria que oferecemos aos seus servos.

7. Todos os sóis, galáxias, cometas, estrelas, moléculas e átomos terão que dizer amém ao que rege o universo para a felicidade do seu povo e glória do seu santo nome.

8. Deus o acompanhará mais de perto do que a sua própria sombra! Quando você vir a sua sombra em 2015, procure sempre lembrar-se do fato de que o Senhor é mais presente na sua vida do que a sua própria sombra. Para onde você vai ele vai atrás. Você se lembra de Emaús? Dá glória, mulher! Dá glória, homem! Cala a boca, inferno!

9. Sua redenção final estará mais próxima do que em 2014!

10. O Espírito intercederá pelo que você fará, o Filho intercederá pelo que você fez e o Pai acolherá a intercessão feita pelo Espírito e pelo Filho em seu favor.

"Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos, ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém" (Apóstolo Paulo. Efésios 3: 20-21).

***

Antonio Carlos é pastor presbiteriano e presidente da Ong Rio de Paz.

O CAJADO OU A ESPADA

Por Rodrigo Ribeiro

Ao assistir o filme Êxodo: Deuses e Reis, do diretor Ridley Scott, fui agraciado com uma bela obra cinematográfica, e que apesar de não ser fiel ao relato bíblico, me trouxe uma reflexão fantástica ao apresentar a história de Moisés sob os olhos de um não-religioso, tentando esvaziar os elementos sobrenaturais. Este exercício foi fascinante, pois podemos analisar o contraste em que há entre a narrativa que procede de Deus e aquele que procede de homens.

O fato mais simbólico desta releitura é a substituição do cajado de Moisés por uma espada. O próprio príncipe do Egito é comissionado como um general para resgatar o povo Hebreu. Esse é o grande contraste, o mundo acredita na força da espada. Mas Deus só convocou Moisés depois de 40 no deserto conduzindo ovelhas. Deus usou o cajado. Ele escolheu o pastor. Este é o método divino de resolver as situações.

Precisamos ter isso em mente, ainda que em alguns momentos os próprios pastores falhem, como é o caso de Ezequiel 34, onde Deus acusa os pastores de estarem apascentado a si mesmo ao invés de cuidarem de suas ovelhas. Mas precisamos perceber que mesmo nesse contexto, Deus não desiste do pastoreio em prol das armas. Ele afirma que condenará os maus pastores, mas ele próprio cuidará das ovelhas, promessa que se cumpre em João 10:11, onde Cristo afirma ser o bom pastor que dá a sua vida pelas suas ovelhas.

Diante disso precisamos rejeitar o impulso do Apóstolo Pedro, de pegar em armas e travar as nossas lutas com base na força, e utilizar-se do método divino, o cajado do pastoreio. Oração, pregação, amor e cuidado. Isso não nos fará ficar calados, pois os profetas não o fizeram. Mas nos deixará distantes de meios carnais, rebeliões, contendas e manipulações. Trilhemos o caminho do pastoreio e não da espada. Se nos tornarmos generais, nos assemelharemos aos incrédulos que eliminam o elemento divino da narrativa do êxodo.

O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará. Salmos 23:1

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Rodrigo Ribeiro é presbítero e escreve na UMP da Quarta.